Portanto seres pensantes questionam e muito! Como os nossos irmãos de Beréia. Seria isso apavorante? Não, nem um pouco. Penso...logo existo! Para Descartes pensar é sinal de existência, no evangelho de hoje, quem pensa não consegue subsistir. "Penso, logo existo" (Descartes) "Não pense, faça o que eu digo" (Alto Clero Evangélico)

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Placas gospil do Brasil 2



"Contribua de acordo com a tua renda, para que Deus não torne a tua renda segundo a tua contribuição". Seria isso um pedido ou uma ameaça?

A Escritura orienta diferente, pois diz: "Cada um contribua segundo tiver proposto no coração, não com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama a quem dá com alegria." (2 Co 9:7)
Eu achei que os doze apóstolos estavam mortos, mas me enganei! Eles estão dando plantão numa igreja, abençoando (?) as pessoas...

Menino visita o Além durante cirurgia: 'Fui pro céu e voltei'

Reprodução da Internet

Garoto de 4 anos faz viagem espiritual e diz ter visto Jesus Cristo, a irmã abortada e o bisavô já morto
Muitos diziam que foi um sonho. Outros afirmavam que era apenas uma história inventada por um menino de 4 anos. Nem mesmo seus pais acreditaram. Mas a história do pequeno Colton Burpo, que afirmou ter estado no céu, durante um coma, após uma cirurgia de apendicete, virou livro e causou polêmica nos Estados Unidos.
O livro Heaven is a Real Place (O céu é de verdade) está na lista dos mais vendidos dos Estados Unidos. Segundo os pais do menino, Colton passou a relatar sua experiência após passar em frente ao hospital, onde havia sido operado. O garoto narrou a história de sua ida ao céu, dizendo que os anjos teriam cantado para ele.
O menino de 4 anos disse que viu muitas coisas no paraíso: "Fui pro céu e voltei", afirmou várias vezes. Colton narrou, em detalhes, seu encontro com Jesus Cristo. "Eu me lembro de Jesus. Há ruas de ouro e um monte de cores. Eu sentei no colo de Jesus e então eu me senti seguro. Deus, ele é o maior no Céu, ele pode manter o mundo em suas mãos."
Colton disse ainda que viu muitas coisas e conheceu várias pessoas, entre elas seu avô paterno, que morreu 30 anos antes do menino ter nascido. No entanto, a parte mais surpreendente foi quando contou para a mãe que conhecera sua "outra" irmã. Anos antes, a mãe do garoto teve um aborto espontâneo e perdeu o bebê.
‘Somos normais'
Agora, aos 11 anos, Colton Burpo adora cantar, praticar esportes e tocar trompete. Seu pai diz que a experiência no céu não mudou seu filho, mas pelo fato de que o menino era tão novo quando tudo aconteceu, realmente definiu sua vida. "Não sei a razão por que Deus nos escolheu. Somos apenas pessoas normais para quem Deus fez um milagre", disse Todd Burpo.
Alvo de críticas
A imprensa se interessou pela história e o menino Colton foi alvo de reportagens em sites, jornais e revistas. Desde o lançamento do livro, no final de 2010, pai e filho têm percorrido igrejas e sido entrevistados por canais de TV nos EUA. No entanto, não faltam críticas: muitos acreditam que tudo isso tem uma explicação médica ou científica, como inúmeros relatos de experiência de quase morte.
Fonte: Jornal Meia hora

quarta-feira, 4 de maio de 2011

A IGREJA E A BABILÔNIA

São muitos os textos das Escrituras que falam sobre a Babilônia. Ela sempre esteve em competição com a Igreja de nosso Senhor, desde Gênesis (Cap. 11) até Apocalipse (Cap. 18). Mas as Escrituras falam de duas Babilônias, a que é física e visível, e a espiritual.
A Babilônia sempre abrigou todo tipo de iniqüidade, de prostituição. O grande problema talvez para muitos cristãos não seja a Babilônia física - para alguns sim -, mas a espiritual.
A Babilônia espiritual é a mãe das prostituições da terra. Ela durante séculos tem sido cova profunda e poço estreito para os cristãos. Como salteador ela fica a espreita e multiplicam entre os homens os prevaricadores, os adúlteros, os que desobedecem (Prov. 23.28-29). A Babilônia espiritual arrebata o coração dos inocentes, e os prende em suas prostituições, naquilo para o que não foi criado e chamado.
A Babilônia espiritual é sensual. Torna os homens presos às coisas visíveis, à sua beleza: sinais e maravilhas. Os seus perfumes são sedutores e anda a caça da alma preciosa (Prov. 6.26). A sua voz é meiga, encantadora, soa amorosa. Exalta o EU, as obras, a glória humana. A Babilônia espiritual não é visível, está arraigada aos corações, tornando-o uma presa sua, por meio de tradições, sutilezas, rudimentos do mundo e não segundo Cristo (Col. 2.8).
O Senhor nos adverte: "Não sabeis vós que os vossos corpos são membros de Cristo? Tomarei, pois, os membros de Cristo, e fá-los-ei membros de uma meretriz? Não, por certo. Ou não sabeis que o que se ajunta com a meretriz, faz-se um corpo com ela? Porque serão, disse, dois numa só carne" I Coríntios 6.15-16. (Paulo neste texto não fala de prostituição física, mas espiritual. Membros de Cristo e membros de uma meretriz. Um só corpo com ela e não com Cristo).
Não pense que por você não estar na Babilônia visível você está livre das seduções da Babilônia espiritual! A Babilônia e as suas prostituições estão arraigadas na grande maioria dos cristãos. Como se livrar de tais laços de morte (Prov. 7.9-22)? O Senhor nos diz: "Dá-me, filho meu, o teu coração, e os teus olhos observem os meus caminhos" Provérbios 23.26.
Somente primeiramente vendo o seu caminho, e depois estando no seu caminho é que podemos estar livres: "...e, quando o ouviram Priscila e Áqüila, o levaram consigo e lhe declararam mais precisamente o caminho de Deus" Atos 18.26.
A Igreja do Senhor Jesus é o livramento. Não a que é visível. Muito do que é chamado de igreja nada mais é do que pura Babilônia espiritual, cheio das suas prostituições. A Igreja do Senhor é livre. Não é um monte palpável, visível, mas que o adora em espírito e em verdade.
Não é algo que é palpável, até aceso em fogo como era o monte, com sonidos de trombetas, e à voz das palavras, a qual os que a ouviram rogaram que não se lhes falasse mais. O que é palpável tem certa glória, pois até o rosto de Moisés resplandecia, mas era uma glória transitória (Heb. 12.18-21).
Babilônia espiritual e física tem uma glória transitória. Ainda que seja Deus que tenha se manifestado sobre ela, é transitória, se desvanecerá. Ficará esquecida pela eternidade; nunca mais se lembrarão dela. Mas a Igreja, à Universal Assembléia, aos espíritos dos justos aperfeiçoados, e principalmente a Deus e a Jesus, cabeça dela, tem a glória que o Senhor lhe deu (João 17.22). É uma glória inextinguível, não se desvanecerá pela eternidade (II Coríntios 3.10).
É, e será uma glória eterna. As nações andarão à sua luz, e os reis da terra trarão para ela a sua glória (Apoc. 21.24). A glória se verá sobre ela. Será uma coroa de adorno e um diadema real na mão do Senhor. Nunca mais será chamada desamparada, mas será chamada de sua esposa, o seu prazer (Isaías 60.3; 62.2-4). Que glória. De glória em glória. Aleluia!
Mas tanto a libertação da Babilônia, seja espiritual ou física, e estar no caminho só é possível por Cristo. Os bem-aventurados são aqueles que vêem e aqueles que ouvem (Mat. 13.16). Não uma dita visão da Igreja, mas os que vêem o Senhor. Não há visão da Igreja sem ver o Senhor, sem que o Senhor viva e se manifeste em nós. A Igreja é o próprio Senhor.
Aqueles os quais os seus olhos estão fixos em Jesus, autor e consumador da fé (Heb. 12.2). Um verdadeiro testemunho pela fé. Andando por fé e não por vista, nas obras que foram preparadas de antemão (Ef. 2.10).
Os ouvidos que ouvem, ouvem o que o Espírito diz à Igreja; aquilo que o Espírito recebe da cabeça (João 16.13). Visão no coração, Vida, realidade. Não somente ouvintes esquecidos, mas executores da obra. Crescendo na graça e no conhecimento dEle com todos os santos, e andando com prudência, edificando sobre a rocha (Mateus 7.24).
O que em nós não é uma realidade da Vida do Senhor Jesus, é Babilônia. A Igreja é a Sua glória, o Seu caminho de glória; a Babilônia, a grande como é chamada, é o seu nojo. Procede da terra, não foi lavada quando nasceu, nem nunca purificada. Ninguém se apiedará dela naquele dia (Ezequiel 16).
Amados irmãos, ofereçamos os nossos corpos como um sacrifício vivo, santo e agradável a Deus. Que as nossas mentes sejam transformadas e experimentemos qual seja a boa, perfeita e agradável vontade de Deus. Demos o nosso coração ao Senhor, e que Ele nos faça andar em seu caminho, porque ainda estamos em muitas coisas ligadas à grande prostituta espiritual e muitos até fisicamente. Que o Senhor tenha misericórdia de nós, e da nossa geração. Mas há aqueles que não se contaminaram, e que andam de branco. Amém.

VIRGINDADE e O CASAMENTO

O Senhor dá muita importância a este assunto, especialmente porque Maria concebeu a Jesus ainda virgem. Na lei o Senhor permitia ao marido rejeitar a mulher se descobrisse defeito (não virgindade) nela. E, finalmente, o Senhor irá apresentar a Igreja virgem a si mesmo.

O que isso pode significar?
 
Irmãos, vivemos tempos em que a virgindade é uma vergonha para as moças, quanto mais para os rapazes. Se falarmos abertamente sobre isso seremos zombados, ridicularizados. A exaltação em todo mundo é à impureza, à imundície, à perversidade. Se alguém se guarda puro é ridicularizado; é alguém que não sabe o que é bom(?), etc.
Mas, muito além da necessidade individual de nos guardarmos puros para o Senhor, como vasos que não foram contaminados pelo pecado. Há a realidade do corpo de Cristo, a Igreja.
O Senhor, em seus ensinos quer nos mostrar algo maior do que só a virgindade do corpo físico. Ele quer a realidade da Igreja virgem. O que é a Igreja? A Sua Noiva. Por isso só será aceita, e não rejeitada, se for virgem.
O que podemos entender como uma noiva virgem, quanto à realidade da Igreja?
Virgindade aqui - no caso da Noiva, da Igreja de Cristo -, é espiritual. Trata-se de não ser contaminada por qualquer outro, nem sequer ser tocada por um estranho. A Palavra nos diz que o Espírito arde em ciúmes. O Senhor não permite que a sua Noiva se dê ao desfrute de tocar em ou ser tocada por estranhos.

 O que é um estranho?
 
Estranho é qualquer outro que não Cristo, o Senhor! Se somos dirigidos por uma organização, estamos sendo infiéis, se formos dirigidos por homens, somos infiéis ao Senhor. Se somos participantes de práticas e não de Cristo, somos infiéis. Consultemos o nosso coração: Onde está o nosso amor? No Senhor ou em uma organização chamada "igreja"? Em Cristo, ou em uma ou várias pessoas que achamos espirituais e, por isso, desejáveis e agradáveis exemplos de fé, poder, autoridade...? Em um local de reunião? Em práticas perpetuadas? Em doutrinas?
Uma coisa também séria é o casamento de todos nós. Se perpetuou o costume da noiva se casar de branco, significando que é uma noiva pura (virgem, imaculada). Quando dois jovens, irmãos em Cristo, se casam, deveriam estar dando testemunho da união de Cristo e a Igreja. Assim, o noivo simboliza Cristo e a noiva a Igreja. É muito sério o casamento. Deixemos de pensar em nós quando casarmos. Estamos ou não vivendo para o Senhor?
Tenho sido entristecido por muita infantilidade, quando irmãos se apegam a costumes e às próprias vontades em prejuízo do testemunho.
Quando dois irmãos se casam não sendo mais virgens, qual é o motivo para não serem sinceros? A alegria deve ser pela benção de estarem se casando segundo o propósito de Deus. Se perderam o testemunho da pureza, por que fingir?
O casamento acontece quando os corpos se unem, não por uma cerimônia! Aquilo que chamamos de casamento é apenas a festa do casamento. Por isso, quando fizermos qualquer festa de casamento de irmãos, consideremos para não sermos hipócritas, fingindo algo que simboliza uma coisa tão preciosa que é a união de Cristo e a Igreja, pura e imaculada.
O problema, amados, não é a perda da virgindade, isso o Senhor perdoou, mas a hipocrisia. A hipocrisia é algo detestável para o Senhor. Sejamos sinceros. Somos pobres, desgraçados, miseráveis, cegos e nus (Apocalipse 3:17). Eu sou um filho e um pai, como também um marido  e irmão cheio de falhas e defeitos. Qual o motivo para fingir o que não sou. Se as minhas filhas perderem a pureza, eu posso até pregar na festa de casamento, contudo não terão mais o testemunho da união de Cristo e a Igreja para nos alegrarmos e sermos edificados. Assim não poderão entrar com toda a pompa de simbolismos da pureza, beleza e grandiosidade da união de Cristo e da Igreja.
Para que nos levantarmos dando honra a quem já a perdeu? Para que o branco simbolizando a pureza perdida? Para que tantos enfeites, senão para esconder algo?
Criou-se na mente das moças que se não for daquele jeito não é casamento. Irmãos, casamento é a união, festa é algo que faz parte, mas não tem que ser como todo o mundo. Precisamos viver a realidade da nossa condição. Quantos se endividam para querer mostrar ostentação? Quantos cauterizam as suas mentes fingindo uma falsa pureza? Perdão! Creio que posso estar ferindo alguns!
Em nome do Senhor, estou olhando para frente, para os futuros casamentos. Não olhem para ninguém, olhem para o Senhor e não julguemos a ninguém. Quem se casou no ano que se passou não é necessariamente alvo de um comentário aqui exposto. Cada um julgue a si mesmo.
Andemos sinceramente diante do Senhor. Nos sujeitemos a Ele na condição que estamos. Ele vai nos apresentar diante dele sem defeito, sem manchas ou qualquer outra coisa natural do ser humano, inclusive o nosso julgar. Por isso, não tenho objetivo de estar julgando qualquer pessoa, mas de compartilhar o que tenho recebido do Senhor. Alegria por testemunhos reais, tristeza por falta de verdade. Por isso peço que não me entendam mal, mas olhemos por nós mesmo para não cairmos naquilo que condenamos.
Em resumo, a Igreja é que deve ser virgem, no sentido de ter relação somente com o Senhor. Assim o nosso testemunho pessoal deve ser verdadeiro a respeito da nossa condição. Fiquemos como o Senhor nos chamou, se virgem - virgem, se não virgem, amém, mas em pureza! Glórias somente ao Senhor que nos cobriu com o seu sangue e nos perdoou, pois todos pecamos!
 

As sete maravilhas do mundo "evangélico"

Em julho de 2007, o Cristo Redentor foi eleito uma das sete maravilhas do mundo! O símbolo do Rio de Janeiro, que acolhe a chegada de turistas do mundo todo à chamada cidade maravilhosa, assumiu seu lugar na nova lista de Maravilhas do Mundo ao lado de seis outras obras: a Grande Muralha da China; a cidade helenística de Petra, na Jordânia; a cidade inca de Machu Picchu, no Peru; a pirâmide de Chichen Itzá, no México; o Coliseu, antiga arena de combates em Roma; e o túmulo do Taj Mahal, na Índia.

Mas, você sabia que existem também as sete "maravilhas" do mundo "evangélico", isto é, as que mais fascinam boa parte das pessoas que dizem servir a Deus, na atualidade? Quais são elas?

PROSPERIDADE

Esta, sem dúvida nenhuma, está em primeiro lugar, apesar de o Senhor Jesus ter dito: "Buscai primeiro o Reino de Deus e a sua justiça..." (Lc 12.13-31). Dizem os super-pregadores e cantores-ídolos: "Muitos criticam quem fala de prosperidade. Mas eu não falo sobre prosperidade; eu vivo prosperidade. Eu não ando mais de fusquinha; tenho tudo do bom e do melhor. Se você quiser ser como eu, passe a ofertar sempre com a maior nota que tiver em sua carteira". Fazer o quê? O povo é manipulável, e muitos líderes não têm coragem de combater esses que mercadejam a Palavra. Mas não se engane. Deus haverá de julgá-los, a menos que se arrependam.

ECUMENISMO

O alvo hoje em dia não é pregar a verdade como ela é, e sim unir forças pelo bem comum. A doutrina divide. Temos de nos unir. Por isso, a cada dia surgem igrejas para todos os gostos... Já existem até igrejas "evangélicas" lideradas por "pastores" que abdicaram do seu chamamento másculo! Sabe qual é o lema deles? "O Senhor é o meu Pastor e me aceita como eu sou". Que "ma-ra-vi-lha", não é mesmo?!

TEOLOGICENTRISMO

O negócio é não abrir mão das convicções teológicas, ainda que elas não tenham apoio da Palavra de Deus! Se Calvino falou, está falado! Ainda que as idéias de algum teólogo sejam contrárias à Palavra de Deus, não importa! Você não acha isso "ma-ra-vi-lho-so"? A Bíblia fica em segundo plano. O que vale é o que os nossos teólogos preferidos dizem!

FARISAÍSMO

Esta "maravilha" também deve estar bem cotada por aqueles que se dizem conservadores, mas são, na verdade, extremistas. Sabemos que ser conservador à luz da Palavra de Deus é correto (Ap 3.11; 2 Tm 1.13; 1 Tm 6.20), porém os pseudo-conservadores apreciam bastante a prática de "coar mosquitos" e "engolir camelos" (Mt 23.24).

ANTROPOCENTRISMO

Canções e falações — tidas como hinos e pregações — da moda colocam o ser humano no centro de todas as coisas. "Determine a sua vitória", "Você nasceu para ser um vencedor", "Profetize para você mesmo e diga isso e aquilo". Estas são algumas das frases preferidas do mundo "evangélico". Não tenho dúvidas de que o humanismo ou antropocentrismo é uma das "maravilhas" daqueles "servos de Deus" que vão aos cultos só para receber, receber, receber... O negócio hoje é buscar a "restituição", invadir o terreno do Inimigo e pegar de volta tudo o que ele roubou, além de quebrar maldições...

EXTRAVAGANCIA

Não há dúvidas de que os shows, com muita dança, diversão, gritos frenéticos, etc, façam parte desta lista de "maravilhas evangélicas". E junto com eles as "baladas" gospel, as festas jesuínas, etc. Mas, como nos dias dos profetas Isaías e Amós, Deus não recebe esse "som dos adoradores extravagantes" (Is 29.13; Am 5.23). John F. MacArthur Jr. disse, acertadamente: "As Escrituras dizem que os primeiros cristãos viraram o mundo de cabeça para baixo (At 17.6). Em nossa geração, o mundo está virando a igreja de cabeça para baixo" (Com Vergonha do Evangelho, Editora Fiel, p.52).

EXPERIENCIALISMO

Numa época em que super-pregadores visitam o "Céu" e falam diretamente com "Deus Pai", "Jesus", "Paulo", "Maria", anjos, etc, ninguém precisa mais ler um livro tão "desatualizado" como a Bíblia, não é? Hoje muitos seguem aos seus impulsos e recebem mensagens "proféticas" de galinhas ou ordem do "Espírito" para andar como um leãozinho, marcam a vinda de Jesus para um sábado de 2007, distribuem dentes de ouro, ministram a unção do riso e o "cair no Espírito"... Que "maravilha"!.
Alguém poderá perguntar: "Em que lugar ficou o evangelho cristocêntrico? E a santificação? E a renúncia? E o culto a Deus em verdadeira adoração, em espírito e em verdade? E os genuínos dons espirituais? E a Escola Bíblica Dominical? E os bons costumes? E a evangelização? E a oração? E o jejum? Será que, pelo menos, entraram na lista?" Bem, como se vê, as "maravilhas" citadas têm um poder de sedução muito maior sobre o mundo "evangélico", e as verdadeiras maravilhas tendem a ser esquecidas...

Mas eu pergunto: Diante dessa flagrante falta de interesse pela Palavra de Deus e da valorização do que não agrada ao Senhor, devemos ficar calados? Devem os servos de Deus, capazes de discernir entre o bem e o mal, ficar quietos? Não podemos julgar? Temos de ficar olhando a banda passar?

Fonte: http://nao-obrigado.blogspot.com/

domingo, 24 de abril de 2011

Gira da Umbanda nas "Igrejas Evangélicas"




Observe que os evangélicos dançam ao som do atabaque e os umbandistas ao som do corinho de fogo que hoje é a formar de adorar segundo alguns.
Gira
Um dos principais rituais é chamada "gira", tendo esse nome por imitar o "giro cósmico" do universo. As giras compõem-se basicamente de três fases, a saber: preparação, abertura e encerramento. Por dentro da gira encontraremos fundamentos básicos que são comuns a todos os terreiros, tais como "pontos cantados", a "defumação", a chamada incorporação de entidades e por dentro das consultas há o receituário

Além do movimento não ter base Bíblica
ele já existia na Umbanda e Candomblé.

por Daniel Alves Pena
www.danielalvespena.wordpress.com
www.riocrente.com

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Teologias e Denominações

Existia um grupo de amigos que pensavam e discutiam suas relações com Deus. Quando eram jovens suas conversas eram muito produtivas, já que cada um ainda estava descobrindo como ser amigo de Deus.
Com o tempo, eles começaram a se desentender, pois cada um tinha uma visão diferente de como Deus agia com cada ser humano. Eles foram atrás de pessoas, e cada amigo conseguiu um grupo de pessoas que concordavam e seguiam com suas visões.
Para evitar discórdias, eles tomaram uma decisão, cada amigo ia descrever como era a relação de Deus e faria uma bandeira com sua visão de Deus, assim eles poderiam pudessem conversar sem entrar na ideia de Deus do outro.
Com o tempo, eles se falavam cada vez menos, porque a ideia de Deus de um ia aos poucos excluindo os assuntos do outro. Além disso suas bandeiras eram muito grandes e não entravam todas ao mesmo tempo em lugar nenhum.
Um dia, quando os amigos eram velhos, chegou um homem a cada amigo e marcou com eles numa praça deserta. Os amigos, que não se viam há muito tempo, ainda se reconheciam. O homem que marcou eles chegou atrasado, mas, quando chegou, ficou no meio deles, observando eles se olhando. Cada amigo carregava um olhar de saudade dos bons tempos em que eles passavam horas conversando e dividindo aquilo que tinham feito e descoberto.
O homem foi em direção a um dos amigos e deu um abraço nele. O amigo largou sua bandeira e devolveu o abraço. O homem fez isso com cada amigo e cada amigo largou sua bandeira.
Quando o homem terminou de abraçar o último amigo, todos os amigos se encontraram num abraço e ficaram ali por alguns minutos. Depois foram para um café e conversaram como quando eram jovens.
Depois daquele dia, os amigos nunca mais tocaram nas suas bandeiras e decidiram que estar juntos era muito mais importante do que carregar suas enormes e pesadas bandeiras.
 
Para que todos sejam um; assim como tu, ó Pai, és em mim, e eu em ti, que também eles sejam um em nós; para que o mundo creia que tu me enviaste...eu neles, e tu em mim, para que eles sejam perfeitos em unidade, a fim de que o mundo conheça que tu me enviaste, e que os amaste a eles, assim como me amaste a mim. (João 17:21e 23)

O Caos no mundo deveria chegar na igreja

Não se assuste com o título do post. Você vai me entender daqui há pouco.
Não é novidade para ninguém que o mundo está afundando num mar de conflitos. A Terra está dando sinais de que algo não está certo e para isso, ela geme (da sua forma) para tentar equilibrar, ou desequilibrar, as coisas.
Politicamente vivemos um período de exposição sem precedentes na história. As informações (certas ou erradas) chegam em velocidade absurda ao conhecimento das pessoas. Foi dessa forma que grupos conseguiram e conseguem minimamente se organizar e protestar diante das câmeras e jornais de todo o mundo.
Egito, Tunísia, Iêmen e outros países estão chafurdados no caos político e social provocando mudança de poder nunca antes pensado. Em poucas semanas líderes absolutos estão sendo depostos de suas tribunas de poder, mas o povo ainda assim, não consegue se organizar para continuar suas vidas com qualidade. Talvez nunca consigam chegar nesse nível de “democracia”.
Imagino então como seria se todo esse movimento por liberdade de expressão e vontade de viver sem imposição chegasse à igrejas.
Líderes depostos pela sua arrogância, seu orgulho, sua sede de mandar e impor regras e conceitos que fogem completamente da vontade de Deus e de Seu Evangelho.
Penso no momento do povo se levantando nas assembléias de membros para contestar as imposições anti-bíblicas de suas lideranças. Anseio por ser e ver outros na situação de levantar-se no meio do culto para questionar as passagens fora da Bíblia que líderes ainda insistem em afirmar estar no Evangelho.
Quem sabe até sonhar em ver aqueles que se auto-intitulam apóstolos, profetas e sei lá mais o quê depostos de seus pedestais e pela misericórdia de Deus, se colocando apenas como elas são (ou deveriam), povo de Deus, só isso. Esperando a redenção desse mundo a partir de cada uma de nós.
Quem sabe essa onde de derrubar ditadores não acabe inspirando outros a se juntar e começar uma onda dentro das igrejas e assim, começar de novo, sem os mesmos erros. Simplesmente buscando a verdade, justiça e manifestação do Reino de Deus aqui e agora, através de nós, apesar de nós.

Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitas maravilhas? E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade. (Mt 7:22 e 23)

Placas gospil do Brasil



segunda-feira, 18 de abril de 2011

A palavra Shekinah está mesmo na Bíblia?





É normal ouvirmos em nossos cultos, congressos, seminários, a palavra “Shekiná”. Desde adolescente ouço esta palavra na igreja. Pregadores a usam com freqüência. Os “ministros do louvor” têm o hábito de usá-la. Temos até um cântico muito conhecido: “Derrama a tua “shekiná” sobre nós.

Agora pergunto: De onde tiramos a palavra “shekiná”? O que significa esta palavra? Será “shekiná” uma expressão encontrada nas Escrituras?

Começando pela última pergunta, a palavra “shekiná” não é encontrada em nenhum lugar das Escrituras! Penso que você neste momento está perplexo. Esses dias atrás, pregando em uma grande igreja aqui em São Paulo, falei sobre isto no púlpito e imagine a reação do plenário, bem como dos obreiros. Após o término do culto, várias pessoas me pararam e diziam: “Pr Marcelo, já ouvi “pregadores de renome” falar isso! Faz tantos anos que ouço todos falarem desta palavra “shekiná”, será mesmo que o sr não está enganado?

Exatamente aqui reside nosso problema. Nós ouvimos os “grandes pregadores” falarem, e aceitamos tudo. Não procuramos pesquisar, averiguar, perscrutar. Tudo o que é novidade, e é falada por alguém de “peso”, nós aceitamos e logo começamos a falar. Falta em nosso meio, cristão bereanos, que analisam a cada dia as Escrituras, para verem se está correto ( At 17.11). Notemos que era Paulo que estava pregando! Homem de cultura invulgar, conhecedor de toda lei judaica, e acima de tudo, um dos maiores pregadores que o mundo conheceu. Ora, se Paulo teve que passar no crivo dos bereanos, o que dizer de nossos pregadores? Serão estes maiores que Paulo?

Mas voltando ao assunto da palavra “shekiná”, este vocábulo não aparece na Bíblia Judaica [ Tanakh] nem no N.T, sendo uma palavra derivada da raiz hebraica -נ -כ- ש (sh-k-n), cujo significado é "habitar", "fazer morada". Se perguntarmos a qualquer irmão, o que significa esta palavra, todos dirão: "a glória de Deus, presença de Deus". Acontece que, “shekiná” não significa nada disso! O vocábulo “glória” no hebraico é “kavod” – o peso da glória de Deus.

A Shekiná, como uma idéia concreta, aparece só na literatura literatura rabínica, havendo somente "alusões" a esta presença divina, no meio do povo de Israel, na Torá, quando Deus disse ao seu povo :

וְעָשׂוּ לִי מִקְדָּשׁ וְשָׁכַנְתִּי בְּתֹוכָֽם׃: Ve Asu Li Mikdash Ve Shakhanti Betocham

- "e fareis um santuário para Mim, e habitarei no meio deles (dos israelitas)"[1];

"וְשָׁכַנְתִּי בְּתוֹךְ בְּנֵי יִשְׂרָאֵל, וְהָיִיתִי לָהֶם לֵאלֹהִים"

- "e habitarei no meio dos filhos de Israel, e serei-lhes por Deus"[2]; e

יְהוָה צְבָאֹות הַשֹּׁכֵן בְּהַר צִיֹּֽון׃

"o Eterno dos exércitos, aquele que habita em Sião"[3].


Conclusão

Vimos por meio deste singelo estudo que a palavra “shekiná” não está nas Sagradas Escrituras. Aprendemos também que “shekiná” não significa : glória, presença de Deus. Ela vem da raiz “shakhan” que significa – habitar, fazer morada. Esta idéia de “skekiná” aparece somente na literatura rabínica, onde os judeus cabalistas [4] começaram a usá-la a partir do séc XIII. Devemos estar sempre prontos a aprender e não ir além da Escritura. Foi o que Lutero disse para Erasmo: “A única diferença entre eu [ Lutero] e você [Erasmo] é que eu me coloco debaixo da autoridade das Escrituras, e você se coloca acima dela.



***
Marcelo de Olliveira é escritor, pastor, hebraísta e editor do blog Supremacia das Escrituras, um espaço dedicado à exposiçao das escrituras com ênase na exegese do texto hebraico


Notas:

[1] Exodo 25.8
[2] Exodo 29.45
[3] Isaías 8.18
[4] Cabala é um sistema religioso-filosófico que investiga a natureza divina. Kabbalah (הלבק QBLH) é uma palavra de origem hebraica que significa recepção. É a vertente mística do judaísmo.

Quem é o mundo? We are the world

Muitos compraram o disco, o cd e o dvd we are the world para ajudar as pessoas na Africa. E porque eles continuam do mesmo jeito? Não há algo estranho nisso?. Vamos analizar melhor a letra dessa música.