Portanto seres pensantes questionam e muito! Como os nossos irmãos de Beréia. Seria isso apavorante? Não, nem um pouco. Penso...logo existo! Para Descartes pensar é sinal de existência, no evangelho de hoje, quem pensa não consegue subsistir. "Penso, logo existo" (Descartes) "Não pense, faça o que eu digo" (Alto Clero Evangélico)

terça-feira, 5 de junho de 2012

Agradando a homens


“Porque o reino de Deus não consiste no comer e no beber, mas na justiça, na paz, e na alegria no Espírito Santo, Rm 14: 17.

O comer e o beber na Bíblia são figura das coisas ligadas as concupiscências da carne, servem como motivo de consolação para os que não tendo mais esperança declaram: “comamos e bebamos que depois morreremos”. 1Co 15: 32

O evangelho foi anunciado para transformar o mundo por isso recebendo o título de “Boas novas”, era uma proposta revolucionária que visava mudar as coisas, e isso começaria a partir da mente humana renovada, conforme Rm 12: 1 e 2.

Tudo o que é novo assusta, pois cobra uma atitude, uma mudança, e nem todos ou a maioria não está disposta a aceitar que o seu modo ou método de vida não está correto. Aceitar mudar significa reconhecer estar errado aceitando a proposta de buscar um novo caminho sofrendo uma transformação.

Jesus ao pregar, anunciou apenas o que seu Pai lhe mostrava, não fez nenhuma concessão, nem mesmo para de se livrar do suplício e da cruz. Jesus tinha um objetivo, o de salvar aos homens, e isso nem sempre os agradaria. Jesus porém queria agradar a Deus e não aos homens.

O apóstolo Paulo também deixa isso claro ao declarar em 1Ts 2: 4 que nunca pregou para agradar aos homens, mas a Deus. Também, como fez Jesus, disse que não buscava a glória dos homens conforme Jo 5: 41 e 1Ts 2: 6. Pela salvação dos homens, Paulo foi açoitado com açoites e com varas, foi apedrejado, sofreu três naufrágios, passou uma noite no abismo, esteve em prisões, em perigos de morte, em perigos entre os judeus, entre os gentios, entre salteadores, no deserto, no mar e entre os falsos irmãos, em trabalhos e fadiga, vigília, fome, e sede, em jejum, frio, e nudez conforme 2Co 11: 23 a 27, isso prova que os desagradou.

Infelizmente hoje a igreja ou parte dela tem buscado ser agradável aos homens fazendo concessões e permitindo que o mundo entre através dela e a contamine com suas práticas. Homens dão glória a outros homens e assim todos se alimentam e saciam a sede de seus egos, e mutuamente se alegram em seus espíritos. Trocam assim a glória e o galardão eterno pelos títulos e glórias desta vida, amam as lisonjas e são vaidosos, desprezando as opiniões dos que não compactuam com suas práticas as quais não condizem com as do reino de Deus.

Lembramos o que diz Paulo sobre o reino de Deus: “porque o reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, paz, e alegria no Espírito Santo. “Pois quem nisso serve a Cristo agradável é a Deus e aceito aos homens”, Rm 14: 18. Se buscarmos agradar aos homens, um dia descobriremos que, fomos desagradáveis aos homens por enganá-los e a Deus por não agradá-lo.



Fonte: Cláudio Pinto em Acorde e Discorde

Xuxa: Freud explica, Marx comemora

Xuxa seduzindo um menino de 12 anos no filme pornográfico Amor Estranho Amor
A entrevista de Xuxa ao Fantástico foi tiro pela culatra. Em vez de comover, serviu para relembrar. Um sobrevôo na vida pregressa da Rainha dos Baixinhos leva inevitavelmente a uma suposição: Xuxa ficou tão traumatizada com o abuso sexual que sofreu quando criança que acabou por assumir a persona de “suja” e “sem-vergonha”, transformando a sua vida artística num simulacro de Sodoma e Gomorra. Freud explica.

Convenhamos: se Xuxa foi de fato abusada quando criança, só Freud para explicar a persistência e determinação com que a Rainha dos Baixinhos escolheu e trilhou uma carreira toda calcada em apelos à sensualidade, exploração do sexo e oportunismo carreirista.

Provam-no as fotos nuas, os filmes com cenas picantes de sexo, os romances com homens mais velhos e famosos, as atrações pornográficas e os convidados vulgares dos programas e shows infantis pilotados pela apresentadora e cantora.

Basta analisar com clareza e objetividade a vida de Xuxa para concluir que sua indignação e revolta por ter sido abusada não guarda qualquer coerência com a figura sexual apelativa com que a Rainha dos Baixinhos se apresenta(va) às crianças que a idolatravam e a idolatram ainda hoje.

Tampouco a apregoada campanha de Xuxa para proteger a inocência das crianças contra pedófilos é compatível com o modelo de virtude que ela ofereceu a estas mesmas inocentes criaturas durante toda a sua vida.

Ter sido a responsável pela difusão e imposição do pancadão do funk, com suas coreografias e letras grosseiras, chulas, vulgares e inadequadas, aos corações e mentes da infância e juventude do Brasil é só parte do estrago que Xuxa produziu em mais de uma geração de súditos que estiveram sob a influência nefasta desta rainha má.

Mas, sejamos honestos, a contribuição freudiana pára por aí. A instalação e consolidação do reinado de apologia ao sexo pilotado por Xuxa têm outra explicação. Os pais da criança atendem pelos nomes de Karl Marx e Antonio Gramsci.

Xuxa é a prova viva de que a revolução passiva gramsciana, aliada ao marxismo cultural, vem sendo implantada no Brasil desde o tempo em que a esquerda ainda se passava por vítima naqueles que acostumamos a chamar de “anos de chumbo”.

O processo de perversão, corrupção e erotização da infância e juventude brasileira não começou agora, já vem de longe. A erosão e destruição da tradição moral judaico-cristã é ponto de honra e questão fechada na cartilha de implantação do socialismo. Uma das propostas explícitas de Lênin era “varrer o cristianismo da face da Terra”.

A chorosa senhora que apareceu no Fantástico vem cometendo crime de lesa-infância há quase 30 anos, com seus programas “infantis” recheados de vulgaridades, indecências e pornografias. Foi esta cinquentona, com ares de moça preocupada com a preservação da inocência das crianças, que implantou o funk de norte a sul do Brasil em seus programas da Globo e shows país e mundo afora.

A este ponto alto no curriculum da Rainha dos Baixinhos, soma-se à jogada marquetólogica de uma gravidez arranjada através da seleção e escolha de um reprodutor de plantel. Construir uma família — marido, mulher e filhos — nunca foi projeto da moça que diz tanto amar as crianças. São palavras suas:

“Estou procurando (um homem). Mas se não aparecer, vou ter essa criança sozinha.(...) Se eu tiver um filho por inseminação, ela vai conhecer ao menos a mãe. Na Espanha, nenhuma clínica tem os genes que eu quero. Na Alemanha e na França tem. Fazendo inseminação, vou ser o pai e a mãe da criança, quero que ela seja o mais parecida possível comigo”.

Precisa dizer mais?

Eu nunca permiti que meus três filhos assistissem ao circo de horrores que Xuxa liderava na TV Globo. Ainda assim, a pequena amostra do que pude ver sempre me levou a achar que esta “santa” merecia cadeia.

Qualquer um que assiste às entrevistas e brincadeiras do programa ou ouve as letras, e confere o significado das palavras da maioria das músicas ali apresentadas, só tem uma alternativa: pedir prisão perpétua para Xuxa. Pena de morte também não seria um exagero. É proporcional à gravidade dos crimes: lesa-infância, lesa-juventude e lesa-pátria.

No domingo, 19 de maio, Xuxa não foi à televisão defender crianças (ela mesma é a maior ameaça à infância). Se ela confessou sua tragédia pessoal foi para induzir à idéia de que é a família, a intimidade do lar, ou o próprio pai (por omissão ou por má companhia) quem ameaça os filhos.

Xuxa deu a entrevista e fez as confissões porque ela é quem é e continua a mesma, desde que surgiu para o estrelato com seus 16 anos de idade. Xuxa está aí para corromper e perverter as virtudes e valores morais do povo brasileiro, como pudor, família e alta cultura. É o seu papel.

Sou cética e crítica. Se, por um lado, nunca brinquei ou debochei da possibilidade real de que Xuxa tenha sido vítima de abusos, também não me comoveram as suas lágrimas. Ao contrário, a choramingação sobre os abusos que ela sofreu serviu, antes, para me fazer pensar por que Xuxa não denunciou há mais tempo fato de tamanha gravidade e não deu o nome de seus molestadores.

Se teve coragem de se expor na televisão, por que não ir atrás de justiça, denunciando quem abusou dela? Xuxa alega que era criança sem malícia, não sabia discernir o errado e tinha medo de denunciar os molestadores. A sua tragédia pessoal aconteceu há 40 anos.

Mas, e agora? Por que escolheu um programa de televisão para fazer uma confissão tão dolorida e íntima? Ela não sabe diferenciar a esfera pública da vida privada? Se resolveu expor-se desta maneira para alertar sobre os abusos, por que protegeu seus molestadores? É esta a mensagem? “Criança, se abusada, não divulga nunca o nome do criminoso, nem quando chegar a idade adulta. Premia o infame com o anonimadto e a impunidade.”

Quer dizer que patifes (Xuxa diz que foram vários adultos!) cometem crime hediondo de pedofilia e a vítima, nas condições favoráveis de que desfruta Xuxa hoje, não os denuncia e não os submete aos rigores da lei? Se já estão mortos, tanto faz, não interessa. É preciso fazer justiça, desmascarando e retirando o véu de dignidade que pode recobrir a vida destes monstros. Por que ela não o fez?

Se Xuxa é tão transparente, honesta e virtuosa, por que seu tão corajoso e sincero depoimento ao Fantástico não tocou na sua participação ainda adolescente no concurso de pantera de Ricardo Amaral? Ela também nada falou de suas fotos nuas (inclusive na capa) para a revista Playboy. Nenhuma referência à tentativa de apagar a sua aparição do filme Amor Estranho Amor, de Walter Hugo Khoury, em que reparte com um menino de 12 anos uma cena de sexo ardente.

Por que a versão de que, menor de idade, com 17 anos, era a “namorada desinteressada” de uma celebridade como Pelé, o homem mais famoso do planeta, à época um quarentão, com idade para ser seu pai? O próprio Rei reconhecia que Xuxa era apenas uma ninfeta: “Não quis ser o primeiro homem da Xuxa. Quando eu a conheci, ela tinha 16, 17 anos. Era virgem e tinha um namoradinho com quem estava brigada.(...) Na base da brincadeira, dizia para Xuxa resolver o problema da virgindade.”
Amaury Junior conta que Pelé saía com fotos da modelo no bolso para pedir o apoio da imprensa e que foi abordado pelo ex-jogador, numa festa, com algumas delas nas mãos. “Ele me pediu para dar uma força àquela menina, dizendo que ela um dia faria muito sucesso”.

Pelé confirma: “Ajudei muito ela, fui eu que recolhi todas as fotos que Xuxa tinha feito nua. Todas. Tinha foto dela em cima de um taxi em Nova York com a bunda de fora, e todos foram compreensíveis comigo, afinal, ela era uma menina sem maldade, muito natural, que encarava a nudez com a maior tranquilidade”. (Pelé, em entrevista a Playboy)

Segundo a revista IstoÉ, “Pelé e Xuxa se conheceram em 1980, num ensaio fotográfico. Pelé ditou os passos de sua carreira nos seis anos de namoro. Em um ano, Xuxa foi capa de mais de 80 revistas. Virou apresentadora de programa infantil na TV Manchete e se tornou a Rainha dos Baixinhos”. Quanto amor!

Um balanço frio da carreira de Xuxa nos últimos tempos não deixa distante a hipótese, muito provável, de que a confissão ao Fantástico sobre os abusos, anunciada com sensacionalismo e recheada de emocionalismo piegas, seja puro golpe de marketing, destinado a recuperar a carreira descendente e decadente da apresentadora. Para tanto, ela resolveu posar de cidadã corajosa e heroína, que sacrifica a própria imagem e se expõe para proteger seus anjinhos inocentes.

O tiro pode ter saído pela culatra, Ibope não significa necessariamente aprovação e admiração. Um número expressivo de pessoas que assistiram e comentaram a entrevista de Xuxa ao Fantástico não teceu loas nem ficou comovido com o “calvário infantil” da senhora Maria das Graças Meneghel.

Muita gente continua achando que já passou a hora desta senhora prestar contas à Justiça por seus crimes contra a infância, adolescência e juventude do Brasil.


Fonte: Blog da Mirian Macedo
Divulgação: www.juliosevero.com

quarta-feira, 30 de maio de 2012

JESUS TE AMA! E OS CRISTÃOS?



Por Samuel Torralbo
É muito comum encontrarmos pessoas afirmando que, são afeiçoadas pela pessoa e obra de Jesus Cristo, mas que, sentem aversão e pavor em relação aos seus seguidores, ou aquilo que conhecem como igreja.
Quero afirmar que, creio integralmente na verdade bíblica que revela a igreja de Cristo como um organismo extraordinário, amoroso, unificado, e relevante na expressão da sua missão de glorificar a Deus através de Cristo Jesus.
Porém, a igreja é formada por homens e mulheres dotados de relatividades e imperfeições, que invariavelmente no curso da história glorificaram a Deus através de sua fé e praticidade de vida, mas que, de contrapartida, infelizmente alguns “cristãos” deixaram impressões equivocadas e estarrecedoras na mente de inúmeras pessoas que ainda não pertencem à família de Deus.
De modo que, é interessante para o seguidor de Jesus se colocar no lugar de uma pessoa que ainda não pertença a igreja. Por exemplo – O que será que acontece no coração de uma pessoa quando se depara com a seuinte frase em um outdoor: JESUS TE AMA! Será que sua mente volta-se para o significado da cruz e o sacrifício de Jesus, ou inevitavelmente associa esta frase ao último escândalo religioso de algum líder eclesiástico, ou alguma atitude insana de um vizinho codenominado “cristão”?
Infelizmente, durante muito tempo ouvi inúmeras declarações absurdas de cristãos alienados das escrituras e da própria história que na intenção de justificarem as suas idiossincrasias e farisaísmos declaram: “Assim como Jesus não agradou, é normal a igreja não agradar”. Isto é um grande ENGODO!
Primeiro porque, estar com Jesus sempre foi algo extraordinário, tanto que as multidões buscavam de alguma forma estar perto de Jesus – “E seguiram-no grandes multidões..”(Mt. 19.2). Segundo porque, a história da Igreja relata a impressão que a sociedade tinha dos primeiros cristãos: “Os cristãos cumprem todos os seus deveres de cidadãos e suportam todas as suas obrigações. Os cristãos não diferem dos demais homens pela terra, pela língua, ou pelos costumes. Não habitam cidades próprias, não se distinguem por idiomas estranhos, não levam vida extraordinária.
Qualquer terra estranha é pátria para eles; qualquer pátria, terra estranha. Tem a mesa em comum, não o leito. Vivendo na carne, não vivem segundo a carne. Os judeus hostilizam-nos como alienígenas; os gregos os perseguem, mas nenhum de seus inimigos pode dizer a causa de seu ódio”. (Trecho da carta a Diogneto). Ainda em relação a vida dos primeiros cristãos em sociedade, observe o que Atos 2.47, relata: “Louvando a Deus, e caindo na graça de todo o povo.
E todos os dias acrescentava o Senhor à igreja aqueles que se haviam de salvar”. Ou seja, o motivo das perseguições e ódio em relação a Jesus e seus discípulos na maioria das vezes sempre estiveram relacionados aos interesses narcisistas da classe política e sacerdotal que por medo de perderem os seus cargos perseguiam qualquer movimento que interpretassem como oposição.
De modo que, conviver com um cristão deveria sempre ser uma experiência agradável, única, libertadora, e que aprofundasse no outro, os significados e percepções em relação vida e a eternidade com Deus.
Podemos ser perseguidos e injustiçados por causa da nossa fé, convicção, pregação e vida piedosa, mas nunca, por práticas desafeiçoadas, que infelizmente se manifestam em alguns pseudocrístãos, o que inevitavelmente faz inúmeros incrédulos pensar que cristianismo é – 1) Preconceito religioso, 2) Legalismo, 3) Confraria de pessoas alienadas e exclusivistas, 4) Comprimento de costumes e regras, 5) Ajuntamento de pessoas sem nenhuma beleza ou bom gosto existencial, etc.
Diante disto, no mínimo cada discípulo deveria se perguntar – qual é a associação que uma pessoa faz diante de uma declaração do amor divino, com relação aos seguidores de Jesus? O que as pessoas pensam sobre os cristãos contemporâneos? Qual é a impressão que estamos deixando nas pessoas através do nosso culto e maneira de viver?
Estou persuadido de que, em síntese a funcionalidade real do evangelho parte do seguinte pressuposto: antes de declararmos: JESUS TE AMA, cada cristão precisa prioritariamente AMAR, para que se cumpra a oração de Jesus pelos seus discípulos: “Para que todos sejam um, como tu, ó Pai, o és em mim, e eu em ti; que também eles sejam um em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste”. (João 17.21)

domingo, 20 de maio de 2012

Conhecidos Pelo Nosso Amor


UMA VERDADEIRA NAÇÃO CUJO YAOHUH (DEUS) É O SENHOR, NÃO PODE SER VISTA POR FAIXAS NAS CABEÇAS E CAMISETAS COM UM DIZER OU NOME OU APENAS PELO UMA MARCHA SEM IDEAIS, MELHOR TEM IDEAIS DE PROMOVER CANTORES, PASTORES, POLITICOS E INSTITUIÇÕES RELIGIOSAS COM SEUS VARIADOS NOMES COLOCADOS PELOS HOMENS. MAS A NAÇÃO CUJO YAOHUH (DEUS) É O SENHOR SERA CONHECIDA PELO MUNDO PELO AMOR!

Um novo mandamento vos dou: Que vos ameis uns aos outros; como eu vos amei a vós, que também vós uns aos outros vos ameis.
Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros (João 13.34-35)
Amor é o emblema, a insígnia, o distintivo pelo qual os homens nos distinguem dos discípulos de outras religiões.
Conhecemos os discípulos de Zoroastro pelo sistema religioso de dois deuses, e seu matrimônio incestuoso;
Conhecemos os adeptos de Brama pela sua incomparável abnegação em comer e vestir;
Conhecemos os discípulos de Pitágoras por sua deferência aos números quatro e sete;
Conhecemos discípulos de Platão pelas ideias fantásticas do côncavo da lua;
Os discípulos de Zenon, por seus sonhos de apatia e infelicidade;
Os discípulos de Maomé, em seu rigor em observar os decretos de Alá;
Podemos conhecer os discípulos dos escribas por suas tradições e exposições da lei;
Os discípulos dos fariseus, pelo seu formalismo e hipocrisia;
Os discípulos dos saduceus, pela negação da providência de Deus e descrença na ressurreição.
“Porem”, os discípulos de YAOHUSHUA (Jesus) de Nazaré, serão conhecidos, não por seus milagres (1 Co 13.1,2), nem por seus sermões, também não é pela sua doutrina, mas por seu “AMOR” – Amor este personificado em YAOHUSHUA(Jesus) o Filho de YAOHUH (Deus), aqui na terra.

E conhecer o amor de YAOHUSHUA (Jesus), que excede todo o entendimento, para que sejais cheios de toda a plenitude de YAOHUH (Deus) (Ef 3.19).
     
YAOHUSHUA (Jesus) disse: “Um novo mandamento lhes dou: Amem-se uns aos outros. Como eu os amei, vocês devem amar-se uns aos outros. Com isso todos saberão que vocês são meus discípulos, se vocês se amarem uns aos outros”. (João 13:34-35 NVI)
Pergunta: É assim que somos conhecidos?
Pergunta: Se não for assim que somos conhecidos, quando o seremos?
João disse:
Amados, amemos uns aos outros, pois o amor procede de YAOHUH (Deus). Aquele que ama é nascido de YAOHUH (Deus) e conhece a YAOHUH (Deus). Quem não ama não conhece a YAOHUH (Deus), porque YAOHUH (Deus) é amor.
Foi assim que YAOHUH (Deus) manifestou o seu amor entre nós: enviou o seu Filho Unigênito ao mundo, para que pudéssemos viver por meio dele. Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a YAOHUH (Deus), mas em que ele nos amou e enviou seu Filho como propiciação pelos nossos pecados. Amados, visto que YAOHUH (Deus) assim nos amou, nós também devemos amar uns aos outros. (1 João 4:7-11 NVI)
Pergunta: É assim que amamos?
Pergunta: Se não for assim, quando o faremos?
Outra vez, João disse:
Assim conhecemos o amor que YAOHUH (Deus) tem por nós e confiamos nesse amor. Deus é amor. Todo aquele que permanece no amor permanece em YAOHUH (Deus), e YAOHUH (Deus) nele. Dessa forma o amor está aperfeiçoado entre nós, para que no dia do juízo tenhamos confiança, porque neste mundo somos como ele. No amor não há medo; ao contrário o perfeito amor expulsa o medo, porque o medo supõe castigo. Aquele que tem medo não está aperfeiçoado no amor. Nós amamos porque ele nos amou primeiro. Se alguém afirmar: “Eu amo a YAOHUH (Deus)”, mas odiar seu irmão, é mentiroso, pois quem não ama seu irmão, a quem vê, não pode amar a YAOHUH (Deus), a quem não vê. Ele nos deu este mandamento: Quem ama a YAOHUH (Deus), ame também seu irmão. (1 João 4:16-21 NVI)
Pergunta: Será que realmente amamos a YAOHUH (Deus)?
Pergunta: Senão, quando é que vamos começar?
Está na hora!

Seremos conhecidos por causa do amor de YAOHUH (Deus) em nós. O mundo está procurando por algo real e tangível. Ele está procurando por amor, e YAOHUH (Deus) é amor (I João 4:8). É preciso estar cheio do amor de YAOHUH (Deus), porque se não for assim, as pessoas chegarão até nós e voltarão sem conhecê-lo.

O amor é o que nos distingue do mundo. É a marca de todo aquele que aceita a YAOHUSHUA (Jesus) como seu salvador. As pessoas precisam olhar para nós e ver esta marca nos diferenciando. Joyce Meyer diz que as pessoas deveriam fazer conosco como fazem quando vão comprar um produto. Olhar pela etiqueta, ver a marcar. O Amor! 

YAOHUH (Deus) nos amou tanto que enviou YAOHUSHUA (Jesus) para nos salvar. Quem ama faz alguma coisa. 
YAOHUH (Deus) nos amou ao ponto de enviar aquilo que Ele tinha de mais precioso nos céus. Se de fato entendemos o amor de Deus por nós, não ficaremos mais alheios as necessidades e faltas do mundo.

O amor se movimenta para fazer tudo o que é honesto, puro e justo, não buscando seus próprios interesses, nem buscando se autopromover com meras atitudes superficiais, nem sacrifícios tolos para manter uma aparência de piedade. O amor sempre se manifesta com bondade e fidelidade.

Podemos sacrificar sem amor, dar sem a motivação correta, fazer muitas coisas nos esquecendo dele. Não há nada maior que possamos levar ao mundo que o amor. Não há nada mais convincente que o amor de YAOHUH (Deus) refletido em nosso caráter. Ele é uma linguagem universal. Todos a entendem.

Em Coríntios 13, Paulo diz que o amor é eterno, ele jamais acaba, e é por isso que Paulo o escolheu como a coisa mais importante do mundo.

A maioria das coisas das quais devotamos nosso tempo e energia não permanecerão, não são eternas. Lutamos para fazer dinheiro, fundar empresas, comprar roupas e carros de marca, porém tudo isso é passageiro. Apenas o amor jamais acaba. Vou investir meu tempo e dinheiro em algo que dure. 

O Amor vai nos unir em um só corpo e povo, e vai nos libertar deste sistema cheio denominações com suas doutrinas humanas, e com isso vamos ser um com o YAOHUH!
E mundo vai crer que  YAOHUSHUA (Jesus) foi enviado pelo YAOHUH!
...E não rogo somente por estes, mas também por aqueles que, pela sua palavra, hão de crer em mim;  para que todos sejam um, como tu, ó pai, o és em mim, e eu, em ti; que também eles sejam um em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste.(João 17:20,21)

ENTÃO CHEGOU A HORA DOS FILHOS YAOHUH (Deus) SE MANIFESTAREM E ENCHER  O MUNDO DO AMOR YAOHUH (Deus) ASSIM COMO YAOHUSHUA (Jesus) FEZ! ENTÃO VAMOS AMAR? ESTE É O VERDADEIRO TESTEMUNHO.

PENSE NISSO ESTABELEÇA UM REINO INABALÁVEL !

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Jesus nunca foi evangélico

Era só o que faltava! Na tentativa de defender a herança deixada por Lutero, Zwinglio e Calvino, já surgiu quem afirme (acredite se quiser) que “Jesus era evangélico”. Isso mesmo! E não somente ele, mas também os apóstolos – como se o termo evangélico, que hoje está denegrido, fosse inventado por eles.

Tamanha incoerência foi publicada no blog de um famoso jornalista e escritor, que se diz cristão. Segundo o autor do texto, somente os “apóstatas” já abandonaram o termo evangélico. E acrescenta: “Não fujamos como covardes. Fiquemos e defendamos o que é nosso por herança espiritual. Somos sim evangélicos, como Jesus o foi...”

Mas o problema é que Jesus não foi evangélico. Nunca foi e jamais seria! Afirmar o contrário não somente é uma mentira, mas também um absurdo. Digo isso não apenas por causa desse termo, que só começou a ser usado há poucos séculos atrás, após a reforma protestante. Mas, digo isso, principalmente, porque a prática evangélica, desde sua origem, é muitíssimo parecida com a prática religiosa que o próprio Jesus combatia em seus dias.

Se você duvida, vejamos como são os evangélicos, em sua maioria (sejam eles reformados, renovados, pentecostais, ou neo-pentecostais) e perceba como se parecem com aqueles contra os quais Jesus redarguia.

Assim como os oponentes de Cristo, a maioria dos evangélicos:

- Amam os primeiros assentos nas igrejas, sobretudo os do altar;

- Fazem questão de ser chamados por seus títulos;

- Procuram vestir-se com suntuosidade, ao invés de simplicidade (algumas igrejas evangélicas mais parecem um desfile de moda);

- Pregam o amor, o perdão e a humildade que não vivem;

- Acrescentam doutrinas de homens ao puro e simples ensino de Cristo;

- Fazem propaganda de suas raras boas obras (aliás, raríssimas boas obras);

- Gostam (muito) de receber aplauso dos homens;

- Lutam por conquistar autoridade sobre os demais, para depois tratá-los como subalternos.

- Preferem investir tempo e dinheiro em seus templos, a investir tempo e dinheiro para socorrer irmãos necessitados.

- Amam as tradições mais do que a própria verdade.

Essa lista não é exaustiva. Mas ela nos basta para lembrar o quanto essa religiosidade evangélica, em todas as suas instâncias, se parece (e muito) com a mesma religiosidade hipócrita que Jesus abominava em seus dias sobre a terra. E o pior é que os evangélicos nada fazem para mudar! E quando alguém tenta voltar ao genuíno evangelho - da verdade, da igualdade e da simplicidade - logo é chamado de apóstata.

Sendo assim, como pode alguém pensar que Jesus faria parte desse cristianismo hipócrita que inventamos?

Mas, suponhamos que Jesus tentasse fazer parte do arraial evangélico. Caso isso ocorresse, não demoraria muito e ele seria excluído de qualquer denominação a que tentasse ser membro. E mais: os próprios evangélicos o recrucificariam! Por quê? Ora, porque a massa evangélica não tolera alguém que não se enquadre no sistema, mas que tenha coragem para denunciar abertamente suas hipocrisias. Assim como aqueles fariseus e saduceus, que não quiseram tolerar Jesus, a ponto de se unirem para o crucificar.

Portanto, lamento dizer, mas Jesus não seria evangélico. Ele está muito acima do cristianismo que inventamos. Basta uma simples releitura do Novo Testamento para se enxergar isso. Lutero, Zwinglio e Calvino que me perdoem, mas a reforma que eles fizeram não foi completa. Porque faltou a principal reforma: a reforma do coração.

“Bem profetizou Isaías a respeito de vós, hipócritas, como está escrito: Este povo honra-me com os lábios, mas o seu coração está longe de mim.”
(Jesus Cristo – Mc 7:6)

sábado, 21 de abril de 2012

A verdadeira história de São Jorge


Em torno do século III D.C., quando Diocleciano era imperador de Roma, havia nos domínios do seu vasto Império um jovem soldado chamado Jorge de Anicii. Filho de pais cristãos, converteu-se a Cristo ainda na infância, quando passou a temer a Deus e a crer em Jesus como seu único e suficiente salvador pessoal. Nascido na antiga Capadócia, região que atualmente pertence à Turquia, Jorge mudou-se para a Palestina com sua mãe, após a morte de seu pai. Tendo ingressado para o serviço militar, distinguiu-se por sua inteligência, coragem, capacidade organizativa, força física e porte nobre. Foi promovido a capitão do exército romano devido a sua dedicação e habilidade. 

Tantas qualidades chamaram a atenção do próprio Imperador, que decidiu lhe conferir o título de Conde. Com a idade de 23 anos passou a residir na corte imperial em Roma, exercendo altas funções. Nessa mesma época, o Imperador Diocleciano traçou planos para exterminar os cristãos. No dia marcado para o senado confirmar o decreto imperial, Jorge levantou-se no meio da reunião declarando-se espantado com aquela decisão, e afirmou que os os ídolos adorados nos templos pagãos eram falsos deuses. Todos ficaram atônitos ao ouvirem estas palavras de um membro da suprema corte romana, defendendo com grande coragem sua fé em Jesus Cristo como Senhor e salvador dos homens.

Indagado por um cônsul sobre a origem desta ousadia, Jorge prontamente respondeu-lhe que era por causa da VERDADE. O tal cônsul, não satisfeito, quis saber: "O QUE É A VERDADE?". Jorge respondeu: "A verdade é meu Senhor Jesus Cristo, a quem vós perseguis, e eu sou servo de meu redentor Jesus Cristo, e nEle confiado me pus no meio de vós para dar testemunho da Verdade." Como Jorge mantinha-se fiel a Jesus, o Imperador tentou fazê-lo desistir da fé torturando-o de vários modos. E, após cada tortura, era levado perante o Imperador, que lhe perguntava se renegaria a Jesus para adorar os ídolos. Porém, este santo homem de DEUS jamais abriu mão de suas convicções e de seu amor ao SENHOR Jesus. Todas as vezes em que foi interrogado, sempre declarou-se servo do DEUS Vivo, mantendo seu firme posicionamento de somente a Ele temer e adorar.

Em seu coração, Jorge de Capadócia discernia claramente o própósito de tudo o que lhe ocorria: “... vos hão de prender e perseguir, entregando-vos às sinagogas e aos cárceres, e conduzindo-vos à presença de reis e governadores, por causa do meu nome. Isso vos acontecerá para que deis testemunho”. (Lucas 21.12:13 – Grifo nosso). A fé deste servo de DEUS era tamanha que muitas pessoas passaram a crer em Jesus e confessa-lo como SENHOR por intermédio da pregação do jovem soldado romano. Durante seu martírio, Jorge mostrou-se tão confiante em Cristo Jesus e na obra redentora da cruz, que a própria Imperatriz alcançou a Graça da salvação eterna, ao entregar sua vida ao SENHOR. Seu testemunho de fidelidade e amor a DEUS arrebatou uma geração de incrédulos e idólatras romanos.

Por fim, Diocleciano mandou degolar o jovem e fiel discípulo de Jesus, em 23 de abril de 303. Logo a devoção a “São” Jorge tornou-se popular. Celebrações e petições a imagens que o representavam se espalharam pelo Oriente e, depois das Cruzadas, tiveram grande entrada no Ocidente. Além disso, muitas lendas foram se somando a sua história, inclusive aquela que diz que ele enfrentou e amansou um dragão que atormentava uma cidade...

Em 494, a idolatria era tamanha que a Igreja Católica o canonizou, estabelecendo cultos e rituais a serem prestados em homenagem a sua memória. Assim, confirmou-se a adoração a Jorge, até hoje largamente difundida, inclusive em grandes centros urbanos, como a cidade do Rio de Janeiro, onde desde 2002 faz-se feriado municipal na data comemorativa de sua morte.

Jorge é cultuado através de imagens produzidas em esculturas, medalhas e cartazes, onde se vê um homem vestindo uma capa vermelha, montado sobre um cavalo branco, atacando um dragão com uma lança. E ironicamente, o que motivou o martírio deste homem foi justamente sua batalha contra a adoração a ídolos...

Apesar dos engano e da cegueria espiritual das gerações seguintes, o fato é que Jorge de Capadócia obteve um testemunho reto e santo, que causou impacto e ganhou muitas almas para o SENHOR. Por amor ao Evangelho, ele não se preocupou em preservar a sua própria vida; em seu íntimo, guardava a Palavra: “ ...Cristo será, tanto agora como sempre, engrandecido no meu corpo, seja pela vida, seja pela morte” (Filipenses 1.20). Deste modo, cumpriu integralmente o propósito eterno para o qual havia nascido: manifestou o caráter do SENHOR e atraiu homens e mulheres para Cristo, estendendo a salvação a muitos perdidos.

Se você é devoto deste celebrado mártir da fé cristã, faça como ele e atribua toda honra, glória e louvor exclusivamente a Jesus Cristo, por quem Jorge de Capadócia viveu e morreu. Para além das lendas que envolvem seu nome, o grande dragão combatido por ele foi a idolatria que infelizmente hoje impera em torno de seu nome.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

A Futilidade das Riquezas

“Doce é o sono do trabalhador, quer coma pouco, quer muito; mas a fartura do rico não o deixa dormir. Grave mal vi debaixo do sol: as riquezas que seus donos guardam para o próprio dano. E, se tais riquezas se perdem por qualquer má aventura, ao filho que gerou nada lhe fica na mão”. Eclesiastes 5:12-14

Em sua mensagem de hoje o sábio começa mostrando o contraste entre o homem que trabalha para o seu sustento, e aquele que trabalha pela riqueza. Ao usar o sono como uma figura de linguagem, Salomão expressa a paz de espírito que o ser humano precisa ter em relação às coisas da vida. O importante não é a quantidade do ganho, mas sim o ganhar. Quer seja pouco ou muito, nossa preocupação deve ser trabalhar pelo ganho, e o resultado pertence a Deus. O mundo está cheio de pessoas com stress, depressão, e aflição, porque elas não conseguem ter sucesso com as riquezas. Infelizmente este quadro também tem se projetado no meio cristão, e a inquietação pelas coisas materiais tem levado muitos a fraquejarem na fé. Constantemente nós estamos fazendo uma associação do bem-estar da vida material, com a vida espiritual: se ganho pouco, Deus não está me abençoando, se outra pessoa ganha muito é porque Deus a está abençoando. As pessoas querem medir o êxito da vida cristã pelo resultado alcançado na vida material.

Deus nunca prometeu riquezas para Seus filhos. Se alguém acumulou riquezas ela vem de uma destas três fontes: ou a pessoa poderia ser um fiel mordomo para honra e glória do Senhor e assim Ele a abençoou, ou inimigo resolveu enriquecer alguém para cumprir seus propósitos, ou a própria pessoa, pelo dom divino, tem uma grande habilidade de administrar recursos. Em todos os três casos, o risco de perder as riquezas existe, é muito grande. Na altura de sua vida quando Salomão escreveu isso, ele já era um homem muito rico, e compreendeu a futilidade dos bens materiais. Foi por isso que ele escreveu que “doce é o sono do trabalhador que não está preocupado com as riquezas”.

Jesus tinha razão quando disse: “E ainda vos digo que é mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma agulha do que entrar um rico no reino de Deus”. Mateus 19:24. Agulha era um pequeno portal que havia nos muros das cidades antigas, que mal dava para passar um homem curvado. Esse portal era usado para as pessoas entrarem na Cidade à noite quando o portão principal estava fechado. Sendo o camelo o maior animal dos tempos Bíblicos, era praticamente impossível ele passar pelo “olho da agulha” como era chamado esse pequeno portal.

Eu vejo três razões porque Salomão e Jesus estão corretos sobre as riquezas: (1) As riquezas encorajam uma falsa independência. Se uma pessoa é bem-provida de bens, ela é muito hábil em pensar que pode lidar com qualquer situação que pode surgir. Com certeza ela não vai sentir muita necessidade de Deus. (2) As riquezas algemam a pessoa nesta terra. “Porque, onde está o teu tesouro,” disse o Jesus, “aí também estará o teu coração.” Mateus 6:21. Se tudo que a pessoa deseja (materialmente falando) ela consegue neste mundo, todos os seus interesses estarão aqui, e ela nunca vai pensar no mundo porvir . (3) As riquezas tendem a fazer a pessoa egoísta. Porém, quanto mais ela tem, mais ela vai querer. Além disso, uma vez que já se possuiu o conforto e o luxo, ela sempre tende a temer o dia quando ela vier a perder tudo, a vida se torna uma estrénua e preocupante luta para reter as coisas que tem. O resultado é que quando um homem fica rico, ao invés de ter o impulso para doar um pouco dos seus bens, ele tem a tendência de retê-las para si próprio.

Que nesta semana, Deus abra a nossa visão para as riquezas celestiais. Estas, não são riquezas passageiras, mas perduram para sempre!


domingo, 8 de abril de 2012

VERDADES E MITOS SOBRE A PÁSCOA

Por Augustus Nicodemus Lopes
Nesta época do ano celebra-se a Páscoa em toda a cristandade, ocasião que só perde em popularidade para o Natal. Apesar disto, há muitas concepções errôneas e equivocadas sobre a data.
A Páscoa é uma festa judaica. Seu nome, “páscoa”, vem da palavra hebraica pessach que significa “passar por cima”, uma referência ao episódio da Décima Praga narrado no Antigo Testamento quando o anjo da morte “passou por cima” das casas dos judeus no Egito e não entrou em nenhuma delas para matar os primogênitos. A razão foi que os israelitas haviam sacrificado um cordeiro, por ordem de Moisés, e espargido o sangue dele nos umbrais e soleiras das portas. Ao ver o sangue, o anjo da morte “passou” aquela casa. Naquela mesma noite os judeus saíram livres do Egito, após mais de 400 anos de escravidão. Moisés então instituiu a festa da “páscoa” como memorial do evento. Nesta festa, que tornou-se a mais importante festa anual dos judeus, sacrificava-se um cordeiro que era comido com ervas amargas e pães sem fermento.
Jesus Cristo foi traído, preso e morto durante a celebração de uma delas em Jerusalém. Sua ressurreição ocorreu no domingo de manhã cedo, após o sábado pascoal. Como sua morte quase que certamente aconteceu na sexta-feira (há quem defenda a quarta-feira), a “sexta da paixão” entrou no calendário litúrgico cristão durante a idade média como dia santo.
Na quinta-feira à noite, antes de ser traído, enquanto Jesus, como todos os demais judeus, comia o cordeiro pascoal com seus discípulos em Jerusalém, determinou que os discípulos passassem a comer, não mais a páscoa, mas a comer pão e tomar vinho em memória dele. Estes elementos simbolizavam seu corpo e seu sangue que seriam dados pelos pecados de muitos – uma referência antecipada à sua morte na cruz.
Portanto, cristãos não celebram a páscoa, que é uma festa judaica. Para nós, era simbólica do sacrifício de Jesus, o cordeiro de Deus, cujo sangue impede que o anjo da morte nos destrua eternamente. Os cristãos comem pão e bebem vinho em memória de Cristo, e isto não somente nesta época do ano, mas durante o ano todo.
A Páscoa, também, não é dia santo para nós. Para os cristãos há apenas um dia que poderia ser chamado de santo – o domingo, pois foi num domingo que Jesus ressuscitou de entre os mortos. O foco dos eventos acontecidos com Jesus durante a semana da Páscoa em Jerusalém é sua ressurreição no domingo de manhã. Se ele não tivesse ressuscitado sua morte teria sido em vão. Seu resgate de entre os mortos comprova que Ele era o Filho de Deus e que sua morte tem poder para perdoar os pecados dos que nele creem.
Por fim, coelhos, ovos e outros apetrechos populares foram acrescentados ao evento da Páscoa pela crendice e superstição populares. Nada têm a ver com o significado da Páscoa judaica e nem da ceia do Senhor celebrada pelos cristãos.
Em termos práticos, os cristãos podem tomar as seguintes atitudes para com as celebrações da Páscoa tão populares em nosso país: (1) rejeitá-las completamente, por causa dos erros, equívocos, superstições e mercantilismo que contaminaram a ocasião; (2) aceitá-las normalmente como parte da cultura brasileira; (3) usar a ocasião para redimir o verdadeiro sentido da Páscoa.
Eu opto por esta última.