Portanto seres pensantes questionam e muito! Como os nossos irmãos de Beréia. Seria isso apavorante? Não, nem um pouco. Penso...logo existo! Para Descartes pensar é sinal de existência, no evangelho de hoje, quem pensa não consegue subsistir. "Penso, logo existo" (Descartes) "Não pense, faça o que eu digo" (Alto Clero Evangélico)

terça-feira, 29 de março de 2011

Ele é a Essência

 
Matt Redman, ministro de música nos
Estados Unidos e a Igreja da qual faz parte, passaram por um período no
qual seu pastor solicitou a suspensão do período de música por um
determinado tempo. Ele testemunha que esse tempo foi muito precioso em
sua vida, pois serviu para corrigir suas motivações e principalmente sua
visão do que realmente é adoração. Nesse tempo, ele escreveu a
conhecida canção The Heart of Worship (Essência da Adoração). Num dos
trechos da música ele diz:

"Eu Te trago mais que uma canção,
pois somente uma canção não é o que você deseja, você procura algo mais
profundo do que as coisas podem aparentar, você vê o meu interior. Estou
voltando à essência da adoração e a essência és Tu."

Quando falamos em adoração, muitas vezes
podemos ver uma compreensão errada sobre esse assunto, e um dos grandes
equívocos, é relacionar adoração à música. Foi exatamente isso que Matt
Redman descobriu: estar ministrando música, não significava
necessariamente que ele estava adorando, pois adoração vai muito mais
além de uma canção.

Adoração significa rendição, significa
prostrar-se, ou seja, é o resultado de um coração que reconhece
profundamente que a centralidade de sua vida não está em si mesmo.

A verdadeira adoração nasce quando o ego
morre. Não existe adoração se Jesus não for tudo para nós e se nós não
formos de todo coração para Ele. Se Ele não for a essência de tudo que
existe em nós, nunca vamos adorá-Lo de verdade. Ele é a essência.

Pois nele vivemos, e nos movemos, e existimos. (Atos 17:28)

Ladrões dos Púlpitos - Verdade sobre o dizimo

O dízimo no Novo Testamento
Todas as pessoas agora vivem sob a autoridade de Cristo, como foi revelada no Novo Testamento (Mateus 28:18-20; João 12:48; Atos 17:30- 31). Sua vontade entrou em vigor depois de sua morte (Hebreus 9:16-28). Estes fatos nos ajudarão a entender as passagens do Novo Testamento, a respeito do dízimo.
Durante sua vida, Jesus reconheceu a autoridade da lei de Moisés. Ele era um judeu, nascido sob a lei (Gálatas 4:4) e com a missão de cumprir essa lei (Mateus 5:17-18). Jesus criticou os judeus hipócritas, que negligenciavam outros mandamentos divinos, enquanto zelosamente aplicavam a lei do dízimo (Mateus 23:23; Lucas 11:42; 18:9-14). Jesus não ensinou que a lei do dízimo seria uma parte de sua nova aliança, que entraria em vigor após sua morte. 
O livro de Hebreus fala do dízimo, para mostrar a superioridade do sacerdócio de Jesus, quando comparado com o sacerdócio levítico da Velha Lei (Hebreus 7:1-10). Esta passagem não está ordenando o dízimo para hoje em dia. De fato, o mesmo capítulo afirma claramente que Jesus mudou ou revogou a lei de Moisés (Hebreus 7:11-19). O dízimo não é ordenado na lei de Cristo, que é o Novo Testamento.
Que lei se aplica hoje?
Não vivemos sob a lei de Moisés, hoje em dia. Jesus aboliu essa lei por sua morte (Efésios 2:14-15). Estamos mortos para essa lei para que possamos estar vivos para Cristo (Romanos 7:4-7). A lei gravada nas pedras, no Monte Sinai, extinguiu-se e a nova aliança permanece (2 Coríntios 3:6-11). A lei funcionou como um tutor para trazer o povo a Cristo, mas não estamos mais sob esse tutor (Gálatas 3:22-25). Aqueles que desejam estar sob a lei estão abandonando a liberdade em Cristo e retornando à escravidão (Gálatas 4:21-31). As pessoas que voltam a essa lei estão decaindo da graça e se separando de Cristo (Gálatas 5:1-6). Não temos o direito de retornar a essa lei, para obrigar que guardem o sábado, a circuncisão, os sacrifícios de animais, as regras especiais sobre roupas, a pena de morte para os filhos rebeldes, o dízimo e qualquer outro mandamento da lei de Moisés. 
Vivemos sob a autoridade de Cristo e temos que encontrar a autoridade religiosa na nova aliança que ele nos deu através de sua morte. Ele é o mediador desta nova aliança (Hebreus 9:15). Seremos julgados por suas palavras (João 12:48-50). Desde que Jesus tem toda a autoridade, temos a responsabilidade de obedecer tudo o que ele ordena (Mateus 28:18-20).

sexta-feira, 25 de março de 2011

uma imagem que diz muito...

“Bem-aventurados os que sofrem perseguição por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus.” (Mateus 5.10)

Jesus não é uma máquina de venda automática

"Helligião"


É engraçado ver como antigamente a religião/religiosidade/religiosos faziam besteiras e acreditavam em coisas que mais pareciam com superstições e manias vazias do que qualquer outra coisa. É realmente engraçado pensar em certos costumes e raciocínios usados burramente, e achar que isso seria a solução e o caminho mais sincero para conhecer Deus melhor.
Mas eu andei pensando bastante sobre isso nos últimos tempos. Em como a religiosidade não é mais a saia no pé, o hinário na mão, o jeito de falar e de orar, a coisa cafona, a roupa feia e aquela sensação estranha que todo mundo já teve ao concluir internamente: “puts, eu sou crente e agora vou ter que andar com esses caras!”.
Na verdade, a Religiosidade deixou de ser isso, e se você quer saber, todos esses exemplos foram apenas tentativas “lights” da religiosidade fazer alguma coisa na vida das pessoas. A religiosidade, como deve ser conhecida nua e crua, diante de anjos e demônio e sei lá mais o que, é uma coisa muito mais profunda do que hábitos, casca, estática. A religiosidade tá aí única e exclusivamente para fazer você se esquecer de quem você é, de quem você pode ser em Deus, de quem Deus pode ser em você, e o que isso pode significar para os outros.
Em outras palavras: A religiosidade não quer que você seja você mesmo, mas você só consegue entender isso quando cai a ficha de que “ser você mesmo” é muito mais do que fazer o que você tem vontade.
Sabe, se você pensar em pequenos atos, detalhes corriqueiros, é como se Deus estivesse numa boa. Pronto pra te ajudar e querendo te falar coisas novas. Mas aí, só o fato de você não se abrir para isso, faz você perder a chance de viver plenamente. Sabe o que isso significa? Que você não está sendo quem você deveria ser, não está usando sua real capacidade como ser humano, e se você não está sendo você, sinto dizer, mas se você não está sendo você, na plenitude, então você está sendo um religioso! Talvez não nas roupas, mas na disposição. Talvez não nas palavras, mas na intenção, nas suas histórias, nas suas atitudes.
Uau! Mas como assim?
Pois é. Já foi o tempo em que ser religioso era proibir ou não ter tatuagens. Agora a religiosidade é moderninha, sabia? Usa até piercing, tem banda de rock, se depilou e é super antenada a tudo! Ela sabe falar em línguas, ela sabe todas as músicas, ela até fala de Deus num tom bacaninha, mas sabe de uma coisa? Ela nunca se derramou em Deus. Ela nunca se jogou sem medo. Ela nunca chorou. Ela nunca disse “Deus, melhor você me mudar nisso e naquilo porque desse jeito eu não te agrado”. A religiosidade é a nova distração dos menos atentos. Dos que preferem comodismo ao inconformismo. Dos que preferem manias às mudanças. Dos que preferam a dor ao Deus que entende de dores.
As vezes nos acostumamos com aquele velho conceito de religiosidade porque pode parecer mais simples enxergar assim, né? Seria fácil demais achar que ela não está dentro de nós. Achar que essa atrevida é apenas uma má interpretação das coisas. Mas os dias são maus, e os seus inimigos querem que você se afaste de Deus a qualquer custo. Para isso eles otimizaram os serviços, modernizaram tudo. Eles vão falar a sua língua para afastar você da única coisa que eles não conhecem: o amor.
A religiosidade não conhece o amor porque é só assim que você se aproxima de Deus. Por amor você deixa Ele te moldar, por amor você não precisa ser a pessoa mais incrível do século, por amor você se doa, se derrama, se entrega, fala, muda, paga o preço para ser melhor, renova suas forças, acredita e entende que ser você, é acima de tudo, ser o que Deus quer que você seja.
Os religiosos gostam de escrever seus próprios roteiros. Suas reações não são novidade, ainda que a cultura, os modos e as modas mudem. Mas que hoje, você beba o antídoto, que é o amor. Que hoje você perca sua educação besta e a sua religiosidade, e invada a presença de Deus com coisas improváveis, que estejam fora desse script sem graça. Pode ser um choro, pode ser uma reclamação, pode ser um silêncio, pode ser qualquer coisa que sinalize seu interesse em Deus. O real interesse, não esse interesse superficial de uma pessoa que ora em troca de favores divinos.
Derrame-se em Deus. Na alegria, no perdão, no recomeço, na esperança de dias melhores, nas curas, nas palavras, no “Face to face”, no privilégio de conhecer esse caminho, nas dores, nos medos. Você foi criado para isso, e esse é o único jeito de tornar-se irreconhecível aos olhos da religiosidade.
Luciana Elaiuy

quinta-feira, 24 de março de 2011

Comunhão: isso ainda existe?


por Kênia Siqueira

“Aprendemos a voar como os pássaros e a nadar como os peixes. Mas não aprendemos a simples arte de vivermos juntos como irmãos.” M. Luther King

A experiência comunitária nos faz exercitar a fé e o amor, colocando-os a prova o tempo todo. O próprio Cristo falou muito sobre isso e nos deu inúmeros exemplos de como vivermos em comunhão.
Mas porque falamos tanto em comunhão? É simples. Porque só por ela e através dela, aprendemos a lidar com as diferenças entre nós. E isso vai muito além do relacionamento que você tem com seus colegas do trabalho ou da escola. Trata-se de ter comunhão com alguém, não de ter que suportar alguém.
Ninguém vai a um estádio de futebol com a camisa do seu time do coração para sentar-se no meio da torcida adversária. Aquele não é o seu espaço, ele não faz parte daquele grupo. Mas… e na igreja? Aquelas pessoas que não fazem parte do “nosso grupo”, da nossa linha de raciocínio, elas têm encontrado espaço em nosso meio ou são vistas como um estranho?
Nunca antes na história as pessoas necessitaram tanto se sentir em família, e até de certa forma acolhidas, como hoje. Isso é resultado de uma vida acelerada e desprendida de valores para a qual a humanidade caminha a passos bem largos.
É aí que se encontra (ou pelo menos deveria se encontrar) o diferencial da Igreja de Cristo. Assim como Ele, nós também devemos readquirir o hábito da aceitação, da cordialidade; readquirir a cultura de se preocupar com o próximo como se estivesse em sua pele. Afinal, não foi isso que Deus fez? Mandou o Seu filho sofrer na própria carne as nossas dores. E não há maior exemplo de comunhão do que este: sentir a dor do outro!

quarta-feira, 23 de março de 2011

Confissão Positiva


Há realmente poder em nossas palavras?

por :Antônio Pereira da Costa Júnior


Há alguns dias entrei numa livraria evangélica. Olhando as novidades, vi, estupefato, que as obras que estavam à vista eram aquelas que falavam sobre o poder inerente da língua. Como: “Há poder em suas palavras”, “Zoe: a própria vida de Deus”, “A sua saúde depende do que você fala”, etc.

Conversando com a atendente perguntei-la sobre os livros que estavam mais escondidos, como por exemplo, os livros de teologia, de referências, de história da Igreja, etc. Ela respondeu-me que são livros que não sai das estantes, a não ser que algum pastor, professor ou seminaristas venham a adquiri-los. E disse-me que mais de 90% das pessoas que freqüentam a livraria só compram livros dessa “nova teologia”.

É lamentável que isto seja um reflexo da falta de conhecimento da Igreja hodierna. As pessoas não querem mais pesquisar a fundo o que se vende ou se escuta por ai. Só querem bênçãos, sem se importar com o abençoador. Querem as coisas de Deus, embora não pensem em conhecê-Lo. Buscam o pão da terra, mas rejeitam o pão do céu. Nestas poucas linhas tentarei demonstrar que apesar de estar impregnada na Igreja como um todo, a confissão positiva é uma falha grave da chamada “teologia moderna”.


DEFININDO OS TERMOS

O que é o Movimento do Pensamento Positivo? É a crença em que o pensamento de uma pessoa é o fator primordial em relação a suas circunstâncias. Só em ter pensamentos positivos todas as influências e circunstâncias negativas serão vencidas.

E o Movimento de Confissão Positiva? É a versão cristianizada do pensamento positivo que essencialmente substitui a fé em Deus pela habilidade de ter fé em si mesmo. O simples fato de confessar positivamente o que se crê faz com que o desejo confessado aconteça. (1)

O verbo decretar está sendo conjugado dia-a-dia pelas mais variadas denominações. Não são poucas as pessoas que usam o jargão evangélico: “Tá decretado!” Não faz muito tempo às famosas frases de efeito no meio evangélico eram outras bem menos danosas para a fé cristã, como, por exemplo: “O sangue de Cristo tem poder” – nem sempre usada no contexto correto –, “Tá amarrado!” etc.

Mas, qual o motivo da frase “tá decretado” – e suas variações – estar errada? Não temos que reivindicar os nossos direitos junto ao Pai? Não somos filhos do Rei? As nossas palavras não possuem poder?

Para responder, sinceramente, a estas e outras perguntas, gostaria de dar algumas explicações do por quê não creio na assim chamada “confissão positiva”.

Devemos também lembrar-nos de que o termo “decreto” pertence somente ao Senhor de Toda Glória, como bem falou Rubens Cartaxo Junior: “ Os Decretos eternos de Deus é exclusivo de Sua pessoa o qual fez desde a Eternidade - Sl 33.11; Is 14.26-27; 46.9-10; Dn 4.34-35; Mt 10.29-30; Lc 22.22; At 2.23; 4.27-28; 17.26; Rm 4.18; 8.18-30; I Co 2.7; Ef 1.11; 2.10; II Tm 1.8-9; I Pe 1.18-20. Estes textos demonstram que Deus tem um propósito, ou um plano, para o Universo que criou. Este plano existe antes da criação. É um plano sábio, de acordo com o conselho de Deus. Ninguém pode anulá-lo, pois é Eterno”. (2)

A “confissão positiva” é parte da “teologia da prosperidade”, tão divulgada e recebida pela Igreja brasileira. Esta doutrina vem sendo divulgada há alguns anos no Brasil, especialmente por R. R. Soares que é o responsável pela divulgação dos livros de Kenneth E. Hagin, principal expositor desta doutrina. Hagin diz que recebeu a fórmula da fé diretamente de Jesus, e mandou escrever de 1 a 4 esta “fórmula”. Com ela, diz, pode-se conseguir tudo. Consiste em:

(1) "Diga a coisa" , positiva ou negativamente, tudo depende do indivíduo.

(2) "Faça a coisa" , o que nós fazemos irá determinar a nossa vitória.

(3) "Receba a coisa", a fé irá dinamizar a ação e Deus tem que responder, pois está preso a “leis espirituais”.

(4) "Conte a coisa", para que outras pessoas possam crer. Deve-se usar palavras como: decretar, exigir, reivindicar, declarar, determinar, e não se pode pedir “se for da tua vontade”, pois isso destrói a fé.

Não são poucos os líderes que adotam e pregam essa doutrina. Como disse o próprio R. R. Soares em uma entrevista para a Revista Eclésia, quando perguntado se ele era adepto da teologia da prosperidade, ele respondeu:

“...Agora, eu prego a prosperidade. Prefiro mil vezes pregar teologia chamada da prosperidade do que teologia do pecado, da mentira, da derrota, do sofrimento... A teologia da prosperidade, pelo que se fala por aí, eu bato palmas. Não creio na miséria. Essa história é conversa de derrotados. São tudo um bando de fracassados, cujas igrejas são um verdadeiro fracasso”. (3)

Para muitos, ganhar e ter dinheiro viraram sinônimos de vitória. E o que mais nos impressiona é a suposta “base bíblica” para defender seus devaneios. Um exemplo clássico é o texto de Filipenses 4:13 – que virou um moto na boca dos cristãos hodiernos – que diz: “Posso todas as coisas em Cristo que me fortalece” . Só que os adeptos da teologia da prosperidade ignoram por completo o contexto da passagem. Veja o que diz os versos 11 e 12: “Não digo isto como por necessidade, porque já aprendi a contentar-me com o que tenho. Sei estar abatido, e sei também ter em abundância; em toda a maneira, e em todas as coisas estou instruído, tanto a ter fartura, como a ter fome; tanto a ter abundância, como a padecer necessidade”.

Em outras palavras Paulo diz-nos que poderia passar por qualquer situação – fome, abatimento, necessidade, ter de tudo e não ter nada – pelo simples fato de que a sua força, em momentos de tribulação ou não, era Jesus Cristo.

Esse movimento pensa que a língua e a mente têm um poder que pode criar as circunstâncias ao nosso redor. Não é mais do que uma “parapsicologia evangélica”. Muitas das coisas que os “doutores da fé” dizem são clones dos ensinamentos do poder da mente, muito explorado pelo Dr. Joseph Murphy anos atrás. Ele escreveu alguns livros como: “Como usar as leis da mente”, “Conversando com Deus”, “As grandes verdades da Bíblia”, “A magia do poder extra-sensorial”, “O poder do subconsciente”, dentre outros.

Vou apenas citar um trecho do livro “A paz interior”, do Dr. Murphy para vermos que se parece muito com os “doutores da fé”. Comentando João 1:5-7 ele diz: “As trevas referem-se à ignorância ou falta de conhecimento da maneira como a mente funciona. Estamos nas trevas quando não sabemos que somos o que pensamos e sentimos. O homem está num estado condicionado do Não-condicionado, com todas as qualidades, atributos e potenciais de Deus . O homem está aqui para descobrir quem é. Não é um autônomo. Tem a capacidade de pensar de duas maneiras: positivamente e negativamente . Quando começa a descobrir que o bem e o mal que experimenta são decorrentes exclusivamente da ação de sua própria mente, começa a despertar do senso de escravidão e limitação ao mundo exterior. Sem conhecer as leis da mente , o homem não sabe como produzir seu desejo”. (4) (grifo nosso)

Vejamos ainda o que Jorge Linhares diz em seu livro: “Bênção e Maldição”, onde mostra um Deus dependente do homem, este é o Evangelho da Confissão Positiva e do Evangelho da Maldição – “Palavras produzem bênção... [ou] maldição... Palavras negativas... dão lugar a opressão demoníaca... ...Palavras positivas (confissão positiva), amorosas, de fé, de confiança em Deus, liberam o poder divino para desfazer a opressão...” (5)


SUPOSTA BASE BÍBLICA DA CONFISSÃO POSITIVA

Existem algumas supostas bases bíblicas que os defensores da confissão Positiva usam para defender esta doutrina, vamos dar apenas três passagens para não tomar muito tempo, no entanto, as demais passagens seguem basicamente esta linha de interpretação.

Marcos 11:22-23 “E Jesus, respondendo, disse-lhe: Tende fé em Deus; Porque em verdade vos digo que qualquer que disser a este monte: Ergue-te e lança-te no mar, e não duvidar em seu coração, mas crer que se fará aquilo que diz, tudo o que disser lhe será feito”.

Os defensores apregoam que o verso acima ensina que devemos ter a fé de Deus, ou seja, a confissão que gera as coisas. Declarar a existência de coisas que do nada virão a existir, podendo assim criar a realidade que quisermos.

O Pr. Jorge Issao Noda explica muito bem esta passagem em seu livro: “Somos deuses?”, ele diz; “Copeland editou uma Bíblia de referência onde este texto tem uma leitura alternativa: ‘Tende a fé de Deus'. Capps, Price, Hagin, são unânimes nesta interpretação. Hagin afirma, inclusive, que ela está de acordo com a visão dos eruditos em grego. O texto diz: echete (tende) pistin (fé) theou (de Deus). De Deus? Então Deus tem fé! Sendo assim, os mestres da Fé têm razão. Os cristãos, através dos séculos, estiveram interpretando erroneamente este texto. Xeque-mate? De maneira nenhuma. Robertson, um dos maiores eruditos em grego, afirma que o texto deve ser traduzido para ‘tende fé em Deus' porque se trata de um genitivo objetivo. Neste caso Deus não é o sujeito da fé (fé de Deus), mas o objeto da fé (fé em Deus). Os eruditos em grego maciçamente concordam com Robertson, contrariando a afirmação de Hagin”. (6)

Temos que ter fé em Deus, essa nossa fé em Deus é que faz com que os montes que enfrentamos a cada dia sejam superados, não pelo poder inerente a fé, mas no poder inerente do doador da fé, ou seja, o nosso Deus. Sem essa fé não venceremos, mas com Ele somos mais do que vencedores.

Provérbios 6:2 – “E te deixaste enredar pelas próprias palavras; e te prendeste nas palavras da tua boca”.

Este texto, dizem, significa que o poder de não passar por problemas está na língua. No entanto, Salomão está falando da pessoa que ficou por fiador de outro, como expressa o versículo anterior: “Filho meu, se ficasse por fiador do teu companheiro, se deste a tua mão ao estranho, e te deixaste enredar pelas próprias palavras; e te prendeste nas palavras da tua boca”. (grifo nosso)

A Bíblia de Genebra explica o termo “enredado”: “Pedir dinheiro emprestado é uma coisa, mas prover segurança para outrem é caminhar para dentro de uma armadilha feita pelo próprio indivíduo”. (7)

Provérbios 18:21 – “A morte e a vida estão no poder da língua; o que bem a utiliza come do seu fruto”.

Este versículo explica que devemos ter o cuidado de que nossas palavras não venham a nos trazer situações embaraçosas. Temos que saber como dizer as coisas, pois certamente colheremos situações que são causadas por nós mesmos. No entanto, este verso não dá margem para dizer que são as palavras em si que nos dá o controle das circunstâncias da nossa vida. São situações específicas e não o destino do ser humano que é traçado pela verbalização dos nossos desejos interiores.

Para uma compreensão melhor do que eu quero dizer, deixe-me mostrar-lhes algumas implicações práticas sobre a Confissão Positiva. Se você crer nesta doutrina, então terá que desconsiderar aquilo que eu irei falar a seguir. Mas se você quer ponderar o assunto, leia com atenção as frases seguintes.


IMPLICAÇÕES PRÁTICAS DE SE CRÊ NA DOUTRINA DA CONFISSÃO POSITIVA

Citaremos algumas implicações preocupantes que comprovam a periculosidade desta doutrina para os cristãos menos desavisados:

1 – A Doutrina da confissão positiva aniquila a Soberania de Deus.

Deus não depende das palavras dos homens para agir. Deus é e sempre será Soberano. Soberania é o atri buto pelo qual Deus possui completa autoridade sobre todas as coisas criadas, determinando-lhe o fim que desejar (Gn 14:19; Ne 9:6; Ex 18:11; Dt 10:14-17; I Cr 29:11; II Cr 20:6; Jr 27:5; At 17:24-26; Jd 4; Sl 22:28; 47:2,3,8; 50:10-12; 95:3-5; 135:5; 145:11-13; Ap.19:6).

Já imaginou um Deus que depende do homem para agir? Com certeza Ele entraria em enrascada se estivesse sujeito às oscilações da vontade humana. Eu mesmo não queria um Deus desse tipo. Prefiro o Deus da Bíblia que “tudo faz como lhe apraz”. (Sl 115:3).

2 – A Doutrina da confissão positiva enaltece o homem.

Quando entendemos biblicamente quem na realidade é o homem, ficamos sobremaneira conscientes de nossas falhas e limitações. Quanto mais a confissão Positiva enaltece o homem, mais eu vejo o seu erro. A Bíblia nos mostra claramente que o homem nada é comparado ao Senhor nosso Deus.

A Bíblia retrata como na verdade é o homem (Ezequiel 16:4-5; Is 1:6 Rm 3:10-18; Sal 51:5; 58:3; Is 48:8; João 5:40; Rm 1:28; 3:11, 18; II Pedro 3:5; Rm 8:8; Jr 13:23; João 6:44-45; Rm 8:6-8; Ef 4:18; Rm 1:21; Jr 17:9).

3 – A Doutrina da confissão positiva dá mais valor a palavra falada do que às Escrituras.

Onde fica a luta de reformadores como Lutero? Muitos foram aqueles que lutaram para que hoje tivéssemos a Palavra de Deus em nossas mãos. Muito sangue foi derramado para que pudéssemos ler às Escrituras sem a interferência da vontade humana. Onde fica o princípio da “Sola Scriptura”? A Bíblia deixou de ser relevante para as nossas vidas? Creio firmemente que não e os textos bíblicos confirmam isso - Sl 19:7-11; Sl 119; Jo 5:39; Rm 15:4; II Tm 3:16-17.

Amado irmão, se precisássemos apenas falar e declarar para que as circunstâncias adversas fossem resolvidas e vivêssemos rica e abundantemente sem problemas, então porquê a Bíblia dá tanta ênfase a suportar o sofrimento? Se Paulo tivesse o poder de parar de sofrer decretando, então como foi que ele teve que ficar com o espinho na carne? Deixemos de incoerência e vivamos a verdade da Palavra do Senhor!

“Por isso sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias por amor de Cristo. Porque quando estou fraco então sou forte”. II Co 12:10.

4 – A Doutrina da confissão positiva dá um conceito simplista da fé cristã.

O evangelho de Cristo é o evangelho da cruz, da renúncia, do arrependimento, do nascer de novo. O cristianismo de hoje é um cristianismo sem cruz, sem sacrifícios. Gosto de dizer que é o “evangelho boa vida”, evangelho “não-faça-nada-e-ganhe-tudo”. Esse não é o evangelho de Cristo. Basta vermos alguns textos para comprovar o que estou dizendo – Jo 3; Mt 16:24; Mc 8:34; Lc 9:23; Gl 6:12; Mt 3:8; Lc 5:32; II Pd 3:9, etc.

5 – A Doutrina da confissão positiva não tem o respaldo na História da Igreja.

Fico imaginando Lutero ou Calvino orando da seguinte maneira: “Eu decreto que a partir de hoje o papado vai morrer, reivindico que todos os inimigos do evangelho sejam transportados para o inferno. Declaro explicitamente que não mais haverá mais heresias e que os inimigos da cruz de Cristo vão desaparecer da face da terra. Está decretado em nome de Jesus!”

Essa oração nunca aconteceu. Dentro da História da Igreja não se tem notícia de coisas absurdas como essa. Será que todos os grandes homens de Deus estavam enganados a respeito de sua fé? Quando examinamos biografias diversas dos homens de Deus, seja de quem for, notamos uma única nota coerente em todos: Verdadeira humildade. Todos foram humildes em afirmar a soberania de Deus e a fraqueza do homem. Agora, o homem quer mandar em Deus? Meus amados somos servos e não senhores. E basta para nós sermos apenas servos.

Conclusão: Estude a Palavra e não fique por ai repetindo, como papagaio, aquilo que você escuta na televisão. É muito fácil pregar heresias. É muito prático dizer um “abracadabra” evangélico para que tudo se resolva. Difícil é estudar com afinco às Escrituras, passar horas debruçado sobre as páginas santas desse livro. Buscar de Deus o verdadeiro sentido da vida, entender às verdades centrais desse livro, no entanto, é salutar.

Como a Igreja do Senhor está precisando de bereanos hoje em dia. Você quer ser um deles? Oxalá que sim! Deus o abençoe.

Não há poder em suas palavras!




Existe um documentário nas locadoras, muito controvertido. É o vídeo do Dr. Masaru Emoto que alega ter descoberto o poder da água, e que nossas palavras e pensamentos positivos podem influenciar até um copo de água. Bons pensamentos e palavras agradáveis formam lindos cristais de água, ao passo que maus pensamentos e palavras negativas não se formam cristais ou aparecem maus formações de cristais.
Tudo com um ar cientifico, laboratórios onde são apresentados suas descobertas, livros editados como a “A Mensagem da água” e o vídeo – O Poder da Água – a força dos nossos pensamentos e emoções”.
O vídeo – O Poder da Água – pode ser enquadrado como “Pseudociência”, ou seja não faz parte da ciência reconhecida ou ortodoxa. A problemática é que milhões acabam aceitando estas descobertas “cientificas” como comprovadamente verdadeiras.
Cristãos podem beber desta fonte?
Trazendo estas questões para o Cristianismo, veremos logo em breve – se já não estiverem acontecendo em alguns lugares – alguns pregadores falando sobre esta descoberta que afirma “O Poder das Palavras.” Nos anos oitenta e inicio dos anos noventa não ouvíamos este falso ensino de “Poder das palavras” em muitos lugares cristãos. Mas no final dos anos noventa e entrando no Novo Milênio este falso ensino se popularizou e ganhou força.
Este ensino Neopentecostal está muito em moda nestes dias onde muitos pregadores dizem que “Há Poder em Suas Palavras” e expõem um sermão cristão misturado com paganismo místico. Todo este ensino de “há poder nas palavras” surgiu no mundo cristão nos anos 50 quando um pastor americano Norman Vicent Peale lançou o livro O Poder do Pensamento Positivo – em 1952. Era um livro evangélico de auto-ajuda, que ensinava que a fé pode conseguir qualquer coisa. A síntese do livro é a seguinte formula: “Ore, imagine, realize”.
A Revista Veja de 4 de abril de 2007, apresenta a crença no pensamento positivo é bem explorado pela filosofia da “Auto-Ajuda”, sendo que a revista declara na pg. 78:
Ninguém obviamente pode “atrair” um câncer ou se curar de um tumor apenas pela força do pensamento negativo ou positivo, conforme o caso. Todas as pesquisas criteriosas mostram isso com clareza aritmética.”
Devemos entender que este ensino não provém da Bíblia, mas das seitas místicas e movimentos esotéricos, como a Nova Era, que também ensinam que “as palavras tem poder”. Nem Jesus nem a Igreja Primitiva, nem os apóstolos, assim como em toda a Historia da Igreja Cristã Mundial não encontramos estes ensinos, é algo pagão e provém de mitos, é um ensino que veio do mundo das superstições e compartilhado no mundo pagão sem Deus (2Tm 4: 3,4).
Qualquer passagem usada para defender tal ensino é uma afronta a inteligência, pois não existe tal ensino em toda a Bíblia, no Antigo Testamento e também no Novo Testamento. Passagens do Antigo testamento como Provérbios 18.21 ensinam “um poder nas palavras”? O único ensino de “poder nas palavras” que observamos pela Bíblia é o poder destruidor das palavras e seus efeitos. Por exemplo: Através de palavras ofensivas a uma pessoa poderei magoar um irmão de tal maneira que será mais fácil conquistar uma cidade do que aquele irmão (Pv 18.19).
Aliás, por todo o capitulo 18 de provérbios o ensino do bom uso da língua é uma realidade, mas o ensino místico e esotérico de que nossas palavras sejam “entidades” carregadas de bênçãos e maldições, não encontra apoio nem no judaísmo nem na Bíblia, mas no ocultismo.
Em Provérbios 18.7, encontramos tal declaração: “A boca do tolo é a sua própria destruição”, ou seja, não que as palavras que saem de nossas bocas sejam maldições, mas por falar demais ou em horas inapropriadas, poderei acarretar vários problemas e destruições que poderiam ser evitadas. No Novo Testamento o ensino sobre a língua e as palavras que proferimos se encontra em algumas passagens dentre elas (Tiago 3.1-12).
Onde apresenta o dever de controlar este membro e também é apresentado o seu poder destrutivo. O poder da língua (VV.3-5), que é comparado ao freio do cavalo, ao leme e ao fogo, mas o ensino ocultista e esotérico que muitos alardeiam de “há poder das palavras”, não encontra apoio em nenhuma passagem das Escrituras. O que existe na verdade, são os efeitos destas palavras sobre as pessoas, nada mais!
Alguns usando passagens indevidas, e outros usando argumentações sem a devida interpretação fazem muita confusão. Por exemplo, alguns argumentam que Jesus é apresentado sendo o Verbo e falar e não pensar quando ia realizar suas obras, era para mostrar ao povo que “As Palavras tem Poder”. Este raciocínio é falso, pois na verdade a intenção de Jesus era mostrar para as pessoas que Ele era o Cristo. Quando Deus disse que: “Haja Luz”, não estava ensinando que “Há Poder nas suas Palavras”, mas sim que Ele é o Criador de todas as coisas, e somente Ele pode realizar obras criadoras. O ensino que afirma que devemos “anular as palavras de maldições senão damos legalidade para o Diabo”, também não é sustentável pela Palavra de Deus.
Conclusão
Estamos presenciando a era do fim, os momentos que antecedem o Anticristo, e é notório que a mentira se espalhe de uma maneira mais eficaz. A Operação do Erro já opera nos filhos da desobediência (2 Tss. 2.8-11) e a mentira encontrará mais aceitação entre aqueles que não obedecem a Palavra do Senhor, e também de cristãos materialistas e secularizados.
O líder que hoje menosprezar a Historia da Igreja e a Hermenêutica Bíblica aceitará enganos quase imperceptíveis. Nosso dever como lideres é conhecer a Bíblia de uma maneira profunda (Tito 1:9). Infelizmente quem sofre é o povo de Deus por acreditar nestes falsos ensinos e palavras mágicas que são usadas pelas seitas da Nova Era, assim como pelo Xamanismo, Seicho-No-Ie, Logosofia e toda sorte de ocultismo.

Fonte: [ NAPEC ]

terça-feira, 22 de março de 2011

GIGANTES...



O desafio mais difícil da vida não é vencer o Golias que te afronta externamente, mas sim vencer os gigantes que desafiam a alma.
Quando observamos o episódio bíblico do pequeno Davi vencendo Golias, observamos fatos interessantes com relação ao(s) verdadeiro(s) gigante(s) a ser(em) vencidos. Vemos um exército de homens guerreiros aprisionados dentro de si mesmos; entenda o verdadeiro gigante a ser vencido não era realmente o guerreiro Golias, mas os gigantes internos que aprisionavam a alma daqueles homens. O medo, a fraqueza de caráter, a intimidação, o complexo de inferioridade, mas hoje podemos encontrar além desses, muitos outros gigantes que desafiam  a  alma, como a raiz de rejeição, a dor, conflitos interiores, crises existenciais, a depressão, a angústia, as feridas causadas por uma traição, o sentimento permanente de fracasso, a infelicidade de quem finge ser feliz, enfim, esses e muitos outros sentimentos que te levam a um estado de inércia, roubando seu poder de reação, paralisando você diante de tantas afrontas externas, nas mais diversas situações e relações do dia-a-dia.
O escritor Augusto Curi afirma algo muito interessante, em um dos seus livros: "Existiram escravos que foram libertados e homens livres que se tornaram escravos. Os que foram livres sendo escravos era livres interiormente! Os que se tornaram escravos sendo livres foram escravos no mundo dos seus pensamentos e no território das suas emoções!" ('Superando o cárcere da emoção' - Pág.13)
Aquele exército de homens diante das afrontas de Golias, eram homens escravizados em suas almas, no mundo das suas emoções. Homens sem coragem e ousadia, aprisionados pelo medo e pelo complexo de inferioridade. Homens sem forças para lutar, porque já haviam sido derrotados em suas almas. Homens sem atitudes ou reação, pois, já estavam "mortos" em suas emoções. Homens com a honra ferida, desonrados pelos xingamentos e a vergonha moral provocados pelo gigante Golias. Homens derrotados por um adversário que não precisou lutar contra eles. Um exército derrotado pelo medo e pela covardia. Prisioneiros uqe pensavam que eram livres, mas que eram dominados por gigantes da alma.
Talvez, seja essa sua situação, uma pessoa aparentemente livre, mas as aparências enganam, e você vive preso e infeliz, por causa de gigantes que te derrotam na alma. De repente, você tem graves problemas de desvio de caráter, e até consegue disfarçar isso muito bem, com máscaras e "encenações teatrais" para esconder bem quem você na verdade é. O medo da rejeição é teu carrasco e o carcereiro da sua alma.
Qual é o gigante que te afronta a alma e fere profundamente suas emoções?! Talvez, não seja apenas um gigantes, mas um exército de gigantes...
Seja qual for a sua situação há um meio de se vencer os gigantes da sua vida. Há uma esperança para sua vida. Há um jeito de vencer essa depressão que está te levando para o caminho da morte, há como vencer essa raiz de rejeição que está enterrrando você vivo matando suas emoções, há uma forma legal de sair do cárcere do medo que açoita cotidianamente sua alma... ainda há uma chance de você vencer os gigantes que desafiam e aprisionam sua alma. Davi venceu o gigante Golias, e nos ensinou o segredo dessa vitória.
"Davi disse ao gigante Golias: você vem contra mim com espada, com lança e com dardos, mas eu vou contra você em nome do Senhor dos exércitos (Deus), o Deus dos exércitos, a quem você desafiou com suas afrintas." (I Samuel 17:45)
O segredo é: Lute na força do Espírito Santo de Deus. Com O Espírito Santo a vitória é garantida. Onde o Espírito de Deus está não há prisão, cárcere, mas há verdadeira liberdade. O Espírito Santo é um Espírito de força, ousadia e intrepidez da parte de Deus. E o Espírito Santo te ajudará em todas as suas frauqezas (Romanos 8:28).
"Finalmente, fortaleçam-se no Senhor (através do Espírito Santo) e na força do seu poder. Rvesti-vos de toda armadura de Deus, para que possais estar firmes contras as astutas ciladas (e gigantes) do diabo." (Efésios 6:10, 11 - entre parenteses meu!).
Andreé Veríssimo :: Vencendo gigantes!!!

Compreendendo o Dízimo (uma visão legalista)

Salve!
Que Malaquias, é o unico livro q começa no capítulo 3 e no verso 10, todo mundo já sabe. Mas mais q isso, é importante compreender o entendimento de um legalista quanto aos dízimos e ofertas. E essa tirinha aqui mostra exatamente de oq é q estou falando!


Jesus "Cosa Nostra", intimidando quem não colabora, é tenso! hahahahahahaha
vi no http://operiscopio.wordpress.com/

Condenado o pastor que estuprou garota em nome de Jesus



Meados de 2006. Patrícia (nome fictício) estava prestes a completar 14 anos e gostava do filho do pastor José Leonardo Sardinha (foto), da Igreja Assembléia de Deus Ministério Plenitude. Mas o rapaz não se interessava por ela. Mas o pastor, sim. (Viu só!! Também temos nossos escândalos sexuais)

Então Sardinha disse à menina que teve um sonho profético (Patético ele quis dizer): se fizesse um sacrifício, como Abraão havia feito na Bíblia (Peraí!! Nosso Patriarca não encoxou ninguém), ela conquistaria o seu filho.
O sacrifício em nome de Jesus seria ter com ele relações sexuais por três vezes.(A menina não deveria ser lá muito bonita se não ele teria pedido sete sob o pretexto de ser o numero de Deus)

Sardinha recebia mensagens divinas com freqüência, conforme suas pregações aos fiéis, mas nenhuma lhe alertou que ia ser condenado à prisão por estupro e atentado violento ao pudor. (Deus Twittava para ele, por isso não deu espaço para avisar do lance das algemas e coisa e tal, afinal de contas são somente 140 caracteres) 

No dia 6 de novembro, a juíza Jucimara Esther de Lima Bueno, da 26ª Vara Criminal Central, de São Paulo, condenou-o a 21 anos de cadeia em regime inicialmente fechado. (Inicialmente fechado e espero que fechado com outros marmanjos que saibam de seu crime sexual) 

Ele já estava preso preventivamente desde 24 de março deste ano no Centro de Detenção Provisória de Vila Independência, para que não intimidasse familiares da vítima (Ele intimidaria com o discurso de não tocar no ungido do Senhor aposto!), os quais teriam sido perseguidos por fiéis (toupeiras) da igreja por algum tempo.

Na sentença, a juíza sublinhou que Patrícia tinha se tornado em “refém do discurso do pastor”.

Ao se entregar pela primeira vez ao Sardinha, a garota, que era virgem, perguntou se o sonho que ele tivera era mesmo “de Deus”. O pastor garantiu que sim, que ele nunca brincaria com o nome de Deus (Não só brincou com o nome de Deus, mas também com a vida da ovelha! Vergonha!). E em um motel (Se era sacrifício à Deus porque não consumaram o ato no Púlpito???), em três diferentes ocasiões, o pastor abusou da menina, em coito anal e vaginal. A menina sentia dores, mas o religioso dizia que sacrifício a Deus é assim mesmo. (Sem comentários)

Depois de ter feito o “sacrifício”, a garota ficou chateada porque a profecia não se cumpriu: (há!!?) o filho do pastor continuava ignorando-a. Para acalmar a menina, o Sardinha, em um culto, chegou a pregar que as coisas ocorrem no tempo de Deus, não quando as pessoas querem. O pastor já tinha dito à menina, na terceira vez que a levou para o motel, que ela deveria ser dele, que ele deixaria a mulher para se juntar a ela.

Patrícia desistiu do filho do pastor e acabou acreditando que o religioso gostava dela. Voltaram a ter relacionamento sexual, agora com o consentimento dela (Sim, agora deixou de ser errado!). Regina, a mãe de Patrícia, disse que não desconfiou de nada. “Ele era (era) um homem de Deus.” Quando Regina soube do namoro, ela contou para a mulher do pastor, que teria sido perdoado (consta que não foi a primeira vez). Mas logo depois o inferno do pastor ia começar: o caso foi levado ao Ministério Público, que o denunciou à Justiça. 

Na Justiça, o pastor se defendeu dizendo que tudo foi invenção da Regina (Será que ele queria mãe e filha??), com quem, disse ele inicialmente, teve um caso extraconjugal. A invenção, portanto, teria sido uma vingança de Regina. O que não ficou provado. Além disso, em seus depoimentos à polícia e à Justiça, o pastor se contradisse (O tenso foi que sua única “testemunha” o Espírito Santo nem apareceu na oitiva) em vários pontos, anotou a juíza Jucimara em sua sentença, de onde foram tiradas as informações deste post. Acostumado a ludibriar os féis com a oratória, o evangélico foi condenado, em parte, por suas próprias palavras.

 
fonte: http://www.crentassos.blogspot.com/

A Consciência do Reino de Deus