Se você for meu amigo, e estiver preocupado com minha alma, dê-me a verdade. Não me lisonjeie. Não elogie minhas virtudes enquanto fica calado quanto as minhas falhas. Não tema que a verdade vá me ofender. Não ponha nossa amizade e nossas relações amistosas acima de minha salvação. Não pense que ignorando meus pecados você possa me ajudar. Não pense que ficando cego para meus pecados, você me dará provas de ser caridoso. Não importa como vou reagir a isso, qualquer que possa ser minha atitude para com você; dê-me a verdade. Pois a verdade, e somente a verdade, pode libertar-me dos grilhões do pecado, fortalecer-me no caminho da justiça e levar-me às alegrias do céu. Se eu estiver hesitante, fraco, desinteressado, indiferente, negligente; se eu tiver sido puxado para os prazeres deste mundo; se eu tiver deixado o meu primeiro amor; se eu tiver sido desencaminhado pelo erro; ou se eu não tiver feito nada disso, mas simplesmente precisar crescer em conhecimento e ser edificado; dê-me a verdade.
Portanto seres pensantes questionam e muito! Como os nossos irmãos de Beréia. Seria isso apavorante? Não, nem um pouco. Penso...logo existo! Para Descartes pensar é sinal de existência, no evangelho de hoje, quem pensa não consegue subsistir. "Penso, logo existo" (Descartes) "Não pense, faça o que eu digo" (Alto Clero Evangélico)
sábado, 24 de julho de 2010
Argila nas mãos do Oleiro
Jó disse a Deus, "As tuas mãos me plasmaram ... Lembra-te de que me formaste como em barro" (Jó 10:8,9). O que Jó disse, todos nós podemos dizer. Como criador de nossos corpos (Salmo 139:13-16) e "Pai espiritual" (Hebreus 12:9), ele predestinou aqueles a quem de antemão conheceu "para serem conformes à imagem de seu Filho" (Romanos 8:29). Paulo expressou confiança quanto aos filipenses: "... aquele que começou boa obra em vós há de completá-la até ao Dia de Cristo Jesus" (Filipenses 1:6).
Podemos resistir a Deus
Deus limitou seu próprio poder para cumprir seu propósito em nós, dando-nos livre arbítrio. O salmista disse de Israel: "Quantas vezes se rebelaram contra ele no deserto e na solidão o provocaram! Tornaram a tentar a Deus, agravaram o Santo de Israel" (Salmo 78:40-41). Por causa da teimosa rebelião dos israelitas, Deus não pôde fazer por eles o que tinha desejado.
Isaías repreendeu Israel: "Que perversidade a vossa! Como se o oleiro fosse igual ao barro, e a obra dissesse do seu artífice: Ele não me fez; e a cousa feita dissesse do seu oleiro: Ele nada sabe" (Isaías 29:16). É inimaginável que os vasos tivessem tal procedimento para com seu criador. Contudo, os humanos exprimem estas atitudes para com Deus.
Um jornal da cidade onde moro estampou um artigo sobre a autora de um livro recente. Ela aparentemente começou como crente em um Deus verdadeiro, mas como adotou uma filosofia feminista radical ela obviamente decidiu que o Deus verdadeiro que a fez "nada sabe". Evidentemente, ela então chegou a negar que ele a tinha feito, pois seu livro descreve "sua busca para encontrar um deus -- ou deusa -- com o qual ela se sinta à vontade". Em outras palavras, ela acha que Deus é argila que ela pode moldar em qualquer coisa que ela queira que "ele, ou ela" seja. Freqüentemente, as pessoas envolvidas com homossexualismo, casamentos contra as Escrituras e outros pecados, criam seu próprio deus imaginário que tolerará seu estilo de vida escolhido.
Isaías repreendeu Israel: "Que perversidade a vossa! Como se o oleiro fosse igual ao barro, e a obra dissesse do seu artífice: Ele não me fez; e a cousa feita dissesse do seu oleiro: Ele nada sabe" (Isaías 29:16). É inimaginável que os vasos tivessem tal procedimento para com seu criador. Contudo, os humanos exprimem estas atitudes para com Deus.
Um jornal da cidade onde moro estampou um artigo sobre a autora de um livro recente. Ela aparentemente começou como crente em um Deus verdadeiro, mas como adotou uma filosofia feminista radical ela obviamente decidiu que o Deus verdadeiro que a fez "nada sabe". Evidentemente, ela então chegou a negar que ele a tinha feito, pois seu livro descreve "sua busca para encontrar um deus -- ou deusa -- com o qual ela se sinta à vontade". Em outras palavras, ela acha que Deus é argila que ela pode moldar em qualquer coisa que ela queira que "ele, ou ela" seja. Freqüentemente, as pessoas envolvidas com homossexualismo, casamentos contra as Escrituras e outros pecados, criam seu próprio deus imaginário que tolerará seu estilo de vida escolhido.
Podemos reconhecer Deus
"Mas agora, ó SENHOR, tu és nosso Pai, nós somos o barro, e tu, o nosso oleiro; e todos nós, obra das tuas mãos" (Isaías 64:8). Deus "é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo quanto pedimos ou pensamos, conforme o seu poder que opera em nós" (Efésios 3:20). Ele tem a visão mais clara do que deveríamos ser, e a sabedoria e poder para nos formar nessa imagem. Mas temos que permitir que tal poder aja em nós.
O poder de Deus opera através de sua palavra, através da amizade dos santos e através da oração (2 Coríntios 3:18; Hebreus 10:25; 4:16). Para nos beneficiarmos, temos que perseverar "na doutrina dos apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas orações" (Atos 2:42).
O poder de Deus para nos moldar é também cumprido através da perseguição e da provação. Estas podem vir de Satanás, mas Deus pode usá-las "para aproveitamento, a fim de sermos participantes da sua santidade" (Hebreus 12:10). Além do mais, a bela cerâmica tem que ser girada e moldada, marcada e alisada e até queimada no forno a altas temperaturas para torná-la o vaso valioso que assim se torna.
Deus pode refazer-nos
Deus pode refazer-nos
Um dos maiores impedimentos para o cumprimento do propósito de Deus em nossa geração é a cada vez mais universal idéia de que "temos o direito de fazer o que nos agrada, e não é da conta de ninguém". Aquele que tem esta atitude para com as pessoas inevitavelmente terá a mesma para com Deus. De fato, não temos nós tratado Deus deste modo algumas vezes?
Quando eu era jovem, pensei que eu tinha um quadro bem claro do que Deus queria fazer comigo. Agora que sou mais velho, percebo quanto estou longe disso, e é tudo culpa minha. Deus não foi capaz de fazer de mim o que eu poderia ter sido porque resisti ao seu poder e permiti que outras influências me moldassem em algo muito menos útil e valioso. Mas ainda há esperança.
"Desci à casa do oleiro, e eis que ele estava entregue à sua obra sobre as rodas. Como o vaso que o oleiro fazia de barro se lhe estragou na mão, tornou a fazer dele outro vaso, segundo bem lhe pareceu. Então, veio a mim a palavra do SENHOR: Não poderei eu fazer de vós como fez este oleiro, ó casa de Israel?" (Jeremias 18:3-6). Deus pode fazer o mesmo conosco, como indivíduos.
Saulo de Tarso era um vaso estragado enquanto resistia ao poder da palavra de Deus e "dava coices contra o aguilhão," mas quando ele perguntou, trêmulo, "Senhor, o que queres que eu faça?" Deus o transformou num vaso de honra. Não importa quanto possa estar estragada nossa própria vida, ou por quanto tempo tem estado nesta malformação, se quisermos dizer como o poema de Adelaid Pollard:
Seja do teu próprio modo, SENHOR, seja do teu próprio modo!
Tu és o Oleiro, eu sou a argila.
Molda-me e faze-me conforme a tua vontade,
Enquanto estou esperando, submissa e serena.
Tu és o Oleiro, eu sou a argila.
Molda-me e faze-me conforme a tua vontade,
Enquanto estou esperando, submissa e serena.
Três homens rebelam-se contra a hipocrisia
A nossa hipocrisia não engana a Deus.
Lucas 16:15
“E ele lhes disse: Vós sois os que vos justificais a vós mesmos diante dos homens, mas Deus conhece os vossos corações; porque o que entre os homens é elevado, perante Deus é abominação.”
A hipocrisia tem motivos duvidosos.
Mateus 6:2
“Quando, pois, deres esmola, não faças tocar trombeta diante de ti, como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas, para serem glorificados pelos homens. Em verdade vos digo que já receberam a sua recompensa.”
Hipocrisia é conhecer a verdade mas não obedecer – dizer que Cristo é o Senhor mas não segui-Lo.
Mateus 23:13
“Mas ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! porque fechais aos homens o reino dos céus; pois nem vós entrais, nem aos que entrariam permitis entrar.”
OBS: Algumas práticas, costumes e doutrinas das igrejas (TODAS ELAS) são pura hipocrisia.
Três homens rebelam-se contra a hipocrisia, mas diferem grandemente em suas reações.
O primeiro homem se volta para o total abandono moral. Ele se livra de todas as rédeas quando se entrega ao cumprimento de todo desejo carnal. Faz de "si mesmo" o seu deus. Ele se endurece à vista das lágrimas de sua família quando parte para fazer o que quer. Sua "justificativa" para sua conduta vergonhosa: "Pelo menos não sou hipócrita!"
O segundo homem vai a um extremo oposto. Ele está cheio das fraquezas e hipocrisia que vê em todas as igrejas, e não quer ser como tais pessoas. Ele se tornará um cristão e desde o começo "ele vai vivê-lo". Ele será um exemplo do que um cristão realmente deveria ser. Para ele, a cura para a hipocrisia é a perfeição.
O terceiro homem quer evitar a hipocrisia em sua vida, mas ao mesmo tempo, tem um profundo senso de sua própria imperfeição. Por isso ele não se dá ares de infalibilidade, mas parte para ser genuíno. Sua autenticidade logo se torna visível para os outros. Ele não declara sua perfeição, mas luta pela perfeição. Quando adora a Deus, ele não se declara ser perfeito como adorador, mas quando os cânticos começam, ele dá o seu coração ao que está fazendo; quando a oração é dirigida, ele ouve e faz dela a sua oração; durante a ceia ele medita no sofrimento de seu Senhor; e através de todo o sermão ele participa do estudo da palavra de Deus; se seu pensamento se dispersa, ele o traz de volta; e quando o período de adoração termina ele pede a Deus para perdoá-lo por seu fracasso e para aceitar sua adoração apesar de sua imperfeição.
Quando vai para o seu trabalho, ele não declara sua perfeição entre seus companheiros de trabalho, mas eles sabem que ele tentará dar oito horas de trabalho por oito horas de pagamento; que ele é confiável; que ele é puro no falar e no viver; e que se ele cair em tentação pelas pressões à sua volta para pecar, ele humildemente pedirá desculpas às pessoas ofendidas.
Ele é o mesmo no lar. Sua família respeita-o porque ele é genuíno e não declara ter força e bondade além da realidade. Sua família vê suas faltas, mas uma qualidade que lhe permite manter o respeito deles é sua capacidade de dizer, "Desculpe". Em todas as áreas de sua vida ele anda humildemente diante de Deus e de seus companheiros.
Nosso terceiro homem encontrou a verdadeira cura para a hipocrisia.
O primeiro homem, se não se arrepender, um dia será um mísero infeliz, sua vida completamente destruída. O segundo homem está a caminho da desilusão. Suas metas são irreais; sua perspectiva é totalmente errada. Mas o homem que "anda humildemente com seu Deus" e é totalmente livre de malícia é verdadeiramente um homem abençoado. Ele é na vida e na atitude o que Deus deseja que ele seja, e vive na esperança do céu.
"Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus" (Mateus 5:3).
O primeiro homem se volta para o total abandono moral. Ele se livra de todas as rédeas quando se entrega ao cumprimento de todo desejo carnal. Faz de "si mesmo" o seu deus. Ele se endurece à vista das lágrimas de sua família quando parte para fazer o que quer. Sua "justificativa" para sua conduta vergonhosa: "Pelo menos não sou hipócrita!"
O segundo homem vai a um extremo oposto. Ele está cheio das fraquezas e hipocrisia que vê em todas as igrejas, e não quer ser como tais pessoas. Ele se tornará um cristão e desde o começo "ele vai vivê-lo". Ele será um exemplo do que um cristão realmente deveria ser. Para ele, a cura para a hipocrisia é a perfeição.
O terceiro homem quer evitar a hipocrisia em sua vida, mas ao mesmo tempo, tem um profundo senso de sua própria imperfeição. Por isso ele não se dá ares de infalibilidade, mas parte para ser genuíno. Sua autenticidade logo se torna visível para os outros. Ele não declara sua perfeição, mas luta pela perfeição. Quando adora a Deus, ele não se declara ser perfeito como adorador, mas quando os cânticos começam, ele dá o seu coração ao que está fazendo; quando a oração é dirigida, ele ouve e faz dela a sua oração; durante a ceia ele medita no sofrimento de seu Senhor; e através de todo o sermão ele participa do estudo da palavra de Deus; se seu pensamento se dispersa, ele o traz de volta; e quando o período de adoração termina ele pede a Deus para perdoá-lo por seu fracasso e para aceitar sua adoração apesar de sua imperfeição.
Quando vai para o seu trabalho, ele não declara sua perfeição entre seus companheiros de trabalho, mas eles sabem que ele tentará dar oito horas de trabalho por oito horas de pagamento; que ele é confiável; que ele é puro no falar e no viver; e que se ele cair em tentação pelas pressões à sua volta para pecar, ele humildemente pedirá desculpas às pessoas ofendidas.
Ele é o mesmo no lar. Sua família respeita-o porque ele é genuíno e não declara ter força e bondade além da realidade. Sua família vê suas faltas, mas uma qualidade que lhe permite manter o respeito deles é sua capacidade de dizer, "Desculpe". Em todas as áreas de sua vida ele anda humildemente diante de Deus e de seus companheiros.
Nosso terceiro homem encontrou a verdadeira cura para a hipocrisia.
O primeiro homem, se não se arrepender, um dia será um mísero infeliz, sua vida completamente destruída. O segundo homem está a caminho da desilusão. Suas metas são irreais; sua perspectiva é totalmente errada. Mas o homem que "anda humildemente com seu Deus" e é totalmente livre de malícia é verdadeiramente um homem abençoado. Ele é na vida e na atitude o que Deus deseja que ele seja, e vive na esperança do céu.
"Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus" (Mateus 5:3).
Pense nisso!Estabeleça um reino inabalável!
terça-feira, 20 de julho de 2010
Aprendendo a Surfar no Vento do Espírito!
Você já parou para pensar que a época de maior glória da igreja foi quando não havia controle humano algum sobre sua vida diária? Não havia burocracia, sede de governo nem oficiais com títulos ou posição hierárquica. A vida da igreja era imprevisível, cheia de aventura, espontaneidade e novidade. Cada reunião era um evento único; cada encontro pessoal, uma surpresa.
Os líderes principais, além de não controlarem ou dirigirem a vida da igreja, nem sequer sabiam, muitas vezes, onde eles mesmos estariam no dia ou na semana seguinte! Pense, por exemplo, em Pedro perambulando pela terra de Israel (At 9.32) sem a menor preocupação de pensar sobre como a igreja de Jerusalém sobreviveria sem a sua presença. Ou imagine como Filipe saiu de um avivamento que sacudia a cidade de Samaria, foi ao deserto pregar para um eunuco e, depois, “achou-se em Azoto” (At 8.40) – lembrando que fora ungido como diácono para servir as viúvas de Jerusalém (At 6.5)!
Toda vez que lemos os relatos inspirados de Atos, sentimos o frescor e o dinamismo de um povo cheio de vida e paixão por Jesus. Ficamos mesmerizados diante de uma história que, apesar de aparentemente anárquica, sem plano ou governo humanos, acaba seguindo um roteiro preciso, divino, guiado pelas mãos habilidosas do próprio Espírito Santo.
Como Filipe conseguiu encontrar um eunuco no deserto justamente quando ele estava lendo Isaías 53? Como Cornélio teria achado Pedro na casa de Simão, o curtidor, se não fossem as informações fornecidas por um anjo? Como Ananias teria encontrado Saulo se não tivesse acesso aos mesmos métodos? (Naquele tempo, ninguém precisava de GPS ou Google Maps!)
Como, apesar de monstruosas oposições, perseguições e desentendimentos, Paulo conseguiu construir uma ponte entre o Velho e o Novo Testamento, entre a lei e a graça, entre judeus e gentios, que dura até hoje? Como João pôde obter uma visão como a do Apocalipse que, apesar de tão surreal e fantasmagórica, leva ao seu devido cumprimento cada semente lançada no livro de Gênesis - e isso sem ter a menor noção de que estava escrevendo o último livro da Bíblia?
Guiados pelo Espírito como no princípio
mundo novo” (ou, talvez, “um terrível mundo novo”) de tecnologia e invenções que levarão a humanidade a um destino que ninguém consegue prever, precisaremos de uma direção mais capaz, mais onisciente, mais sábia.
A grande pergunta é: estamos dispostos a abrir mão de nossas agendas, projetos, opiniões, planos, sistemas de segurança e zonas de conforto? Será que podemos confiar na capacidade do Espírito Santo de dirigir a igreja e a nossa atuação nela? Em que momento abriremos mão do controle da aeronave e permitiremos que o Espírito Santo assuma a direção? Será que já estamos suficientemente cansados do nosso estilo de governo e dos pífios resultados de tantos esforços despendidos na obra do Senhor? No final das contas, como podemos ser dirigidos pelo Espírito?
Acho que nenhuma mensagem escrita tenha mudado tanto minha vida quanto o pequeno livreto Espaço para Deus, escrito por Henri Nouwen. Tenho lido, relido, estudado, sublinhado, pregado e ensinado sua mensagem incontáveis vezes, e nunca me canso de voltar a lê-la. O tema central é como criar um espaço em nossa vida corrida neste mundo moderno para ouvir melhor a voz de Deus. Acho que não existe hoje prioridade maior para todos os cristãos do que essa.
Dez anos atrás, fui impactado fortemente pelo livro Experiências com Deus de Henry T. Blackaby e Claude V. King. Chegamos a publicar um artigo extraído desse livro na última edição do primeiro ano de publicação da Revista Impacto. A frase que contém a verdade explosiva desse livro é a seguinte: “Observe onde Deus está agindo e junte-se a ele!”.
A grande promessa para todos que nascem de novo como filhos de Deus é que seremos guiados pelo Espírito de Deus (Rm 8.14). Se recebermos a seiva da videira, teremos o mesmo tipo de vida que ela tem. A videira é Jesus, e ele vivia constantemente orientado e alimentado pelo Pai. Portanto, a salvação nos traz muito mais do que a promessa de vida eterna depois da morte. Traz-nos uma vida controlada, nutrida e dirigida pelo Espírito hoje!
À medida que colocarmos nossa vida no altar, abrirmos mão de nossas agendas e planos e dispormo-nos a ouvir a voz mansa e suave de Deus, começaremos a ver como a direção do Espírito é prática. Funciona! Mas exige muito mais dependência de Deus e confiança nele do que temos costume de praticar, e isso nos assusta. Porém, ao mesmo tempo, estimula e revigora porque a vida deixa de ser previsível e passa a ser surpreendente e excitante.
Qual é a origem de suas ações?
Para experimentar esse novo estilo de vida, logo descobriremos que os momentos passados em oração são muito mais produtivos do que tempo gasto em planejamento extenuante e meticuloso. Muitas vezes, a oração parecerá seca, fria e improdutiva, mas, se perseverarmos, encontraremos instantes de grande lucidez, e dicas fundamentais vindas do trono nos trarão orientação preciosa e imprescindível.
Muito mais importante do que nossas ações é quem ou o que nos leva a realizá-las. Pedro e os outros discípulos lançaram redes, a noite inteira, sem pegar nada. Bastou Jesus dar ordens para lançar a rede que os barquinhos transbordaram de peixes. Quantos cegos poderiam lavar-se no tanque de Siloé e continuar cegos do mesmo jeito? Certamente, a água de lá não tinha nenhuma propriedade miraculosa. Mas quando Jesus mandou o cego lavar os olhos ali e tirar o barro que ele colocara sobre os olhos, ele voltou vendo (Jo 9.7-11)! Não se tem notícia de que nenhum outro leproso além de Naamã, o sírio, tenha sido curado ao banhar-se sete vezes no Rio Jordão, mas, quando ele agiu em obediência à ordem de Eliseu, foi completamente curado!
Poderíamos continuar essa lista infinitamente, mas, com certeza, não é necessário. Será que o motivo de tanta esterilidade em nosso ministério não é a falta dessas ordens divinas na origem de nossas atividades? Ao mesmo tempo, quantas vezes temos ouvido ou sentido pequenos impulsos ou desejos vindos do Espírito e deixado de obedecê-los por pensarmos serem bobagens insignificantes?
Jesus está voltando!
Creio que a glória desta última casa será muito maior do que a da primeira! Que a igreja gloriosa que receberá Jesus será muito mais formosa e linda do que a igreja descrita em Atos! Creio também que estamos começando a sentir a atração misteriosa e maravilhosa do próprio Senhor ressurreto que está preparando-se para voltar. Como um grande ímã eletromagnético vindo dos espaços siderais, ele está aproximando-se da Terra a uma velocidade estonteante, e todos os que são de ferro (da mesma natureza que ele, com o mesmo Espírito dele – crente de plástico não vai sentir nada!) sentirão essa forte atração, aumentando cada vez mais à medida que ele se aproxima.
Creio que começaremos a ver pessoas ligando-se umas às outras em alianças estratégicas que trarão muito fruto para o plano de Deus na Terra. Não serão alianças por motivos naturais, mas simplesmente porque o Espírito assim quer que aconteça. Creio que veremos sinais e maravilhas começando a pipocar no meio do povo de Deus de maneira anônima, com toda simplicidade e humildade, deixando toda a glória com Deus. Creio que a soma dos milhares e milhões de pequenos atos de obediência à voz do Espírito Santo, praticados ao redor do mundo por todos os nascidos pelo Espírito, começará a produzir um cataclismo de efeitos desproporcionais, incomodando os poderes religiosos e políticos deste mundo tenebroso. Creio que, quando o inimigo levantar-se, furioso, para tentar cortar a cabeça e a liderança dessa igreja, ele ficará totalmente confuso e aturdido por não achar qualquer liderança humana. Será uma praga gloriosa, irradiando e propagando-se sobre toda a face da Terra, incontrolável, invencível.
O amor de Deus cobrirá a Terra como as águas cobrem o mar. Amém! Que assim seja! Ora, vem, Senhor Jesus!
por Harold Walker
sábado, 17 de julho de 2010
"Os Altos Não Foram Tirados"
Durante 350 anos depois da morte de Salomão, o povo de Judá batalhou contra a idolatria. Ou seja, a guerra continuou durante todo esse tempo. Alguns reis lutaram contra as abominações de falsos deuses, enquanto outros cederam campo e até apoiaram o inimigo espiritual. A história, relatada nos livros de 1 e 2 Reis e 2 Crônicas, mostra que o povo vacilava entre Deus e os ídolos. Alguns reis se dedicaram totalmente ao pecado e às falsas religiões, e outros voltaram ao Senhor, fazendo grandes reformas para tirar a idolatria da terra.
Neste estudo, vamos examinar a história dessas batalhas contra as falsas religiões para entender melhor como servir ao Senhor, hoje em dia. Especialmente , observaremos o significado dos "altos" nesta história.
Coisas que Deus não autorizou
Na lei de Moisés, que governou os israelitas durante 1.500 anos, Deus claramente proibiu todos os tipos de idolatria. Mais ainda, ele especificou as formas de louvor que o povo ofereceria, e definiu quais pessoas teriam funções especiais no louvor coletivo. Afinal, ele até disse que teria um lugar específico para oferecer sacrifícios ao Senhor. Entre as coisas proibidas foram:
Adoração de outros deuses (Êxodo 20:3).
Utilização de imagens para representar objetos de louvor (Êxodo 20:3-4).
Imagens e colunas (Levítico 26:1).
Postes-ídolos, colunas, e árvores junto ao altar do Senhor (Deuteronômio 16:21-22).
Sacrifícios em lugares não autorizados por Deus (Deuteronômio 16:2,5-6,11,15,16).
Para entender melhor esta questão de um lugar escolhido, examinemos Deuteronômio 12:1-14. O livro de Deuteronômio contém os últimos discursos de Moisés. No fim do livro, ele morre e o povo se prepara para entrar na terra prometida. A primeira tarefa do povo, sob a liderança de Josué, seria a expulsão dos povos pagãos que ocupavam a terra. Israel teria que destruir totalmente os ídolos e os lugares usados por esses povos nas suas abominações. Ao invés de praticarem os mesmos tipos de louvor desagradável, os israelitas buscariam a Deus num lugar especial escolhido por ele. No deserto, eles adoravam a Deus como eles achavam melhor. Depois de entrar na terra, levariam todos os holocaustos para esse lugar designado pelo Senhor. Deus proibiu que fizessem holocaustos em qualquer outro lugar.
As práticas proibidas se tornaram comuns em Judá
Durante alguns períodos da história de Judá, a lei foi esquecida. Algumas pessoas desobedeceram os mandamentos de Deus, e os líderes não as corrigiram. Às vezes, os próprios reis conduziram o povo à idolatria, incentivando a desobediência da vontade do Senhor. Como exemplo de tal rebeldia, vamos ver o que aconteceu durante o reinado de Roboão, filho de Salomão. Quando o pai de Roboão morreu, Deus dividiu o reino em duas partes. A maior parte, as tribos do Norte, foi governada inicialmente por Jeroboão, filho de Nebate. Roboão, o descendente legítimo da linhagem de Davi, ficou com apenas a região conhecida como Judá. Durante o reinado dele, o povo se envolveu em várias práticas condenadas: "Porque também os de Judá edificaram altos, estátuas, colunas e postes-ídolos no alto de todos os elevados outeiros e debaixo de todas as árvores verdes. Havia também na terra prostitutos-cultuais; fizeram segundo todas as coisas abomináveis das nações que o Senhor expulsara de diante dos filhos de Israel" (1 Reis 14:23-24).
Reformas parciais
Alguns dos reis que seguiram Roboão participaram dos mesmos – ou piores – erros. Mas, entre os reis de Judá surgiram alguns homens bons que fizeram importantes reformas religiosas. Vários deles tiraram os ídolos, ajudando o povo a voltar ao Senhor. Vamos ver alguns exemplos dessas reformas. Asa tirou os ídolos da terra, mas não tirou os altos (1 Reis 15:11-14). Josafá imitou o exemplo de Asa, seu pai, até tirando alguns ídolos que Asa não removera. Mas, ele ainda não tirou os altos (1 Reis 22:43-47). Joás, um jovem rei guiado pelo sacerdote Joiada, fez bem, mas ainda não tirou os altos (2 Reis 12:1-3). Amazias também fez "o que era reto perante o Senhor", mas os altos não foram tirados (2 Reis 14:3-4). Azarias obedeceu a Deus em muitos sentidos, mas não tirou os altos (2 Reis 15:3-4). Jotão seguiu o bom exemplo do seu pai, Azarias (Uzias), "Tão-somente os altos não se tiraram; o povo ainda sacrificava e queimava incenso nos altos" (2 Reis 15:34-35). Esses reis são lembrados por boas coisas que fizeram, mas todos têm uma mancha preta na sua reputação. Eles não tiraram os altos.
Dois reis que fizeram melhor
Ezequias reinou sobre Judá na época do profeta Isaías. Este bom rei mostrou coragem e fé inéditas na liderança do povo de Judá. Diferente de seus predecessores, Ezequias aboliu a idolatria e também tirou os altos (2 Reis 18:1-6). Por causa da dedicação que ele mostrou no seu serviço a Deus, Ezequias é lembrado como um dos grandes reis de Judá. Infelizmente, nem todos têm a fé de Ezequias. O filho dele, Manassés, fez ao contrário. Ele introduziu, de novo, toda forma de religião falsa (veja 2 Reis 21:1-18). O neto de Manassés mostrou o mesmo zelo de Ezequias. O bom rei Josias aboliu a idolatria e destruiu os altos– até na Samaria (2 Reis 23:8,13,15,19,24,25).
O que podemos aprender?
Podemos perceber que Deus tolerava alguns pecados em algumas épocas, mas nunca os aceitou. Deus não tirou os ídolos e os altos, mas nunca deu sua aprovação de tais práticas. A história de vários reis foi manchada pelos altos que não removeram. Nisso há algumas lições fortes para nós. Devemos buscar a vontade de Deus e voltar a fazer a vontade dele em tudo. Não temos direito de manter nem defender doutrinas, práticas e tradições que não vêm da palavra do Senhor.
Alguém pode objetar, dizendo que vivemos hoje no tempo da graça, e não no Velho Testamento. Concordo plenamente que a lei foi ultrapassada pela fé (Gálatas 3). Mas esse fato não justifica desrespeito para com a vontade de Deus. "Que diremos, pois? Permaneceremos no pecado, para que seja a graça mais abundante? De modo nenhum!" (Romanos 6:1-2). A graça da Nova Aliança não permite pecado. Ao contrário, Deus é mais exigente hoje do que no passado! Deus tolerava algumas coisas nos "...tempos da ignorância; agora, porém, notifica aos homens que todos, em toda parte, se arrependam" (Atos 17:30). Ele castigava os desobedientes que receberam o Velho Testamento através de anjos, e exige mais de nós, porque recebemos a Nova Aliança por intermédio do próprio Filho (Hebreus 2:1-3). Uma vez que ele nos deu uma revelação completa e perfeita, o castigo por desobediência é mais severo (Hebreus 10:26-31).
Nunca devemos agir sem autorização do Senhor Jesus, que recebeu toda a autoridade (Colossenses 3:17; Mateus 28:18). É erro gravíssimo ultrapassar a palavra que recebemos nas Escrituras (1 Coríntios 4:6). Quem ultrapassa a doutrina de Cristo perde a comunhão com Deus (2 João 9).
Será que nós não tiramos os altos?
Ecomum imitar o exemplo dos vários reis que fizeram reformas, mas não tiraram os altos. Talvez isso esteja acontecendo em nossas vidas hoje. Considere algumas aplicações, e você poderá pensar em ainda outras.
Pelo estudo da palavra de Deus, uma pessoa entende que Deus não aceita nenhum tipo de idolatria, nem reverência de imagens. Ela abandona tais costumes, mas ainda segue outros costumes que vem da Antiga Lei. Assim, ela vê o dízimo como obrigação, ou guarda o sábado, ou usa instrumentos musicais no louvor ao Senhor. Todas essas coisas faziam parte da Velha Aliança, mas não se encontram na Nova. Quem volta a guardar
parte da Lei é obrigado a guardar tudo. Pior ainda, está rejeitando a graça de Jesus (Gálatas 5:1-4). Se você já tirou os ídolos mas ainda não removeu os "altos" das práticas do Velho Testamento, continue as suas reformas para fazer tudo que Deus pede.
Uma outra pessoa, examinando as Escrituras, compreende que deve rejeitar doutrinas humanas que não se encontram na Bíblia. Mas, continua participando de uma igreja que usa mulheres em papéis de liderança (veja 1 Timóteo 2:9-12 e 1 Coríntios 14:33-35) ou que tem pastores não-qualificados (veja os requisitos dados por Deus em 1 Timóteo 3:1-7 e Tito 1:5-9). Se você já rejeitou algumas coisas erradas, continue estudando a palavra para se livrar dos "altos" da religião atual.
Depois de examinar as Escrituras, alguém conclui, corretamente, que a salvação vem pela graça mediante a fé (Efésios 2:8). Mas, ainda não examinou cuidadosamente as outras coisas que a Bíblia ensina sobre a salvação, e não tem feito o que Deus pede em relação ao arrependimento e batismo (Atos 2:38; Lucas 13:3; Atos 22:16; etc.) Ele acha que está em Cristo, mas ainda não fez o que Jesus mandou para entrar nele (Marcos 16:16; Mateus 28:18-20; Gálatas 3:27). Se você já decidiu seguir a Jesus, não pare no meio do caminho. Faça tudo que ele pede a você.
Conclusão
Tenhamos coragem para imitar os bons exemplos de Ezequias e Josias, totalmente abandonando tudo que não vem da vontade do nosso Senhor. Assim mostraremos nosso amor para com Jesus, e teremos confiança de estar eternamente na presença de Deus (João 14:15,23). Que Deus nos abençoe neste trabalho importante e necessário de tirar os altos de costumes não autorizados.
Purificação do Templo
Duas vezes em três anos, Jesus expulsou do templo os vendedores e os cambistas (João 2:13-16; Mateus 21:12-13). Sua explicação foi simples: "Está escrito: A minha casa será chamada casa de oração; vós, porém, a transformais em covil de salteadores."
Quarenta anos mais tarde, o templo foi destruído. O edifício físico que representava a presença de Deus na terra jamais foi reconstruído, e não teria mais valor para as gerações futuras. O próprio Jesus tinha predito uma mudança no centro da adoração para os servos de Deus. Eles não mais adorariam num monte em Jerusalém, mas nos seus próprios corações (João 4:19-24).
No Novo Testamento, o templo ou tabernáculo representa: Œ o corpo de cada cristão (1 Coríntios 6:19-20; 2 Coríntios 5:1-4) e � a igreja, o coletivo do povo de Deus (1 Coríntios 3:16-17). Estes fatos desafiam-nos a ponderar uma questão importante: o que Jesus faria se tivesse que visitar nossos templos hoje em dia? Ele acharia necessário purificar nossos templos como fez em Jerusalém? Considere as aplicações disso.
Jesus jogaria fora todas as coisas que impedem nossa obediência pessoal a ele. Se continuarmos a nos corromper com erros doutrinários ou com imoralidade pessoal, o templo de nosso corpo não estará adequado para que Jesus permaneça nele. Que faremos? "... purifiquemo-nos de toda impureza, tanto da carne como do espírito, aperfeiçoando a nossa santidade no temor de Deus" (2 Coríntios 7:1). Precisamos pôr de lado "toda impureza e acúmulo de maldade" (Tiago 1:21).
Jesus jogaria fora todas as coisas que os homens acrescentaram, sem permissão, à sua igreja. Não era errado cambiar dinheiro ou vender animais, mas era errado fazer disso a função do templo. Algumas igrejas acrescentaram tantas coisas — até mesmo coisas que são boas em si — à obra da igreja que ela não é mais reconhecida como o organismo espiritual, o qual Jesus morreu para comprar (Atos 20:28). Jesus não morreu para estabelecer uma organização social ou de entretenimento. Ele morreu para salvar almas de pessoas perdidas. Amemo-lo o suficiente para manter o seu templo puro!
quarta-feira, 28 de abril de 2010
O Nível mais elevado da santidade |
| A Santidade de fato; a santidade no nível mais elevado; a santidade PURA EM SI MESMA. É claro que essa é uma expressão muito pobre porque santidade tem que ser PURO. Mas o nível de santidade que é santidade de fato somente começa na medida que nós conhecemos o amor de Cristo. A santidade que decorre do conhecer o amor de Cristo; a SANTIDADE que decorre do conhecer o amor de Cristo e de experimentar o amor de Cristo não se compara a santidade que decorre da obediência aos mandamentos. É uma santidade de qualidade muito superior. Eu creio que muitos crentes irão entrar no céu somente por causa da OBEDIÊNCIA. A SANTIDADE em si mesma somente começa a ser realidade a medida que nós começamos a conhecer o amor de Cristo. Diz a palavra, e o Espírito Santo está orando junto com a Igreja por isto : “ Rogo, suplico, clamo para que eles sejam enraizados e fundados em amor, até que possam conhecer o amor de Cristo que excede todo o entendimento, todo conhecimento para que sejais cheios da PLENITUDE DE DEUS. Podemos definir a Santidade ? A conceituação e a definição de santidade em termos concretos não precisa da definição de palavras e nem tão pouco de termos. SANTIDADE É O OPOSTO DO PECADO; OU SE TEM PECADO OU SE TEM PUREZA . A PUREZA É A SANTIDADE. A pureza passa pelo espírito, alma e corpo. As obras da ca e são as formas variadas do pecado. A santidade se manifesta a partir do FRUTO DO ESPÍRITO. O fruto do Espírito é SANTIDADE. E nós vamos ver a santidade se manifestando em PUREZA, EM RETIDÃO, JUSTIÇA. O SALMO 97 DIZ QUE O TRONO DE Deus foi estabelecido em justiça e retidão. “ Nuvens escuras e espessas o cercam; retidão e justiça são a base do Seu trono”(NVI) (Salmos 97.2) A Santidade procedente da Obediência e do amor de Cristo Quando nós precisamos da obediência a lei, quando precisamos do muro ser levantado para nós passarmos e não cairmos do outro lado essa ainda não é a santidade que o PAI PROCURA. Creio que muitos crentes irão entrar no céu apenas com a santidade decorrente da obediência. Alguém que CONHECEU a Jesus, o evangelho de Jesus Cristo (isso é conhecer a Jesus, pois o evangelho de Jesus é Jesus). Muitos conhecem a doutrina evangélica e se transformam em EVANGÉLICOS, mas não estão em Cristo. Lemos em Romanos 8 que “AGORA NENHUMA CONDENAÇÃO HÁ PARA OS QUE ESTÃO EM CRISTO JESUS, OS QUAIS NÃO ANDAM SEGUNDO A CARNE MAS SEGUNDO O ESPÍRITO”. Agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo, ou seja, “DESDE AGORA” não há condenação para os que estão em Cristo Jesus. Isto não é para os que estão MEMBROS DE IGREJAS, mas para os que “ESTÃO EM CRISTO” . A santidade que decorre da obediência é SANTIDADE. A OBEDIÊNCIA é santidade. Porém é uma santidade que trás DOR. Nós andamos em retidão por causa da obediência dentro dos muros da santidade. Mas a santidade que o Pai ESPERA da sua Noiva e dos seus filhos é a santidade que decorre de conhecermos o amor de Cristo e não apenas a santidade da obediência. A obediência é santidade,porém, é o nível INICIAL e BASICO da santidade. OBEDECER é uma virtude. Fazermos as coisa por obediência e permanecemos firmes porque Deus nos deu parâmetros para obedecermos. Ele estabeleceu a linha divisória e levantou a cerca, os muros para nos ajudar enquanto ainda estamos começando, enquanto ainda somos bebês. Mas, a medida que vamos nos to ando semelhantes a Jesus. Quando lemos o texto de Efésios 4 vemos que o propósito de Deus é que nós cheguemos A ESTATURA DE CRISTO. Então, a medida que nós vamos obedecendo, nós iremos crescendo na medida da estatura de Cristo. O apóstolo diz que devemos chegar a medida da estatura de Cristo. Vemos na carta aos Hebreus acerca do que aconteceu com Jesus, porque Jesus fez o que fez por nós. “EMBORA SENDO FILHO APRENDEU A OBEDIÊNCIA POR MEIO DAQUILO QUE SOFREU; E, UMA VEZ APERFEIÇOADO, TORNOU-SE A FONTE DA SALVAÇÃO ETERNA PARA TODOS OS QUE LHE OBEDECEM” Hebreus 5.8,9 “ Jesus aprendeu a obediência. Quando nós aprendemos a obediência estaremos andando em santidade. Mas enquanto ainda precisarmos dos muros para obedecer, ainda não estamos fluindo no nível da santidade de Deus em nós. Obediência( o mandamento – obediência é o mandamento) é para nós ENFRENTARMOS os impulsos da ca e e esmagá-la. Dissemos algumas vezes neste período que temos que crucificar a ca e. O desafio da crucificação da carne e Certo dia alguém me telefonou numa crise de pecado, espiritual e emocional muito grande. Esta pessoa me perguntou: “ Como é que agente faz para crucificar a carne e ? “ Eu disse que a primeira coisa que tem que fazer é entregar a vida a Jesus. Mas, entregar a vida a Jesus simplesmente dizendo : “ Jesus, eu te entrego a minha vida “. Isso não significa nada. É necessário CONFESSAR a Jesus como Senhor . Entregar a vida a Jesus é to ar-se escravo. É to ar-se servo dEle. Um Servo Obedece ! Entregar a vida a Jesus como Senhor requer a obra do Espírito Santo que CONVENCE DO PECADO. Fonte: Pastor Silas Quirino O grande drama é que muita gente to ou-se evangélica e está na Igreja sem ter entregue a sua vida a Jesus como Senhor e sem possuir a obra do Espírito Santo de convicção de pecados. Alguns entregaram por situações de REMORÇO e não por convicção de pecado. Então, essa entrega, não possui substância . As pessoas se to am membros de Igreja com muita euforia e os crentes desejam que elas se convertam e entrem para a Igreja. Então, elas entram ATRAVÉS DAS DIFICULDADES . A Igreja,dos nossos dias, to ou-se um meio para remover a CRISE. Ana Mendes, no livro “Guerra em Alto Nível”, no capítulo dois, compartilhando o testemunho da conversão dela, diz DA CONSCIÊNCIA DESSAS PESSOAS em função de uma visão de vida voltada para elas mesmas. Simplesmente isto ! E não tem sido UM MARCO, um REFERENCIAL de Cristo,e pessoas que entregaram a sua vida a Jesus, das quais Jesus é o Senhor e há convicção de pecados operada pelo Espírito Santo. |
quarta-feira, 24 de março de 2010
Estudante processa professor ateu nos Estados Unidos
Nos Estados Unidos, o estudante cristão Chad Farnan entrou com processo na Justiça contra o professor dele de história, James Corbett, alegando que ele fazia citações em aula desrespeitando a religião do aluno. Corbett, segundo Farnan, dizia que a Teoria do Criacionismo era algo sem fundamento.
O estudante entrou com o processo contra o professor em 2007 e ganhou a causa 1 ano e meio depois. O juíz federal James Selna entendeu que o professor violou a Primeira Emenda, que proíbe o governo de estabelecer qualquer religião com leis.
O processo citou mais de 20 declarações feitas por Corbett durante um dia de aula, todas gravadas por Farnan, para apoiar alegações de um método de ensino que “favorece ateísmo sobre a religião”.
O advogado do professor disse que o seu cliente ensina há 15 anos, não é anti-cristão e que não pretendia ofender os estudantes, mas apenas estimulá-los a pensar.
Fonte: Gospel Prime
segunda-feira, 22 de março de 2010
Lula humilha Israel
Essa, aliás, foi a única visita que um presidente brasileiro fez a Israel. As marcas deixadas são de uma ideologia doentia - que tolera tudo o que a Cuba comunista faz contra seu próprio povo, mas critica Israel por defender seu povo e sua terra. Eu fico imaginando o que aconteceria se, em visita ao Brasil, uma autoridade israelense declarasse no Congresso Nacional em Brasília gafes que humilhassem o Brasil. Os israelenses não seriam capazes dessa descortesia. Eles são tão educados e civilizados que permitiram, como demonstração de carinho pelo povo brasileiro que representa uma grande parcela dos turistas que visitam Israel, que Lula discursasse no Parlamento de Israel. Nada de retribuir carinho. Lula aproveitou a oportunidade para criticar Israel. Essa foi a única visita que Lula fez a Israel. Essa, aliás, foi a única visita que um presidente brasileiro fez a Israel. As marcas deixadas são de uma ideologia doentia - que tolera tudo o que a Cuba comunista faz contra seu próprio povo, mas critica Israel por defender seu povo e sua terra. Como se fosse pouco humilhante um presidente estrangeiro humilhar Israel em seu próprio Parlamento, Lula foi mais longe. Ele se recusou a fazer o que todos os presidentes que visitam Israel fazem: depositar flores no túmulo de Theodor Hezrl, considerado o fundador do moderno Estado de Israel. Evidentemente, Lula deve ter ficado horrorizado, pois diferente de seu amigo Fidel Castro, que tem as mãos sujas de sangue inocente, e diferente de muitos de seus próprios assessores, ligados a grupos terroristas comunistas que derramaram sangue inocente no passado, Theodor Hezrl nunca derramou sangue de ninguém. Não lhe perguntem o que ele acha de Hezrl ter tido a idéia de ajudar o Estado de Israel ressurgir dos escombros da História... Hoje, Lula depositou flores no túmulo de Yasser Arafat, considerado o fundador do moderno Estado da Palestina, estabelecido em terras israelenses. Ele fez isso como demonstração de seu respeito e carinho. Muito diferente de Hezrl, as mãos, os pés, a cabeça e tudo o mais de Arafat estão sujíssimos de sangue. Em seus ataques terroristas, Arafat não poupava ninguém, nem crianças de ônibus escolares, que eram explodidos pelas bombas do grupo terrorista OLP, fundado por Arafat. No entanto, Lula sabe dissimular. Em Israel ele visitou o Museu do Holocausto, depositou flores e disse: "Nunca mais, nunca mais, nunca mais!" Daqui a dois meses, ele estará visitando Mahmoud Ahmadinejad, que nega o Holocausto: "Nunca mais o que, companheiro Lula? Aquilo nunca aconteceu!" Ahmadinejad quer a todo custo fabricar armas nucleares. E ele não faz segredo nenhum de seu objetivo: Destruir Israel. Matar judeus. Na agenda de Lula, não está nenhum discurso no Parlamento do Irã criticando Ahmadinejad ou a bomba para destruir Israel. Eles são amigos, e amigos merecem respeito e carinho. Fidel Castro e Hugo Chavez são testemunhas da fidelidade de Lula aos amigos. Se em suas várias visitas a Cuba Lula nunca criticou o governo cubano, por que ele faria isso agora com o companheiro Ahmadinejad? Se Ahmadinejad conseguir concretizar seus sonhos, Lula terá novamente a oportunidade de dissimular e depositar flores no 2º Museu do Holocausto, que terá de ser construído distante da terra de Israel, que estará então contaminada por forte radioatividade. Lula repetirá de novo: "Nunca mais, nunca mais, nunca mais!" E Ahmadinejad lhe fará coro, acrescentando: "Israel nunca mais, nunca mais! Israel nunca mais, nunca mais!" Julio Severo | 18 Março 2010
Artigos - Governo do PT
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domingo, 21 de março de 2010
vacina contra a gripe
O caso das vacinas contra a gripe porcina - de novo!
Artigos - Globalismo
Trata-se da mais aberrante empulhação criminosa, o que está custando vidas com lesões neurológicas permanentes, além de óbitos desnecessários pois, como diz na própria resolução, vacinou-se pessoas saudáveis para fazê-las adoecer.
Recebi hoje de manhã um e-mail de um amigo querendo confirmação a respeito de uma nota escrita por mim no ano passado sobre a gripe porcina (H1N1) e, embora não fosse minha intenção voltar a falar neste assunto, pelo menos não no Notalatina, vi-me forçada a fazê-lo considerando que começou a vacinação no Brasil desde o dia 10. Na nota que escrevi em 10 de outubro do ano passado, eu já alertava para o perigo de se tomar a tal vacina e da fraude monstruosa que fora criada para justificar uma vacinação em massa absolutamente desnecessária, e qualificar tal enfermidade como sendo uma "pandemia".
Baseava-me, naquela ocasião, nos depoimentos de duas pessoas sérias: a monja beneditina catalã, Teresa Forcades, e a jornalista austríaco-irlandesa Jane Bürgermeister. Continuo acreditando na seriedade do trabalho dessas duas senhoras e confiando que ambas falam a verdade. E é por isso que retomo o tema, considerando que o tal "alarme pandêmico" vem sendo desacreditado desde janeiro deste ano pela União Européia, baseada nas denúncias feitas por essas duas estudiosas mas, mesmo assim, o Brasil fez vista grossa e continua, apesar de meses de atraso, a se acumpliciar com esta farsa criminosa.
Em 15 de janeiro de 2010, o informativo argentino "Urgente24" trazia uma matéria intitulada: "Falsa pandemia: a União Européia investigará as farmacêuticas e a OMS por enganar a população". Segue abaixo o texto traduzido, que prefiro reproduzi-lo na íntegra dada a sua gravidade:
"O Conselho dos Estados membros da Europa porá em marcha uma investigação em fevereiro de 2010 sobre a influência das empresas farmacêuticas na campanha mundial da gripe Porcina, centrando-se especialmente no grau de influência da indústria farmacêutica sobre a OMS (Organização Mundial da Saúde).
A Comissão de Saúde do parlamento da União Européia aprovou por unanimidade uma Resolução instando tal investigação. O passo é um movimento de longo prazo com o objetivo de conseguir transparência pública do 'Triangulo Dourado' de corrupção da OMS, da Indústria Farmacêutica e dos cientistas acadêmicos que geraram danos à vida de milhões de pessoas.
O Parlamento Europeu ficará encarregado de investigar a OMS e o porquê do escândalo da 'pandemia'.
A moção parlamentar foi apresentada pelo Dr. Wolfgang Wodarg (na foto), ex-deputado do SPD no Bundestag (Parlamento alemão) e agora presidente da Comissão de Saúde do Parlamento Europeu.
Wodarg é um doutor em medicina e epidemiologista, especialista em enfermidades pulmonares e em medicina ambiental. Ele considerou que a campanha da OMS contra a 'pandemia' da gripe porcina foi 'um dos maiores escândalos médicos do século'. O texto da resolução, que foi respaldado pelas Nações Unidas e um suficiente número de membros do Conselho do Parlamento Europeu, diz entre outras coisas:
'A fim de promover seus medicamentos patenteados e suas vacinas contra a gripe, as empresas farmacêuticas fizeram uso de sua influência sobre os cientistas e sobre os organismos oficiais, responsáveis por estabelecer as normas de saúde pública, para alarmar os governos de todo o mundo e fazê-los gastar mal os recursos sanitários em ineficientes estratégias de vacinação e expor desnecessariamente milhões de pessoas saudáveis ao risco de uma desconhecida quantidade de efeitos secundários das vacinas que foram insuficientemente provadas. A campanha da gripe aviária (2005-2006), combinada com a campanha da 'gripe porcina', parece ter carregado um alto nível de danos não só em alguns pacientes vacinados e aos orçamentos públicos sanitários, mas também à credibilidade e à prestação de contas de importantes organismos internacionais da saúde'.
A investigação parlamentar examinará a questão da 'falsa pandemia' porque foi declarada pela OMS em junho de 2009 assessorada por seu grupo de experts acadêmicos, SAGE, muitos dos quais provou-se que têm fortes vínculos financeiros com os próprios gigantes farmacêuticos como Glaxo, SmithKline, Roche, Novartis, que se beneficiaram com a produção de fármacos e das não testadas vacinas contra a gripe H1N1. Também se investigará a influência da indústria farmacêutica na criação de uma campanha mundial contra as denominadas gripes aviária e H5N1 da gripe porcina H1N1. Será dado um caráter de urgência e prioridade à investigação na assembléia geral do Parlamento.
Wodarg diz que o papel da OMS e sua declaração de emergência pandêmica em junho de 2009, devem ser o primeiro objetivo da investigação do Parlamento Europeu. Os critérios da OMS para a declaração de uma pandemia foram modificados pela primeira vez em abril de 2009, requeridos simultaneamente com a notificação dos primeiros casos de gripe porcina no México, sem sinalizar para o risco real de uma enfermidade, senão que modificou-se o número de casos para a declaração de uma pandemia. Ao classificar a gripe porcina como uma pandemia, os países viram-se obrigados à aplicação de planos de pandemia e à compra de vacinas contra a enfermidade, mesmo quando ainda não era necessário.
Como a OMS não se acha submetida a controle parlamentar algum, Wodarg argumenta que é necessário que os governos exijam uma prestação de contas. A investigação examinará também o papel dos organismos públicos alemães encarregados de emitir diretrizes sobre a pandemia: o Paul-Ehrlich e o Instituo Robert-Koch".
Bem, como vocês puderam atestar, trata-se da mais aberrante empulhação criminosa, o que está custando vidas com lesões neurológicas permanentes, além de óbitos desnecessários pois, como diz na própria resolução, vacinou-se pessoas saudáveis para fazê-las adoecer.
Mas NADA disto foi noticiado no Brasil pelos jornalões e muito menos pelo Ministério da Saúde, que estabeleceu uma tabela de vacinação e já começou esta prática criminosa. Deus permita que não tenham inoculado o vírus letal em muitas pessoas. Eu tenho esta informação desde janeiro deste ano mas, conforme disse acima, como este não é o tema abordado pelo Notalatina li com preocupação e arquivei; por isso agradeço ao amigo que me "cutucou" sobre o assunto, pois senão nem eu mesma ia lembrar. Como agora o insensato e comunista governo brasileiro resolveu dar sua contribuição à patifaria criminosa, não posso me calar, sob pena de estar cometendo crime por omissão. Espero que vocês, leitores deste blog, divulguem a quantas pessoas puderem alertando-as a não se submeterem a este crime de lesa-humanidade como cordeiros que seguem calados ao abatedouro sem berrar. Fiquem com Deus e até a próxima!
Comentários e tradução: G. Salgueiro
terça-feira, 16 de março de 2010
Tempo do fim!
"Ora, se realmente fizermos um grande trabalho na criação de novas vacinas, assistência de saúde, serviços de saúde reprodutiva, abaixaremos a população mundial em 10 ou 15 por cento", disse ele.
Quando o co-fundador da Microsoft e promotor do controle populacional Bill Gates falou recentemente sobre usar vacinas para reduzir a população mundial, ele deu início a uma onda de especulação sobre sua possível insinuação de campanhas disfarçadas de esterilização. De acordo com a Fundação Gates, porém, o multimilionário de fato defende o uso de vacinas para diminuir a mortalidade infantil - algo que ele afirma que realmente diminui o crescimento da população.
Os comentários de Gates ocorreram enquanto ele estava dando um discurso numa conferência de TED (tecnologia, entretenimento e design) sobre como os seres humanos podem reduzir suas emissões de CO2 a fim de reduzir o aquecimento global. "A temperatura só vai parar de subir", afirmou ele, "quando chegarmos a quase zero [em emissões de carbono].
Pelo fato de que a quantidade de CO2 emitida tem relação com a população humana, Gates mencionou resumidamente meios de reduzir a projetada população mundial, inclusive "serviços de saúde reprodutiva" - aborto e contracepção - bem como vacinas.
"Ora, se realmente fizermos um grande trabalho na criação de novas vacinas, assistência de saúde, serviços de saúde reprodutiva, abaixaremos a população mundial em 10 ou 15 por cento", disse ele.
Gates é famoso por financiar medidas de controle populacional pró-aborto - mas a referência que Gates fez sobre vacinas imediatamente lançou especulações com relação ao uso de tais drogas para disseminar agentes esterilizantes em grande escala.
Campanhas de vacinação no passado foram encobertamente usadas para esterilizar mulheres. Em 1995, o Supremo Tribunal das Filipinas descobriu que as vacinas usadas numa campanha de vacinação antitetânica do UNICEF continham o B-hCG, que quando dado numa vacina, destrói permanentemente a capacidade de uma mulher sustentar uma gravidez. Aproximadamente três milhões de mulheres já haviam tomado a vacina.
Apesar disso, Gates afirma trabalhar com uma perspectiva aparentemente contraditória de que diminuindo-se a mortalidade infantil também diminui-se o crescimento da população. Em resposta a uma pergunta de LifeSiteNews, a Fundação Gates - observando que Gates havia discursado no evento de TED exclusivamente a título pessoal - apontou para o fato de que Gates disse em sua Carta Anual de 2009 que um "fato surpreendente, mas crítico, é que reduzir o número de mortes [infantis] realmente reduz o crescimento populacional".
Ele continuou, explicando que a teoria de que pais terão mais filhos quando a mortalidade infantil é elevada, a fim de garantir que vários filhos sobrevivam para cuidar deles quando envelhecerem.
"Se melhorarmos o sistema de saúde numa sociedade... de forma surpreendente, o crescimento populacional cai", Gates disse para a CNN em 2008. "E é por isso que os pais precisam ter alguns filhos para sobreviver na vida adulta para cuidar deles quando ficarem velhos".
"E assim, se eles pensam que ter filhos é o que eles precisam fazer para ter pelo menos dois para sobreviver, é isso o que eles farão. E o que é estupendo é que no mundo inteiro, à medida que o sistema de saúde melhora, então o crescimento populacional é realmente reduzido".
A Fundação Bill e Melinda Gates recentemente se comprometeu a doar dez bilhões de dólares para vacinar crianças no mundo inteiro.
Tradução: Julio Severo
James Tillman | 15 Março 2010
Artigos - Globalismo
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quarta-feira, 10 de março de 2010
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