Portanto seres pensantes questionam e muito! Como os nossos irmãos de Beréia. Seria isso apavorante? Não, nem um pouco. Penso...logo existo! Para Descartes pensar é sinal de existência, no evangelho de hoje, quem pensa não consegue subsistir. "Penso, logo existo" (Descartes) "Não pense, faça o que eu digo" (Alto Clero Evangélico)

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

7 razões porque me tornei um idiota.


Entendendo o contexto:

Em entrevista a Revista Igreja de novembro de 2010 o pastor Silas Malafaia, da Igreja e programa de TV Vitória em Cristo, chamou os pastores que não pregam a teologia de prosperidade de Idiotas que deveriam perder a credencial e voltar a ser membro para aprender as Escrituras.

Confira abaixo a entrevista:

Revista Igreja: O senhor está sendo duramente criticado pelo setor mais conservador da igreja por causa da teologia da prosperidade pregada por alguns convidados de seu programa, como Morris Cerrullo e Mike Murdock. Como o senhor responde a estas criticas de que a teologia da prosperidade não tem base bíblica e é uma heresia?

Silas Malafaia: Primeiro quem fala isto é um idiota! Desculpe a expressão, mas comigo não tem colher de chá! Por que quando é membro eu quebro um galho, mas pastor não: é um idiota. Deveria até mesmo entregar a credencial e voltar a ser membro e aprender. Para começar não sabe nada de teologia, muito menos de prosperidade. Existe uma confusão e um radicalismo, e todo radicalismo não presta.

Em seguida o pastor da Igreja Vitória em Cristo defendeu a Teologia da Prosperidade e a si mesmo: “Finanças é um dos maiores assuntos da Bíblia. Quando chega nesta parte, muitos pastores, as vezes porque eles mesmos não dão dízimo e nem oferta e, portanto não tem autoridade para falar do assunto, querem bater em quem fala”.

Minha Perplexidade:

Caro leitor, estou estupefacto com a entrevista de Silas Malafaia. quer dizer então que aqueles que combatem essa maldita teologia são idiotas? Quer dizer então que a prosperidade ensinada pelos teólogos da prosperidade é bíblica?

Isto, posto, preciso confessar que eu sou um completo idiota. 

1- Sim! Sou idiota por combater a confissão positiva e as heresias dos teólogos da prosperidade.
2- Sou um idiota, por que não acredito na doutrina das sementes; 
3- Sou um idiota, porque não defendo a prosperidade mediante barganhas espirituais; 
4- Sou um idiota, porque, não concordo com essa doutrina espúria; 
5- Sou um idiota porque advogo que a prosperidade ensinada pela Bíblia está para além do dinheiro;
6- Sou um idiota, porque ao discordar dos profetas do atualidade combatendo seus ensinos, toco nos ungidos do Senhor;
7- Sou idiota, porque não creio nos ensinamentos "abençoados" dos profetas da TV.

Dostoiévsk dizia que o o homem bom e puro, dotado de uma compaixão verdadeiramente cristã e que não consegue conformar-se a convivencia com uma sociedade corrompida, torna-se para seus semelhantes um idiota, alvo de humilhação e de aproveitadores.

Minha resposta ao Pastor Silas Malafaia:

Prezado pastor,

O senhor sempre foi tratado com respeito pelos membros das igrejas evangélicas, no entanto, ultimamente o senhor tem tomado atitudes que nos tem feito ruburizar de vergonha.

Lembro com saudosismo que antigamente o senhor usava do seu programa de TV para evangelizar aqueles que não conheciam a Cristo, além de combater alguns desvios teológicos da igreja evangélica brasileira. Foi assim por exemplo com os "gedozistas" que teimavam em ensinar um evangelho diferente do Evangelho da Salvação Eterna ou com os teólogos da prosperidade que comecializavam as bençãos do nosso Senhor. No entanto, pelo que vemos o senhor mudou radicalmente.

Prezado Silas, diante do exposto sou obrigado a confessar que estou assustado com o seu comportamento! Se não bastasse a venda da unção da prosperidade por R$ 900,00, o senhor vem a publico afirmar que quem combate a teologia da prosperidade é idiota.

Caro (bota caro nisso) Silas Malafaia, diante de sua afirmação gostaria de lhe dizer que eu me encaixo no quadro dos idiotas. Gostaria de lhe dizer que não desejo a sua unção financeira. Eu não almejo essa espúria unção da prosperidade. Eu não quero esse evangelho manipulador que tira dinheiro do bolso dos meus irmãos.

Prezado Silas, lamento lhe informar, mas eu não vou semear ofertas de R$ 1.000,00 em troca de bênçãos de prosperidade, nem tampouco me sujeitar as falsas profecias murdokianas. Eu não desejo esse evangelho cabalístico e cheio de números. Eu não almejo a unção especial da prosperidade de homens que só falam em dinheiro. Eu não quero o enriquecimento mediante as ofertas do povo de Deus.

Afortunado evangelista, tenho certeza de que você bem sabe que este não é, nunca foi e jamais será o evangelho do Senhor. Aliás, vamos combinar uma coisa? Chega desta palhaçada, nós não suportamos mais ver o comércio do nome de Deus, antes pelo contrário, desejamos ver neste imenso país o evangelho vivido e pregado por Lutero, Calvino, Jonathan Edwards, John Wesley, Spurgeon, Lloyd Jones entre tantos outros mais, sendo pregado de forma eficaz.

Prezado Silas, isto posto, oro ao Senhor nosso Deus pedindo a Ele que tenha misericóridia da sua vida e que por sua graça o reconduza novamente aos valores inegociáveis da sã doutrina!

Arrependa-se enquanto ainda é possível!

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

MINISTRAÇÃO PASTOR DUDA SABINO -TEMA: AMOR INCORRUPTÍVEL

“A graça seja com todos os que amam a nosso Senhor Jesus Cristo com amor incorruptível.” (Efésios 6.24)


Temos aqui uma definição do tipo de amor que permite um livre fluir da graça do Senhor sobre nossas vidas. Algumas versões bíblicas empregam um termo diferente na tradução deste texto e usam a expressão “amor sincero” ou ainda “amor perene”. As Tradução Brasileira (SBB) e a versão Revisada de Almeida (IBB) optaram corretamente pelo termo “incorruptível”.
         O Dicionário Vine nos mostra que a palavra grega empregada nos manuscritos originais pelo apóstolo Paulo nesse texto é “aphtharsia”, que significa “incorrupção”. A palavra é usada em referência ao corpo da ressurreição (1 Co 15.42,50,53,54), uma condição associada com a glória, honra e vida (às vezes traduzida por imortalidade – Rm 2.7; 2 Tm 1.10) e que também pode dar a idéia de sinceridade, mas dentro desta linha de pensamento. Já a Concordância Exaustiva de Strong nos aponta dois prováveis significados para esta palavra: 1) incorrupção, perpetuidade, eternidade;2) pureza, sinceridade.
         O amor puro e sincero é aquele que não se corrompe, que traz em si a perpetuidade, que dura para sempre.
         A afirmação de Paulo aos efésios nos faz reconhecer que há pelo menos dois diferentes tipos de amor que os crentes podem estar manifestando ao Senhor: o que se corrompe e o que não. Portanto, quando falamos de amor ao Senhor, não basta apenas reconhecer que há os que amam e os que não amam (1 Co 16.22). Se assim fosse, nossa única mensagem seria a de levar os que não amam ao Senhor a este nível de entrega. Porém nosso desafio é ainda maior; mesmo dentre os que hoje professam amar ao Senhor Jesus Cristo, há os que amam com amor incorruptível e os que tem deixado seu amor se corromper.



OUÇA A MINISTRAÇÃO OU FAÇA DOWNLOAD





LINK PRA DOWNLOAD: http://www.4shared.com/mp3/DBZsfQ2q/Quinta_-_300709_-_Pr_Dudo_-_Am.html?

PENSE NISSO! ESTABELEÇA UM REINO INABALÁVEL! 

Cristianismo sem Cristo


Estou lendo Cristianismo sem Cristo: o Evangelho alternativo da igreja atual, de Michael Horton. Só para dar um “gostinho”, algumas passagens do primeiro capítulo. Bom final de semana a todos.
Como seriam as coisas se Satanás assumisse por completo o controle de uma cidade? Mais de meio século atrás, o pastor presbiteriano Donald Grey Barnhouse, em seu sermão semanal, descreveu o que imaginou que seria o cenário, sendo transmitido nacionalmente pela rádio CBS. Barnhouse especulou que, se Satanás assumisse o controle da Filadélfia, todos os bares seriam fechados, a pornografia seria banida e as ruas imaculadas ficariam cheias de pedestres bem-arrumados que sorririam uns para os outros. Não haveria xingamentos. As crianças diriam “sim, senhor” e “não, senhora”, e as igrejas estariam cheias todos os domingos… Onde Cristo não seria pregado.
É fácil desviarmos a atenção de Cristo como a única esperança para os pecadores. Quando tudo é medido pela nossa felicidade e não pela santidade de Deus, o sentimento de sermos pecadores se torna secundário, talvez mesmo ofensivo. Se formos um povo bom que perdeu o caminho, mas com instruções e motivações corretas, podemos nos tornar pessoas melhores, precisamos apenas de um treinador de vida, não de um redentor. Ainda podemos emitir parecer favorável a uma visão elevada de Cristo e à centralidade de sua pessoa e obra, porém, na prática, não estamos “olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé” (Hb 12.2). Um monte de coisas que nos desviam de Cristo nestes dias são, de fato, boas mesmo. A fim de distrair nossa atenção, tudo o que Satanás tem a fazer é lançar diversos modismos espirituais, cruzadas morais e políticas, bem como outras operações “relevantes” em nosso campo de visão. Focalizar a conversa em nossa pessoa – desejos, necessidades, sentimentos, experiências, atividades e aspirações – nos estimula. Até que enfim, estamos falando de algo prático e relevante.
Por mais instigante que a ilustração de Barnhouse pareça, ela é apenas uma elaboração de uma observação, feita ao longo da história da redenção. Onde quer que Cristo for, verdadeira e claramente, proclamado, Satanás estará presente, fazendo oposição máxima. As guerras entre as nações e as inimizades nas famílias e bairros nada é mais que a vigília da cauda da serpente, enquanto busca devorar  a igreja. No entanto, mesmo nessa busca, ele é mais sutil que imaginamos. Ele nos embala para dormir enquanto aparamos nossa mensagem para caber na banalidade da cultura popular e invocamos o nome de Cristo por qualquer coisa, exceto pela salvação do juízo vindouro. Embora, sem dúvida, ele instigue seus discípulos na terra a perseguir  e a matar os seguidores de Cristo (com mais martírios no mundo todo, com uma média anual maior que em qualquer época anterior), Satanás sabe, por experiência, que semear heresia e cisma é muito mais eficaz. Embora o sangue dos mártires seja a semente da igreja, a assimilação da igreja pelo mundo silencia o testemunho.
Acho que a igreja de hoje está tão obcecada em ser prática, relevante, útil, bem-sucedida e, talvez, até mesmo aceita, que ela quase reflete em si mesma o mundo. Com exceção da embalagem, praticamente tudo que podemos encontrar na maioria das igrejas atuais pode ser satisfeito por um sem-número de programas seculares e grupos de autoajuda.
Cristianismo sem Cristo. Soa um pouco duro, não é mesmo? Um pouco superficial, às vezes desatento, até mesmo um pouco centrado no humano em vez de centrado em Cristo de vez em quando, mas sem Cristo? Deixe-me ser um pouco mais preciso sobre o que suponho ser a dieta normal de muitas igrejas por toda parte hoje: “Faça mais, esforce-se mais”. Acho que esta é a mensagem difundida além da ilusão atual. Ela pode ser exibida de uma forma mais antiga e conservadora, com ênfase recorrente nos absolutos morais e nas advertências sobre a queda no abismo do mundanismo que, muitas vezes, pode fazer-nos ficar em dúvida se, afinal, somos salvos por causa de nosso medo ou pela fé. [...]
Apesar das diferenças significativas entre as gerações e os tipos de ministério das igrejas, semelhanças essenciais permanecem. O foco ainda parece ser nossa pessoa e atividade, em vez de Deus e de sua obra em Jesus Cristo. Em todas essas abordagens, há a tendência de fazer de Deus um personagem coadjuvante no filme da nossa própria vida, em vez de sermos reescritos como novos personagens no drama da redenção de Deus. [...]
A julgar pelo seu sucesso comercial, político e nos meios de comunicação, o movimento evangélico parece estar crescendo. Mas ainda é cristão?
Não estou fazendo a pergunta levianamente ou simplesmente para provocar uma reação. Minha preocupação é que estamos chegando, perigosamente, perto do lugar da vida cotidiana da igreja em que a Bíblia é minada por citações “relevantes”, mas é, em grande parte, irrelevante em seus próprios termos; Deus é usado como um recurso pessoal, em lugar de ser conhecido, adorado e confiado; Jesus Cristo é um treinador com um plano de jogo bom para nossa vitória, em vez de um Salvador que já alcançou a vitória por nós; a salvação é mais uma questão de ter nossa vida melhor agora que ser salvo do julgamento de Deus pelo próprio Deus, e o Espírito Santo é uma tomada elétrica que podemos ligar para obter o poder necessário para sermos tudo o que podemos ser.
À mdedia que este novo evangelho se torna mais evidentemente americano que cristão, todos nós temos de dar um passo para trás e perguntar se o movimento evangélico é um movimento cultural e político crescente, que tem uma ligação sentimental com a imagem de Jesus mais que com o testemunho de “Jesus Cristo e este crucificado” (1 Co 2.2). Não temos demonstrado, nas últimas décadas, que temos muito estômago para essa mensagem que o apóstolo Paulo chamou de “pedra de tropeço e rocha de escândalo” (Rm 9.33) e “loucura para os gentios” (1 Co 1.23). Longe de entrar em conflito com a cultura do consumismo, a religião atual parece não só estar em paz com o narcisismo, mas lhe empresta legitimidade espiritual.
Antes de lançar este protesto, devo esclarecer, com precisão, o que não estou dizendo. Primeiramente, reconheço que há muitas igrejas, pastores, missionários, evangelistas e cristãos de grande valor, ao redor do mundo, proclamando Cristo e cumprindo suas vocações com integridade. [...]
Acredito que não nos demos conta do grau de nossa esquizofrenia: todos os anos, condenamos a comercialização do Natal pela cultura, enquanto assumimos uma abordagem consumidor-produto-venda em nossas próprias igrejas, todas as semanas. Lamentamos a crescente secularização da sociedade, enquanto garantimos que as gerações, atualmente sob nossos cuidados, saibam ainda menos que seus pais e sejam menos moldadas pela nutrição pactual que sustenta a vida em Cristo ao longo de gerações. Ao mesmo tempo em que chamamos nossa rendição de missão e de relevância de cultura narcisista, acusamos os secularistas de esvaziamento do discurso público das crenças e dos valores que transcendem nossa gratificação instantânea. [...]
Discipulado, disciplinas espirituais, mudança de vida, transformação cultural, relacionamentos, casamento e famílica, estresse, dons espirituais, dons financeiros, experiências radicais de conversão, curiosidades do fim dos tempos (que, às vezes, parecem ter menos a ver com o retorno de Cristo que com a correspondência das manchetes de jornais) e relatos de superação de obstáculos significativos por meio do poder da fé – esta é a dieta constante que estamos recebendo hoje. Corremos o risco de nos consumir inteiramente, porque tudo gira em torno de nós e do nosso trabalho, e não ao redor de Cristo e de sua obra. Até mesmo importantes exortações e mandamentos bíblicos se tornam deslocados de seu indicativo ambiente evangélico. Em vez de o evangelho nos dar novas ideias, experiências e motivação para a obediência grata, depositamos o poder de Deus em nossa própria piedade e em nossos próprios programas.[...]
O máximo que qualquer um de nós pode fazer é dizer como Isaías, quando ele teve a visão de Deus em sua santidade: “Ai de mim! Estou perdido! Porque sou homem de lábios impuros, habito no meio de um povo de impuros lábios, e os meus olhos viram o Rei, o Senhor dos Exércitos!” (Is 6.5)
Nota da Estrangeira: para complementar esse artigo, abaixo uma pregação do Pr. Renato Vargens, que vi no As Pedras Clamam e que foi tirado anteriormente do Voltemos ao Evangelho.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

A menina, o banheiro e o marmanjo gay


ESCRITO POR JULIO SEVERO | 28 JANEIRO 2012 


O jornal Folha de São Paulo, que está gritando histericamente em favor de seu funcionário homossexual, calou-se para o fato de que uma menina de apenas dez anos está envolvida.


Uma menina de dez anos entra no banheiro feminino de uma pizzaria e se assusta. Ela volta para sua mãe e cochicha: “Tem um homem lá dentro do banheiro! Ele tá vestido de mulher!”
A mãe não tem dúvida: numa reação natural que qualquer outra mãe teria, reclama para o dono da pizzaria.
O dono, em atenção à mãe e à segurança dela e sua filha, pediu, quase que implorando, para que o homem vestido de mulher não voltasse mais ao banheiro feminino.
Toda a humilhação e imploração do dono de nada valeram. O caso chegou à Secretaria da Justiça do Estado de São Paulo, que telefonou — não para a mãe e sua filha —, mas para o homossexual, de nome Laerte Coutinho, dizendo que a pizzaria violou a lei estadual 10.948/2001, sobre discriminação por orientação sexual ou identidade de gênero. A pizzaria será multada e ameaçada por forças governamentais a serviço e seviciadas pelo movimento gay. Laerte está determinado a exigir essa truculência estatal contra a pizzaria, como lição para todas as meninas do Brasil que encontrarem um gay no banheiro das mulheres.
A Secretaria da Justiça não se incomodou em telefonar para a menina de 10 anos, nem para sua mãe, talvez porque o marmanjo gay seja funcionário do notório jornal esquerdista Folha de S. Paulo, que já foi denunciado por defender descaradamente o assassinato de crianças em gestação.
O caso expõe nitidamente a hipocrisia do governo e da imprensa esquerdista. Na polêmica lei da palmada, os dois atacaram os pais e sua autoridade, alegando que os interesses das crianças devem estar acima de tudo. Mas quando um homossexual entra no cenário, o holofote fica só para ele, e a pobre criança é atirada para um cantinho escuro.
Se a menina tivesse ligado para a Secretaria de Justiça denunciando que sua mãe lhe deu umas palmadas, a resposta governamental teria vindo imediatamente para punir a mãe.
Mas se a menina tivesse denunciado, “Tem um homem vestido de mulher no banheiro!”, a resposta governamental nunca viria para punir o sem-vergonha. Viria, isso sim, para ameaçar o dono do estabelecimento, a mãe da criança (por ter ensinado “homofobia” para a menina) e para dar uma bronca na menina por deixar sua mãe lhe ensinar “preconceito, discriminação e ódio”.
O governo e a mídia incitam crianças a denunciar os pais, que são os maiores protetores de seus filhos.
Mas o governo e a mídia nunca incitam crianças a denunciar predadores homossexuais. Tudo indica que, na visão governamental e midiática, pais são muito mais perigosos do que esses predadores.
Folha de S. Paulo, que está gritando histericamente em favor de seu funcionário homossexual, calou-se para o fato de que uma menina estava envolvida. Nenhum jornalista nem autoridade governamental e muito menos um membro do Conselho Tutelar apareceu para dizer: “Ei, temos de colocar a menina antes do homossexual!” É uma vergonha colossal que o Estado de São Paulo sob o PSDB e a Folha de S. Paulo estejam colocando o homossexual na frente da menina.
Poderia haver perigo com a presença de um homossexual num banheiro feminino com uma menina por perto? Homens homossexuais também ameaçam meninas. Apesar de seu padrão politicamente correto, até mesmo a Globo não deixou de noticiar o caso de dois pais-de-santo homossexuais que estupraram uma menina de 9 anos.
Qualquer caso de uma menina na presença de um homem no banheiro feminino é suficiente para despertar justa indignação em qualquer pessoa normal, especialmente nos pais. Tal indignação só aumenta diante da injustiça de uma imprensa e até governo que tratam com descaso uma menina e sua mãe a fim de prestigiar um marmanjo homossexual.
Casos como esse só tendem a inflamar e incitar a violência contra os homossexuais, porque embora a imprensa e até o governo coloquem homossexuais na frente de uma menina e sua mãe, as pessoas normais sempre defenderão uma menina ameaçada pela presença de marmanjos em banheiros femininos.
Se até nos banheiros masculinos os homens estão enfrentando problemas provocados por homossexuais, por que estender agora essa insegurança aos banheiros das mulheres?
Cada vez mais, de forma descarada, shopping centers e outros lugares estão sendo usados como pontos de prostituição gay — bem nos banheiros masculinos. E, talvez por temor da obsessão anti-“homofobia”, os homens olhem e ignorem. Já presenciei homossexuais que, dentro do banheiro do shopping, ficam ali como canibais do sexo anal, olhando cada homem que entra, esperando uma oportunidade de sexo.
A lei 10.948/2001, que está sendo usada para garantir que o marmanjo gay tenha acesso aos banheiros femininos, é uma insanidade do PSDB. Embora o PLC 122 não tenha sido aprovado como lei federal, o governo estadual do PSDB aprovou uma lei anti-“homofobia” no Estado de São Paulo em 2001. A lei foi criada em resposta à reivindicação de dois homossexuais que estavam se beijando em público e se queixaram de pessoas próximas que se sentiram ofendidas. A lei do PSDB foi criada especificamente para proteger o erotismo homossexual em público.
Como resultado direto dessa lei:
Homossexuais dançaram de calcinha na Assembleia Legislativa de São Paulo em 2007, sem nenhum impedimento.
* Um pastor foi preso no centro de São Paulo, após pregar contra as práticas homossexuais.
* O Estado de São Paulo lidera o ranking de incitação de denúncias por “homofobia”.
* Um bêbado foi multado em quase 15 mil reais por chamar um homossexual de “veado”.
* Uma  igreja evangélica teve seus outodoors com versículos bíblicos violentamente removidos pela “justiça” de São Paulo.
Todas essas consequências vieram de uma lei específica para beneficiar dois gays que queriam a liberdade de se beijar em público, na frente de adultos e crianças.
Que tipo de lei farão agora para atender ao marmanjo gay que exige estar com meninas e suas mães nos banheiros femininos?
Enquanto isso, o que uma mãe deverá dizer à sua filha de dez anos que testemunhar um marmanjo gay no banheiro feminino? Ficar em silêncio para não ofender o marmanjo?