Portanto seres pensantes questionam e muito! Como os nossos irmãos de Beréia. Seria isso apavorante? Não, nem um pouco. Penso...logo existo! Para Descartes pensar é sinal de existência, no evangelho de hoje, quem pensa não consegue subsistir. "Penso, logo existo" (Descartes) "Não pense, faça o que eu digo" (Alto Clero Evangélico)
quinta-feira, 15 de março de 2012
PARA PENSAR!
"Amor" é uma palavra;"Eu te amo" é uma frase;"Amar" é um conjunto de atitudes.
Falar de amor é o mesmo que falar sobre Deus:
deduzimos o seu tamanho pela medida do universo,
sabemos que seu valor excede a tudo,
que ele cura todas as feridas,
que nos transforma,
que nos torna capazes de fazermos coisas das quais outrora não seriamos possíveis (o impossível),
que nos liberta da cadeia chamada "ego",
e principalmente nos torna semelhantes a Ele.
O ego me faz querer o benefício próprio em detrimento as pessoas que mais admiro.
O amor me faz querer o bem daqueles que amo em detrimento as coisas que eu admire.
Na dúvida, escolha sempre o amor, pois ele está acima de qualquer verdade e acima de tudo que é certo.
Em tempo... O amor é a única coisa que não se curva diante do tempo, por isso, Deus, em sua infinita sabedoria criou a eternidade para todos os amantes.
Ideologia, quero uma pra viver
Não vejo sentido em quase nada nessa vida.
Só obtive satisfação nos meus feitos quando eles favoreciam pessoas necessitadas.
Isso me fez pensar que estou nesse mundo para servir e não para ser servido.
Isso me faz pensar que só existe dois tipos de relacionamentos: aqueles onde você faz algo de útil por alguém e aquele onde você usa e é usado por alguém.
O que é seguir a Cristo?
É cumprir com seu propósito de amar a todos independente do que sejam ou o que tenham feito.
Pois se você quiser ser amado por Deus independente do que você é e do que você pratica, então tem que aprender a amar os outros dessa forma.
Jesus pode não estar nos templos, e aí?
Então me diga: onde ele está?
Dentro de cada pessoa necessitada, ou seja, dentro de você e dentro de mim.
Jesus é uma pessoa e caminha entre pessoas, não um templo, ele pode não estar nos templos.
Pense...
O culto racional
“Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional” (Romanos 12:1)
O motivo dessa postagem é pra dizer umas pequenas verdades que todo mundo deveria ouvir e saber pra poupar o tempo e diminuir a quantidade de besteirol pra (daí quem sabe) falar alguma coisa que preste.
Deus realmente não se importa com o baixo barulho das suas palmas, o ego do pregador sim! O Todo Poderoso não quer saber se você está quebrando o punho e todos os ossos da mão durante uma salva de palmas. Aliás, arrisco a dizer que Deus tá pouco de lixando pra palmas.
Essa babaquice de ficar repetindo todo culto “mais forte que é pra Jesus” é mais antiga e inútil que o conto popular da “manga com leite”.
Pastores, nos poupem dessa piada velha.
Seguindo essa linha sonora... Deus também pouco se importa com seus gritos.
Diferente da galera que frequenta sua igreja, Deus não é surdo e você não está num show de Heavy Metal.
Esse negócio de “crente que não faz barulho tá com defeito de fabricação” serve mais em estádio de futebol em dias de jogos do que como incentivo ao barulho.
Não sei porque tanto tesão por barulho.
E caros pastores, culto é uma vida bem vivida e realizada com as maiores conquistas que temos: família e amigos.
Horas e horas e mais horas dentro da igreja não aumentam o amor de Deus por nós, e nem as canções “emogélicas” que mais lembram um Wando em versão gospel bajulam o ego dele.
Não se trata do que acontece ali dentro, porque tudo ali dentro daquele espaço físico e temporal é mentira.
O Deus verdadeiro se importa com aquilo que você vive do lado de fora.
Tudo é retratado da maneira como você se interage com sua rotina e as pessoas que fazem parte dela.
Deus observa através dos seus olhos e consegue sentir até o mais insignificante e desapercebido sentimento que você expressa quando seus olhos estão fitos em sua filhinha de 8 anos brincando de boneca enquanto você apenas sorri se sente realizado.
Isso é um culto!
É vida, é gerar vida, é assegurar que esta vida seja vivida com a máxima intensidade possível ainda que cada momento de intensidade seja breve, curto, micro, mas que ele seja marcante e proporcione alegria a todos e fique gravado na sua lembrança pelo resto de seus dias.
O culto racional, aquele que agrada a Deus acontece todo dia, a todo momento, agora enquanto escrevo e enquanto você lê e acredite você ou não, Deus está presente nele no exato momento em que acontece.
sexta-feira, 9 de março de 2012
Pela valorização da Mulher
Podemos utilizar como critério para medir o grau de civilização de um povo a forma com que trata suas mulheres. Podemos de a mesma forma ver o grau de espiritualidade de uma religião observando a forma com que ela estimula seus seguidores a tratar o próximo, especialmente as mulheres. De um lado, vemos que algumas religiões não tratam as mulheres com tanta dignidade. No antigo Egito, permitia-se às mulheres apenas os trabalhos rústicos do campo. Elas não podiam cantar nem usar qualquer tipo de calçado.
Confúcio nunca defendeu a mulher; em sua doutrina, nunca falou sobre males como: prostituição, danças obscenas a que as mulheres eram submetidas, ignorância e escravidão. No confucionismo, a mulher sempre terá que obedecer a um homem: pai, marido, filho mais velho, etc. Se o marido achasse que esposa falava demais poderia requerer o divórcio. Buda dizia que a mulher não tinha alma. Só seria feliz se reencarnasse em um garoto. No Bramanismo, interrompe-se a leitura do código sagrado se passar uma mulher na frente do templo, a presença feminina anula e estraga todo o ritual.
No hinduísmo, todo o ensino de Manu pressupõe a impureza das mulheres. O xintoísmo japonês subjuga a mulher até pelos sogros. Muitas moças se prostituem para conseguir o dote do casamento e para o aluguel dos caríssimos quimonos que devem usar nas bodas. Na Índia, certas seitas consideram “impuro” o alimento que se prepara em um fogão se a mulher deixar sua sombra incidir sobre a panela. Antes das missões protestantes, era comum a queima das viúvas junto à tumba do marido. Por outro lado, se compararmos o Israel antigo, com os costumes das nações do seu tempo e com as religiões acima citadas, veremos que a Lei de Moisés era extremamente evoluída para aquela época, procurando preservar a dignidade da mulher. Por exemplo: Deuteronômio 24.5: “Um homem que tenha casado há pouco tempo ficará livre por um ano do serviço militar e de qualquer outro serviço público, ele tem o direito de ficar em casa um ano, fazendo com que a sua esposa se sinta feliz”; Êxodo 20.17: “... Não cobiçarás a mulher do teu próximo,... nem a sua serva...”; em Êxodo 22.16 assegura o casamento da mulher seduzida; a privacidade da mulher é preservada quer seja madrasta; mãe, irmã, tia, nora, cunhada, neta e sogra (Lv 18.8,11, 14-17); Deus também preserva a dignidade das vencidas de guerra dos maus tratos e do estupro (Lv 18:10-14).
Confúcio nunca defendeu a mulher; em sua doutrina, nunca falou sobre males como: prostituição, danças obscenas a que as mulheres eram submetidas, ignorância e escravidão. No confucionismo, a mulher sempre terá que obedecer a um homem: pai, marido, filho mais velho, etc. Se o marido achasse que esposa falava demais poderia requerer o divórcio. Buda dizia que a mulher não tinha alma. Só seria feliz se reencarnasse em um garoto. No Bramanismo, interrompe-se a leitura do código sagrado se passar uma mulher na frente do templo, a presença feminina anula e estraga todo o ritual.
No hinduísmo, todo o ensino de Manu pressupõe a impureza das mulheres. O xintoísmo japonês subjuga a mulher até pelos sogros. Muitas moças se prostituem para conseguir o dote do casamento e para o aluguel dos caríssimos quimonos que devem usar nas bodas. Na Índia, certas seitas consideram “impuro” o alimento que se prepara em um fogão se a mulher deixar sua sombra incidir sobre a panela. Antes das missões protestantes, era comum a queima das viúvas junto à tumba do marido. Por outro lado, se compararmos o Israel antigo, com os costumes das nações do seu tempo e com as religiões acima citadas, veremos que a Lei de Moisés era extremamente evoluída para aquela época, procurando preservar a dignidade da mulher. Por exemplo: Deuteronômio 24.5: “Um homem que tenha casado há pouco tempo ficará livre por um ano do serviço militar e de qualquer outro serviço público, ele tem o direito de ficar em casa um ano, fazendo com que a sua esposa se sinta feliz”; Êxodo 20.17: “... Não cobiçarás a mulher do teu próximo,... nem a sua serva...”; em Êxodo 22.16 assegura o casamento da mulher seduzida; a privacidade da mulher é preservada quer seja madrasta; mãe, irmã, tia, nora, cunhada, neta e sogra (Lv 18.8,11, 14-17); Deus também preserva a dignidade das vencidas de guerra dos maus tratos e do estupro (Lv 18:10-14).
Mas, no cristianismo vemos como Jesus elevou a mulher ainda mais: Ele as respeitava, as ouvia, atendia suas aflições, abençoava-as, acudia com carinho suas crianças. Por isso, algumas mulheres ricas como Joana, mulher de Cuza, que era alto funcionário do governo de Herodes; Susana e muitas outras mulheres, com os seus próprios recursos, ajudavam Jesus e os seus discípulos (Lc 8.3). Sem contar que a mensagem da realidade mais veemente para o cristianismo - a ressurreição - foi confiada inicialmente a uma mulher: Maria Madalena. Hoje, as mulheres continuam sendo as maiores divulgadoras do evangelho. Jesus olha com prazer para elas e as abençoa. Por isso, dos escritos de Paulo, inferimos que a guerra dos sexos não tem razão de existir, pois “não existe diferença entre homens e mulheres: todos vocês são um só por estarem unidos com Cristo Jesus” (Gl 3.28). Homens e mulheres salvos, em Cristo, devem se unir para proclamar as boas novas de Deus ao homem e para praticar ações que glorifiquem a Cristo e produza vida abundante ao ser humano. Nesse sentido, o judaísmo dá uma boa noção do valor que Deus dá às mulheres, porém, o cristianismo deixa isso ainda mais eloqüente.
A Atualidade
A mulher da atualidade parece querer abraçar o mundo, lota-se de afazeres e de obrigações sempre cobrando de si mesma a perfeição em tudo aquilo que ela faz! Quer que sua casa esteja sempre arrumada, tudo no lugar, que seus filhos sejam bem cuidados e tratados, que seu marido fique bem e vive querendo manter tudo sob o seu absoluto controle! Passa o dia no trabalho lutando para evoluir na sua carreira, abraçando muitas funções, não delegando tarefas e, ao mesmo tempo pensando nas tarefas domésticas, ligando para casa, querendo saber como as coisas estão caminhando, tem conflitos com a empregada porque ela não faz exatamente o que lhe é ordenado e, ainda por cima, culpa-se porque não consegue fazer tudo da forma como planeja, como gostaria de fazer e por não ter o controle! Tudo isso acaba por gerar em si mesma um stress acentuado, justamente porque, ao querer fazer tudo ao mesmo tempo, por desrespeito aos seus limites, acaba esquecendo-se de si mesma ou então nem sobra tempo para cuidar-se!
Até pouco tempo atrás, a mulher era educada apenas para ser uma boa dona de casa, esposa e mãe: ainda hoje esta é uma realidade em muitos lugares do Brasil! A mulher deveria se esmerar nestes papéis e ser submissa ao seu marido, seu amo, senhor e chefe da casa, aquele quem decide tudo só porque é a pessoa que paga as contas!
Visão Internacional
No Kuwait, a mulher continua a não possuir Direito de Voto, mesmo sendo um dos países Árabes mais liberais e onde as mulheres ocupam cargos importantes dentro dos ministérios e das empresas privadas.
No Afeganistão ou o Iraque onde o fundamentalismo continua a prender as mulheres atrás de um véu, onde os direitos humanos mais básicos lhes são negados e onde as mulheres são apenas vistas como simples reprodutoras.
As mulheres na China não têm um status igual, e desde a ’reforma e abertura política’ começada 25 anos atrás a posição delas tem piorado dramaticamente. A prostituição é legalizada. No interior do pais, freqüentemente as mulheres e crianças não podem comer uma refeição junto com os homens. Elas fazem o árduo serviço de casa, seu direito à educação está sendo tomado – elas são apenas procriadoras.
Claro que estamos olhando a visão em países com senso cultural muito forte de antepassados ainda, mas vejo muito disto no próprio dia-dia ou até mesmo em países chamados de primeiro mundo que de uma maneira ou outra, tratam as mulheres da mesma maneira.
Curiosidades que achei pelo caminho
As mulheres de origem Celta eram criadas tão livremente como os homens. A elas era dado o direito de escolher seus parceiros e a segurança de que nunca poderiam ser forçadas a uma relação que não era do seu agrado. Eram ensinadas a trabalhar para que pudessem garantir seu sustento, além de serem excelentes amantes, donas de casas e mães.
A primeira lição que aprendiam era a seguinte: "Ama teu homem e o segue, mas somente se ambos representarem um para o outro: amor, companheirismo e amizade."
Na Literatura
Durante toda a história da humanidade até a penúltima década deste século, a mulher era considerada uma peça, um objeto, uma coisa que podia ser trocada, dada, vendida, alugada, sem nenhum direito próprio. de todo ser humano. Escravas, instrumentos de prazer, as mulheres no Brasil Colonial não freqüentavam as escolas porque se o fizessem aprenderiam a ler e poderiam escrever para os namorados. Não comiam à mesa quando a família recebia um visitante. A mulher era, assim, uma propriedade do pai que a prometia em casamento aos bons partidos. E casavam com homens que não amavam, casamento sempre constituindo alianças econômicas de famílias ou, em alguns casos, realizados com a intenção de equilibrar as finanças de pais à beira da falência.
A mulher nunca foi levada a sério, nunca foi considerada como um ser humano, dona de seus direitos e obrigações, capaz de pesar na balança das ciências, das artes e das letras.
Escritores antigos menosprezavam a mulher acintosamente. Schopenhauer afirmava que "a mulher é um animal de cabelos longos e idéias curtas", esquecido de que era filho de um desses animais. Pitigrilli dizia que "a mulher é a escarradeira do amor", sem se lembrar que nessa escarradeira ele foi gerado e teve direito à vida. 0 brasileiro Berilo Neves publicou vários livros contra a mulher. Eram homens mal-amados, incompreendidos e incapazes de situar a mulher nas fronteiras da divindade pelo fato de conceber um-ser humano?
A luta da mulher na conquista de seu lugar ao sol começou faz pouco tempo. Hoje ela já ocupa seu devido e merecido lugar no desempenho das mais diversas atividades humanas. Mas, mesmo assim, ainda vamos encontrar resquícios dessa adversidade, dessa diferença, dessa prevenção da parte dos homens. E por ser imprescindível ao homem na perpetuação da espécie, a mulher é xingada, enaltecida, querida, desejada, diminuída.
Em muitos livros ve-se a mulher em paixões arrebatadoras, erotismo, lirismo, drama. Esses são alguns dos ingredientes que não podem faltar ao vasto e complexo universo feminino. Tema que rende inúmeras tramas e livros vendidos em todo mundo. Estaria esta toda visão correta atualmente?
A Opinião - De Homem para Homem - brasilidades
Estariam as mulheres querendo a igualdade social ou nos mostrando um tipo de dignidade que todas as pessoas merecem? Hoje qual a vantagem de obter benefícios masculinos tradicionais, alem de beber, falar palavras sem sentido algum, desrespeitar sua saúde, e usar de artimanhas sujas - como uma simples mentira - para se livrar de algum acontecido que no fim ninguém iria se lembrar?
Nem o homem quer ser mais homem, queremos misturar o que temos que sobriedade, culturalmente falando. Como podemos nós seres humanos ser bem vistos entre nós mesmos, se mal tratamos tudo aquilo que nos faz bem... O mundo passa por uma péssima fase e só vejo reclamações sobre o preço da gasolina, um filho quer aprender sobre as estrelas e o pai chega a casa apenas dizendo que participou de um dia na qual nunca mais quer participar, mas repete a frase todo dia santo. Isto nos mostra apenas o quanto gostamos de sofrer por NADA. Na antiguidade as mulheres eram tratadas mal por inveja dos homens nada mais. Pare e pense como antigamente - Elas eram boas, gentis, cuidavam da casa, crianças, animais, nos lembravam de coisas simples e sempre nos deixavam ligado a alguma maneira com nosso lado religioso. Já o homem antigo vivia de batalhas, guerras, sangue, corpo, perda de amigos, de esperança, não via sentido em tratar bem o que a vida lhe dava bem. Perdoem-me, mas não uso isto como desculpa, apenas tento obter a visão de vários lados.
Acredito que como há tempo para salvar-se de si mesmo, ainda haverá muito tempo para ajudar aos seus pensamentos a ver que ainda estamos em evolução, demos nossos primeiros passos agora e já estamos no caminho errado, iremos longe se assim você quiser. De que adianta casar com uma linda mulher e tratá-la com se fosse apenas uma pessoa em sua vida. Uma mulher em nossas vidas é o toque de esperança que nossos antepassados almejavam, homens de vários lugares sonham apenas em acabar com o tormento da alma, para volta a sua mulher, sua filha, sua mãe, sua avó, seu porto seguro. Sejamos realistas, estamos aqui falando hoje sobre mulheres, mas todos os dias e segundos as mesmas nos vem a mente junto com pensamentos puros. Como pessoas que se dizem homens podem ao menos cogitar a idéia de machucar uma mulher fisicamente ou verbalmente? Como pode se disser da sociedade atual - neste mundo tecnológico - que és um grande pensador, se despreza a única pessoa que sempre esteve ao seu lado. A mulher tanto quanto o homem esta ai para nos auxiliar e serem auxiliadas. Somos uma ligação, nunca fazermos nada como UM sempre com alguém que nos olha, e também almeja o nosso bem.
Por Julio Moraes. Leia o texto completo aqui.
segunda-feira, 5 de março de 2012
A fé no marketing
Pablo Massolar
"O mercado é sórdido!", assim dizia meu professor de Sociedade e Economia na faculdade. Ele fazia referência à falta de escrúpulos nas guerras e disputas de poder econômico, defesa e conquista de mercados desde os tempos mais remotos da humanidade.
Aliás, dizia ele, que não há limites para mentiras, golpes, guerras, injustiças, ameaças e todo tipo de baixarias quando o interesse econômico está em jogo.
Não pense que o mercado é motivado por causas nobres! Ele enxerga como produto e bens de consumo qualquer ação, serviço ou mercadoria que possa gerar algum tipo de lucro, ainda que esta mercadoria sejam as coisas que, em tese, não deveríamos tratar por mercadoria como, por exemplo, a fome na Etiópia ou o analfabetismo no sertão brasileiro, mas há quem se beneficie muito com a exploração destes "produtos" e, portanto, os mantenha como estão, apesar do embrulho no estômago que saber destas coisas gera nas pessoas de bem.
A grosso modo, o marketing é a ferramenta que estuda e analisa o mercado para que um determinado produto seja melhor aceito e, consequentemente, venda mais e/ou gere mais retorno de investimento e lucro. Ele observa os concorrentes, a maneira das pessoas se comportarem, consumirem e, então, define as estratégias de abordagem e sedução para aquele público alvo específico.
Tenho visto, com muita tristeza, a fé ser tratada como um novo bem de consumo. O marketing da fé é explorado à exaustão, definindo metas, estratégias, mercados, linguagem, produtos e públicos. Tudo vira "produto": a pregação de um determinado pastor, o CD do cantor ou ministério de louvor, as campanhas de milagres, as rosas ungidas, os lenços, as sessões de descarrego e a "mídia", que até então era o culto, agora ocupa lugar nas grandes emissoras de TV do Brasil porque este mercado da fé está crescendo. O problema é que aqueles que apenas consomem fé, como um benefício, um produto de valor agregado, vão se distanciando da verdadeira Fé, livre, libertadora e vivificante do Evangelho. Ela é aos poucos apagada, substituída por uma fé presa ao templo/loja e ao modismo cegante da época.
Na disputa deste "mercado gospel", na defesa da fatia deste "bolo(r) da fé", por interesses econômicos, assistimos as mais horripilantes safadezas e inacreditáveis mentiras, ao ponto até de "bispos" e "pastores" simularem exorcismos com o testemunho de "demônios" para desacreditar a igreja concorrente. "Hipócritas! Bem profetizou Isaías a vosso respeito, dizendo: Este povo honra-me com os lábios, mas o seu coração está longe de mim. E em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homens" (Mateus 15.7-9).
Esta, infelizmente, é a realidade na grande maioria das "igrejas" espalhadas por aí. E aqueles que nela estão viraram "fiéis" (cegos), não de Deus, mas dos líderes destas empresas.
É claro que nem tudo está perdido. Ainda existe gente séria, discípulos de Jesus. A Igreja (com "i" maiúsculo) é invisível e somente de Deus, não pode ser negociada. O Reino de Deus não cabe atrás da plaquinha, nem dentro do templo de nenhuma religião do mundo! Ele está presente onde há corações sinceros e humildes, e para o desespero dos empreendedores da fé, está muito além dos nomes das igrejas e comunidades.
Não vejo problema algum em se adequar a linguagem ou a forma de se comunicar o Evangelho para que mais pessoas o entendam. Crianças e adultos, por exemplo, exigem abordagens diferentes não só do Evangelho, mas de tudo na vida; têm compreensões distintas sobre os mesmos assuntos, então, neste aspecto, o jeito de se entregar o conteúdo deve ser diferenciado para cada um. Simples assim. Mas quando ao método ou à estratégia são dados mais importância que à essência, então o que se pensa ser o caminho em direção às Boas Novas de Jesus acaba se transformando numa perigosa armadilha. As pessoas vão se prendendo à forma, à linguagem, endeusando templos, lugares, líderes, denominações/marcas e nomes.
Em busca de mais adeptos às suas igrejas ou de fidelizar seus clientes, alguns líderes religiosos acabam vendendo a imagem de que a verdadeira fé está naquele lugar, as outras igrejas são vistas como concorrentes e desmerecidas. Música, estilo, "bênçãos", "milagres" e "cobertura espiritual" são tratados como diferenciais e utilizados como técnica para atrair mais gente.
Perceba como estamos tão vendidos às técnicas do marketing da fé que nem diferenciamos mais as palavras "culto" de "produto". Quando dizemos que temos "culto para jovens" ou "culto para senhoras" estamos dizendo, na verdade, que temos "produtos para atrair jovens" e "produtos para atrair senhoras ", porque o culto é somente para Deus, não para o homem. Nós nos esquecemos que não é o tipo de culto que deve atrair as pessoas, mas sim a compreensão do perdão que recebemos de Deus. A Graça, ou seja, o Dom gratuito de Deus é o que nos motiva a louvá-lo.
O perigo de se fazer do "evangelismo estratégico" ou do "show/apresentação do culto" o alvo a ser buscado em si mesmo para atrair as pessoas é que o mercado, como de costume, exige cada vez mais. Logo, o próximo lugar que proporcionar a "melhor bênção/oferta", "mais emoção" ou a "melhor apresentação do culto/produto" abocanhará a sua fatia de mercado conquistado.
Quero deixar bem claro que não sou contra a utilização de música, teatro, testemunhos, acrobacias, danças, pirotecnia e qualquer outra expressão de arte para se anunciar o evangelho ou como vontade de glorificar a Deus com tais atitudes. Mas não acredito na utilização destas coisas como "estratégia" ou "técnica" para alcançar outras pessoas "para Jesus". Tudo o que é estratégia deixa de ser verdadeiro quando se trata do Evangelho. O Evangelho nasce de dentro pra fora, naturalmente. É produzido pela Verdade que faz morada em nossos corações e alcança o outro ser humano. Não por ser simplesmente emocional ou atrativo, mas por produzir Vida e luz/compreensão para o nosso caminho em Deus.
A mensagem de Jesus nunca foi "venham ficar admirados com as coisas que sei fazer!", mas "arrependam-se e creiam no Evangelho!". E ainda: "Tomem sobre vocês a sua própria cruz e me sigam, fazendo as mesmas coisas que eu fiz, ensinando e imitando a maneira como andei entre vocês!".
O Deus que não faz propaganda vazia de si mesmo te abençoe rica, poderosa e sobrenaturalmente!
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
Antes de decretar a falência do Carnaval...
Por Hermes C. Fernandes
Antes de decretar a falência do Carnaval… deveríamos, como cristãos que somos, trabalhar pelo fim da comercialização da fé, pois a mesma, além de entristecer o coração de Deus, compromete nosso testemunho perante o mundo. Como podemos julgar o mundo, se não somos capazes de julgar a nós mesmos?
Antes de decretar a falência do Carnaval... deveríamos julgar a nós mesmos, removendo de nossos rostos as máscaras da hipocrisia religiosa, expondo-nos, assim, à verdadeira transformação empreendida pelo Espírito Santo. Afinal, onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade. Liberdade, sim. Não pra pecar. Mas pra ser transformado sem viver sob pressão de quem quer que seja. Liberdade de ser quem somos, sabendo que ninguém nos condenará. O Espírito só opera em nós quando temos o rosto descoberto...
Antes de decretar a falência do Carnaval... deveríamos tirar o chapéu para o trabalho social desempenhado por algumas escolas de samba em suas comunidades. Não fosse nosso corporativismo evangélico, poderíamos até aliar-nos a elas nesse esplêndido trabalho. O que não significa que endossemos tudo quanto é promovido por elas. Porém, não se pode jogar fora a criança com a água suja do banho.
Antes de decretar a falência do Carnaval... deveríamos corar de vergonha ante o nível de excelência alcançado nas apresentações das escolas, com samba-enredos bem elaborados, carros alegóricos exuberantes, organização impecável, etc. Enquanto nós, que nos achamos no direito de apontar-lhes o dedo, nos acomodamos à mediocridade. Basta ouvir as canções de louvor atuais para perceber a pobreza lírica e melódica, fruto de nossa preguiça e desleixo. Sem contar que nossa arte ‘gospel’ fica restrita à música, como se Deus tivesse alguma coisa contra outras expressões artísticas.
Antes de decretar a falência do Carnaval... deveríamos amar os foliões, compreendendo que aquela alegria ilusória é tudo o que eles possuem. Em vez de condená-los, que tal se compartilhássemos com eles a nossa alegria perene? Eles certamente perderiam qualquer interesse por algo que fosse menos que isso. A maneira como nos referimos a eles e à sua festa, faz com que sejamos vistos como gente estraga-prazer. Duvido que no lugar de Jesus nos dispuséssemos a transformar água em vinho só pra que a festa não terminasse tão cedo. Talvez entendêssemos melhor o que diz Provérbios 31:6-7, mas sem perder de vista o seu contexto imediato.
Antes de decretar a falência do Carnaval... decretemos a falência da nossa arrogância, de nossa presunção, de nossa religiosidade midiática, e de nosso egoísmo. Que prevaleça o amor, a humildade e o serviço ao nosso semelhante, mesmo quando este estiver atrás de uma fantasia, ou despudoradamente despido.
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
As pessoas são o mais importantes!
O sistema desse mundo, junto com o sistema religioso consome tudo o que temos se deixarmos, é claro. Valores, prioridades, pessoas. Os propósitos eternos não têm mais tanta importância, homens e mulheres vivem uma rotina angustiante e mentirosa do ter para ser. Compram para preencher o vazio de suas almas e colocam máscaras para manter uma aparência feliz. Ninguém quer admitir suas fraquezas, poucos se importam realmente com o próximo. O pensamento individualista predomina e os relacionamentos descem pelo ralo.
Essa semana um parente meu chegou em minha casa falando e me mostrando suas conquistas: Ganhou um computador e um celular top de linha do seu pai, vai trabalhar em uma empresa e o melhor, ganhou uma garrafa de uísque de um amigo como presente de aniversário. Naquele momento aquilo estava encobrindo suas carências. Sinceramente, eu até tentei, mas em momento algum eu consegui ver alegria verdadeira em seu olhar, é como se visse um grande abismo que só o amor de Deus (YAOHU UL) pode ocupar.
Tantas vezes nossas vidas estão tão confortáveis que nos esquecemos dos que estão ao nosso redor. Nada comprado numa loja pode servir de remédio para feridas feitas por atitudes sem amor.
Durante os vinte anos que Jacó trabalhou para Labão, adquiriu muitas riquezas, porém, enquanto voltava para sua terra, seu desejo foi de reconciliar-se com seu irmão Esaú. No capítulo 33 do livro de Gênesis, Jacó encontra seu irmão no caminho e eles se abraçam, choram e Esaú o perdoa. Jacó se prostrou diante do seu irmão, pois sabia que o mais importante era sua aliança com ele.
Não importa qual seja a situação, preserve os relacionamentos, pois as pessoas são mais importantes que: instituições religiosas, dinheiro, ou qualquer coisa que o mundo nos ofereça, coloque-as á frente da sua agenda pessoal. Nada de material que venhamos adquirir pode se comparar ao tempo e amor que podemos oferecer. Nossos amigos, familiares e cônjuges não são robôs, que podem ser desligados na hora que queremos, todos têm sentimentos e precisam de você. Como filhos de Deus (YAOHU UL) precisamos amar mais, ouvir mais, se doar mais, negar-se mais, encorajar mais, abrir mão; criticar menos, julgar menos, dar a razão ao outro. Esquecendo da palavra menos importante: Eu. E lembrando sempre da mais importante: Nós!
Nesse mundo tão consumista, precisamos valorizar os amigos, aquilo que eles são. Principalmente, temos que ser amigos dos outros e ajudar-lhes em suas lutas cotidianas. Assim, nunca nos faltará o apoio de alguém. “Em todo tempo ama o amigo, e na angústia se faz o irmão” (Pv 17:17).
“Ninguém tem mais amor pelos seus amigos do que aquele que dá a sua vida por eles (João 15:13)
Nesse mundo tão consumista, precisamos valorizar os amigos, aquilo que eles são. Principalmente, temos que ser amigos dos outros e ajudar-lhes em suas lutas cotidianas. Assim, nunca nos faltará o apoio de alguém. “Em todo tempo ama o amigo, e na angústia se faz o irmão” (Pv 17:17).
Não deixe que o mundo lhe ensine como amar, pois só YAOHU UL é amor.
Fonte: http://salpb.blogspot.com/2012/02/o-valor-do-outro.html
Seminário de Libertação Financeira ???? Tô fora!
(clique na imagem para ampliar)
"Ninguém pode servir a dois senhores, porque ou há de odiar um e amar o outro ou se dedicará a um e desprezará o outro..." Mt. 6:24
"Ninguém pode servir a dois senhores, porque ou há de odiar um e amar o outro ou se dedicará a um e desprezará o outro..." Mt. 6:24
Neste outdoor...
1. Onde está o nome de YAOHUSHUA ?
2. Onde há alguma referência, mínima que seja, a Boa nova do reino de YAOHU UL?
3. Observem que o zíper se abre e derrama DÓLARES!!!
4. Só tenho uma coisa a dizer: Voltemos ao Escritura, Pura e Simples!
"Porque o amor do dinheiro é a raiz de toda espécie de males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé e se transpassaram a si mesmos com muitas dores" (1 Tm 6.10)
A Escritura não diz ser o dinheiro a raiz de todos os males, e sim o amor a ele. Quem o ama, coloca-o acima de YAOHU UL, como fez aquele mancebo de qualidades (Lc.18:18-27). Pondere acerca da recomendação do apóstolo: "Mas os que querem ser ricos caem em tentação, e em laço, e em muitas concupiscências loucas e nocivas, que submergem os homens na perdição e ruína" (1 Tm 6.9).
Os que se fazem servos do dinheiro não o têm apenas como senhor de sua vida, mas como o deus de toda a sua existência. É por isso que o dinheiro era visto pelos contemporâneos de YAOHUSHUA como o abjeto Mamon, que vem da palavra aramaica que significa riqueza. Por conseguinte, Mamon é a riqueza que se opõe a YAOHU UL, e conscientemente ignora-lhe o senhorio.
Quem na verdade era Mamon? É provável fosse ele originário da mitologia caldaica. Alguns o identificam como o senhor das riquezas e o deus dos avaros. De uma forma ou de outra, YAOHUSHUA adverte-nos, e com energia o faz, a que não sirvamos as riquezas. Se o fizermos, estaremos desagradando o YAOHU UL, e servindo a Mamon!
Encerrando , acho mui apropriado citar o comentário do pastor F. B. Meyer. Ele afirmou que não podemos olhar para duas direções ao mesmo tempo. Ou seja: para Deus e para as riquezas. Isto é estrabismo espiritual.
Pense nisso! Estabeleça um reino inabalável!
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Os artistas e o movimento gospel.
Afasta de mim o estrépito dos teus cânticos; porque não ouvirei as melodias das tuas violas.
(Amos 5.23)
Por Renato Vargens
Se não bastassem os altos cachês cobrados pelos artistas do denominado movimento "gospel", é comum observarmos que boa parte destes, trazem no bojo de suas apresentações inúmeras exigências contratuais, que vão da hospedagem em um hotel 05 estrelas, a um camarim recheado de frutas tropicais, alimentação requintada e bebidas especializadas. Junta-se a isso, o fato de que muitos cantores evangélicos, exigem a contratação de seguranças e carros blindados, cujo objetivo final é não permitir com que os "fãs" se aproximem do artista e do seu staff.
Caro leitor, lamentavelmente temos visto muita gente boa vendendo a alma para as gravadoras e rádios, negociando conceitos e valores, abandonando suas vocações e chamado cristão, pagando assim um preço altíssimo pela fama e o sucesso.
Sinceramente este mercado gospel me enoja! O simples fato de saber que homens e mulheres em nome de Deus se tornaram "artistas gospel" mercadejando a mensagem da Salvação Eterna, me deixa escandalizado. Confesso que não suporto mais ver a paganização do cristianismo, nem tampouco a comercialização da fé. Infelizmente em nome de Cristo, os chamados artistas de Deus se perderam no caminho, optando por atalhos que definitivamente os afastaram do centro da vontade do Senhor.
Diante do exposto pergunto: Qual a diferença dos chamados artistas gospel para os artistas seculares? Ambos não cobram cachês? Qual a diferença das músicas cantadas? Ambas não são para entretenimento do ouvinte? Qual a diferença entre seus fãs clubes? Ambos não adoram seus ídolos? E quanto as suas canções? Não são ambas antropocêntricas? Ora, vamos combinar uma coisa? Esta historia de artista gospel é uma verdadeira vergonha. Afirmar que seus shows fazem parte de um ministério cristão é no mínimo afrontar o conceito bíblico de serviço.
Ah! Que saudade da boa música, ministrada, cantada, com unção, cujo interesse era simplesmente engrandecer o nome de Deus! Que saudade, do louvor apaixonado, que brotava do peito dos adoradores como um grito de paixão e amor.
Definitivamente a coisa está feia! Minha oração é que o Senhor nosso Deus nos reconduza a sala do trono e que lá possamos adorá-lo integralmente entendendo assim, que a glória, o louvor, a soberania pertence exclusivamente a Ele.
Pense nisso!estabeleça um reino inabalável!
Assinar:
Postagens (Atom)








